Espécies invasoras atacam a Europa e estão vindo pro Mediterrâneo. CORRÃO!

Espécies invasoras são quando um determinado ser vivo, acostumado ao seu habitat, vai parar em outro habitat e começa a se proliferar lindamente, principalmente quando os seres que estão ali não são algo que irá predá-los. se eu for morar na Antártida, a probabilidade é eu morrer de frio, ou um urso cinzento me devorar vivo. não, péra, ursos cinzentos são meio difíceis de aparecer na Antártida. o que vai me ferrar é o frio mesmo. já chegando em alguma clareira da Nova Zelândia, o máximo que vai me enfrentar é um Hobbit, então, ficarei tranquilo lá. espécies invasoras sem predadores acabam se alastrando e, SURPRESAAAA, este biltre desavergonhado é que será o predador de todo mundo, como aconteceu com um crustáceo malvadão, que saiu invadindo a praia alheia.

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Ossos são excelentes para adagas, confirma pesquisa. Seu cunhado tem um para doar?

Papua Nova Guiné é um lugar exótico. Por “exótico” é algo tão longe e esquisito que imaginamos mil cenários; quase todos fantasiosos. Lá poderia ser até Wakanda, mas sem o Vibranium. Só que não é bem assim. Papua Nova Guiné não fica na África, mas na Oceania e é praticamente um monte de ilhas juntas. Aquele lugar é um caldeirão cultural há séculos, com mais de 800 línguas diferentes e uma população de cerca de 7 milhões de habitantes. É praticamente um Rio de Janeiro sem as favelas (não que o país seja muito melhor que isso).

Papua Nova Guiné ainda tem muitos aborígenes, semelhantes aos aborígenes australianos. Alguns deles pertence à tribo Korowai que, por sinal, antropófaga. E por falar em antropofagia, sabe essa imagem que abre o artigo? Pois é, são adagas. Adagas feitas com ossos humanos.

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Lago ácido, quente, venenoso e mortal. Que lugar melhor para se ter vida?

Astrobiologia é um ramo… interessante. Ele estuda algo que não se sabe se existe: vida em outros planetas, em outros sistemas, em algum lugar da galáxia. Sim, eu sei que parece coisa de maluco, mas há de se começar a pesquisa de alguma forma, e isso é feito achando lugares esquisitões aqui na Terra que sejam semelhantes a outros lugares em outros planetas. É aquele pensamento: “se encontrarmos algo vivo aqui, em Marte será fichinha”. Alguns desses lugares pesquisados são lagos vulcânicos, que são quentes, fedidos e tóxicos (não necessariamente nesta ordem).

Por falar em lagos vulcânicos, um grupo de pesquisadores descobriu micróbios vivendo em um, e eles estão traçando um paralelo nos dias antigos de Marte.

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Cientistas fazem tomografia de um crânio de ave de parentesco coladinho com dinossauros

Todo mundo que frequentou um colégio decente, lê Ceticismo.net ou, melhor ainda, as duas coisas, sabe da clara ligação entre aves e dinossauros, ainda mais que dinossauro gigantão era coisa rara e o velociraptor boladão era pouco maior que uma galinha. Uma galinha MUITO mau-humorada. Obviamente, os defensores do mito chamado “Criacionismo” querem sempre mais e mais provas, apesar de mais e mais provas serem mostradas (o que só vale para um lado. Eles nunca provam o PUF! UM ELEFANTE!). bem, se querem mais privas, ok, toma mais provas: o Ichthyornis dispar. Sim, temos mais fósseis deste antigo pássaro.

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Japonês, abra o olho: Molho shoyu no Brasil tem mais milho que soja!

Você deve ser daqueles que curte uma comida japa, né? E, claro, os dois melhores acompanhamentos são o molho agridoce e o molho shoyu. Na verdade, não existe um molho shoyu. Temos o koikuchi shoyu, ou molho shoyu comum; o Usukuchi shoyu, que leva 10% a mais de sal do que o shoyu comum; temos o tamari shoyu, um molho com sabor mais intenso; há o saishikomi shoyu, fermentado no próprio molho, sem levar sal; e temos o shiro shoyu, mais claro e mais leve que o usukuchi shoyu, acabando por ter um sabor mais doce. Sabe qual deles que vem no seu pedido, naquelas porcarias de sachês? Pois é. Nenhum.

