Nosso mundo tem sede de energia. A população crescente demanda mais e mais energia, nem que seja para iluminar nossas casas ou carregar nossos celulares. Com o advento de mais e mais dispositivos, mais é necessário carregadores e mais ainda de fontes que gerem energia elétrica para que possamos carregar as baterias de todos esses trecos.
Como gerar tamanha quantidade de energia? Com combustíveis fósseis é impraticável. Isso aliado ao conceito que toda geração de energia acarreta impactos ambientais e sociológicos. Será que podemos resolver isso com novos métodos de geração de energia, de forma que diminuamos o impacto ambiental? É o que veremos no vídeo de hoje

O problema dos heterótrofos (você teve aula de Ciências no Fundamental. Te vira) é, que ele precisa caçar e/ou coletar seu próprio alimento. Assim, desenvolvemos a capacidade de armazenar alimento em nosso organismo sob a forma de açúcares e gordura. Mesmo porque, andar com um mochilão cheio de gulodices era meio que inviável no início. Mas como nós desenvolvemos esta capacidade?
Eu tinha publicado artigo sobre pesquisa evidenciando como a
Os anasázis era um grupo de nativos-americanos, que viviam na região sudoeste do atual Estados Unidos da América. os primeiros assentamentos datam de cerca do ano 100 AEC e seu florescimento durou até o início do século XIV, em que eles sumiram misteriosamente. PUF! Ninguém sabe quem eram, não se sabe nem como eles mesmos se chamavam. Os navajos os chamam de Anaasází (“ancestrais de nossos inimigos”), mas outros os chamam de Povos Antigos e, mais tarde, de Pueblos (“aldeia” ou “vila”).

A Academia Brasileira de Ciências, a ABC (eu sempre sinto vontade de rir) faz 100 anos, daí alguns de seus integrantes, achando-se muito espertões, criticaram o ensino de ciências nas escolas. Apontam o vestibular como grande inimigo do ensino de Ciência, pois o fator decoreba blábláblá.
Algumas teorias dizem que chegará a um momento em que poderemos simular verdadeiros mundos com todos os detalhes possíveis. Já conseguimos chegar bem perto com o Second Life, por exemplo. Mas aí vem o questionamento.
Lá pelas tantas, você já sabe o que são células-tronco, como vivem, como se alimentam e se voam para o sul no inverno, bem que tenha visto no Globo Repórter. O potencial de se transformarem em qualquer célula faz delas uma arma para o combate de vários tipos de doenças.
Dizem que somos o que comemos. Não é bem assim. É mais como “ficamos da maneira como comemos”. Nossos alimentos deixam marcas, algumas visíveis outras nem tanto. Como dentes, por exemplo. Isso pode ser evidenciado em nossos tatatatataravós, sejam Homo sapiens, sejam neandertais. Se bem que nenhum de nós tem ancestral entre os neandertais, mas isso ainda não é totalmente consenso.