
O Castelo dos Cárpatos (Le Château des Carpathes) é uma obra de Júlio Verne de 1893. Alguns acham que é graças a ele que Bram Stoker se inspirou para descrever a morada de Drácula, publicado em 1897, já que a história se passa no aldeia de Werst, nas montanhas dos Cárpatos da Transilvânia. Os aldeões temem o lugar, pois coisas misteriosas acontecem naquele castelo, alegadamente obra de Chort, o Diabo. O conde Franz de Télek, está intrigado lá investigar. Ele encontra o proprietário, o Barão Rodolphe de Gortz, com quem disputou o coração da bella La Stilla, que se julgava morta. Mas sua imagem misteriosa aparece lá.
Uma das principais taras da ficção científica são os hologramas. Desde Guerra nas Estrelas (Star Wars my ass) até holodecks, é maravilhoso pensar que manipularíamos objetos virtuais projetados bem à nossa frente. O Google Glass prometeu, mas até agora nada. O hololens é uma aposta arrojada, mas não é para agora. Mas e seu eu tivesse um holograma com o qual eu pudesse manipular fisicamente. Ficção? Não, Ciência!
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Todo mundo acha que o mundo acabará com o erguimento do Skynet ou o t-vírus transformando todos em zumbis. Eu discordo. O mundo acabará no Apocalipse Bacteriano. Todo mundo sabe que bactérias acabam desenvolvendo resistência a antibióticos, e isso é uma ameaça assustadora, nos dando de presente infecções mortais, como a tuberculose. Além do mais, os esforços para desenvolver novos antibióticos não estão mantendo o ritmo com esse crescimento da resistência microbiana, mas isso não está acontecendo de verdade. Estaria se Evolução existisse, mas isso não passa de mito.
Hoje, a lei 16.222/2015, do vereador do município de São Paulo, Laércio Benko, foi publicada no Diário Oficial do Município. De acordo com a lei, fica-se proibida a produção e a comercialização de foie gras, uma espécie de patê feito de fígado de ganso ou de pato. Além disso, a lei também veda a comercialização de artigos feitos com pele de animais.
Nossa presidente é uma maravilha com as palavras. Seus discursos seguem as finas minúcias da Última Flor do Lácio. Por causa disso, muitas vezes, ela é criticada, mas eu nem sei por quê? Pessoal reclama muito. Bem, terça-feira próxima passada, nossa excelentíssima chefe de Estado estava presente na abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (uma espécie de OlimCapiaus). Como ela esquece de meter o pé na boca em determinadas situações, falou benzão da mandioca, Hades sabe o porque.
A tara do pessoal, principalmente de Humanas, atualmente é sobre o uso da maconha medicinal. Alegam servir pra tudo, de espinhela caída até treco, ziquizira, mau olhado e uma ou outra doença, inclusive câncer; afinal, todo remédio milagroso TEM que curar o câncer. Maconha medicinal parece que veio junto com as tábuas da Lei (se bem que tem quem diga que
Câncer é aquele negócio cujos sintomas variam de dor na orelha esquerda até necrose do dedão do pé devido ao frio. Aprendi isso jogando os sintomas no Google. Quando não era câncer era lúpus, mas sabemos que nunca é lúpus.
O mundo anda chato. E isso é devido a pais retardados que dão ouvidos a pedagogas alucinadas. Nada pode. Chamar atenção da criança magoa, falar bravo magoa, colocar de castigo magoa, até a mágoa magoa. Os educadores-que-nunca –lecionaram não entendem que o objetivo é magoar, mesmo; de forma que a criança tenha um vislumbre que fez caca, ou uma punição deixa de ter sentido.
Eu prometi, eu cumpro. Mais um vídeo para vocês. Dessa vez, com alguns outros comentários sobre o disse-me-disse do Ricardo Boechat e o magnífico e histriônico Silas Malafaia.
Como vocês viram no
Hoje está uma maravilha. 18º no Rio de Janeiro, com sensação térmica de 16º, mais frio que o interior do meu freezer. Thor chegou por aqui se perguntando se era o Ragnarok que tinha começado antecipadamente. Tenho duas faturas de cartão de crédito, conta do telefone e um boleto que estou esperando explicações da Srª Ceticismo.