De acordo com pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura, das 70 marcas analisadas, a maioria delas contém menos de 20% de soja. O que vocês colocam no seu sushi é molho de milho, mesmo!

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Sobrancelha grande põe medo, mas bom mesmo é poder movê-la

Crânios de hominídeos fossilizados sempre chamam a atenção pela protuberância na região das sobrancelhas. Aquela marquise imensa até poderia ser rótulo de hominídeo pouco evoluído, mas elas eram mais que um crachá de Homo toscos. Especula-se que aquilo era sinal de domínio, pois quem tivesse maior protuberância, era o rei da bagaça. Aí as testonas passaram a ser mais achatadas, e as sobrancelhas acabaram se tornando móveis. Uma pesquisa aponta que estas sobrancelhas moveis fizeram uma grande diferença, e podem ter sido uma forma para expressar uma ampla gama de emoções sutis, desempenhando um papel crucial na sobrevivência humana.

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Sistemas fotossintetizantes são mais velhos do que se imaginava

Você lê Ceticismo.net. Você é informado e sabe sobre como o oxigênio surgiu. Se passou a acompanhar hoje, vou dar uma dica: fui há muito, muito tempo, com o que se tornaria mais tarde as algas azuis, ou cianofíceas. Não, nada de plantas ainda. Elas só apareceriam muito milhões de anos depois. De qualquer forma, sabia-se mais ou menos quando começou a haver fotossíntese, mas isso precisará ser reescrito em breve, já que uma nova pesquisa aponta que já havia organismos fotossintetizantes há 3,6 bilhões de anos, mais ou menos um bilhão de anos antes do que se acreditava até agora.

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Antes erradicado, Brasil volta a ter casos de sarampo

Sim, amiguinhos. Temos casos de sarampo agora. Como? Graças a refugiados vindo do paraíso bolivariano da Venezuela, que esquerdistas tanto afirmam ser uma maravilha de lugar. É, pois é, as pessoas estão fugindo da felicidade!

A vítima em questão é um bebê venezuelano que veio pro Brasil junto com os pais; você achou ruim? Piora! Há ainda outros sete registros em investigação em Roraima, sendo um de brasileiro. A que devemos isso?

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Máquinas podem ter consciência? A resposta não irá agradar a vocês

Eu estava vendo o último vídeo do Café e Ciência. O Café e Ciência é um canal de divulgação científica no YouTube, cujo mantenedor é tipo um misto de Raul Seixas e Neil deGrasse Tyson, sem as músicas chatas do primeiro e o paunocuzismo do segundo. No referido vídeo intitulado “Poderia as Máquinas obterem Consciência?” o Felipe discute… bem, ele não discute se as máquinas poderiam ter consciência. Ele comenta o que uma pesquisa em periódico classifica como sendo os diferentes níveis de consciência.

Mas máquinas podem ter consciência?

Versão curta: não se tem versão curta. Por quê? Porque a pergunta está errada. Vamos ao vídeo?

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Cometa fidamãe quase passa o cerol em todo mundo na Terra há 12 mil anos

Imagine-se você, num dia qualquer, sem maiores preocupações além de não morrer de fome, doenças ou algum predador da mega-fauna vir te pegar. Bem, a sua sorte é que os dinossauros foram pro saco muitos milhões de anos antes, então, você está lá na sua patética vidinha com expectativa de vida de uns 18 anos, e aos 14 já estava pedindo pra morrer. Você estava pensando onde iria arrumar a próxima raiz com sabor horrível para poder comer, antes que Gronk, aquele fidamãe, roubasse sua comida. De repente, um barulho ensurdecedor! Bolas de fogo cruzam os céus e caem bem longe de você, a terra treme e algum tempo depois vem outro som mais ensurdecedor ainda. Imensas labaredas irrompem, tudo ao seu redor está em chamas… gigantescas chamas. O lance é sair correndo o mais rápido possível, pois hoje Darwin não está de bom humor e vai selecionar geral.

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