Uma mula nos comentários do meu vídeo sobre os retardados anti-vacina acha que tem pouca divulgação. Como ele não lê publicações científicas, ele não acha certo cobrarmos que anti-vaxxers do Inferno suas publicações comprovando os malefícios das vacinas. Poderiam ler, ao menos, o Boletim da Organização Mundial da Saúde publicado recentemente.
O novo boletim anual da Organização Mundial da Saúde traz uma pesquisa apontando que os os esforços de vacinação realizados nos países mais pobres do mundo desde 2001 evitarão 20 milhões de mortes e economizarão 350 bilhões (sim, BILHÕES) de dólares em custos de saúde até 2020. Os cem mil, em mil dólares deve ser economia só com aspirinas. Continuar lendo “Relatório mostra que vacinas reduzem custos e mantém pessoas saudáveis. Chorem, anti-vaxxers”

Há duas coisas fantásticas nesse mundo de Hades, A primeira é a existência de políticos imbecis. A segunda é algum FDP zueiro, cuja meta para a vida é fazer as pessoas passarem por retardadas. Quando essas duas criaturas tão fascinantes se encontram, nada mais obtemos senão as mais resplandecentes das pérolas.
Deus não é bom. Talvez nem seja mau. Se ele é um deus acima de tudo, como dizem os religiosos, ele não deveria ter características humanas. Você não se preocupa com o que nasce no ralo do seu banheiro, não é mesmo? Por que um deusão poderosão teria um mínimo de sentimentos característicos dos seres humanos? Isso não faz sentido do ponto de vista lógico, não é mesmo?
Léo Montenegro era um articulista do jornal O Dia, do Rio de Janeiro. Em suas crônicas, sempre tinha alguma situação engraçada, com personagens diversos. Desde a senhora gorda, até um negão e um sujeito com capacete de Jim das Selvas. Era o cotidiano insano de subúrbio que, em quase todas as histórias, acabava com pessoal saindo na porrada.
Com toda a onda de maníacos saindo em passeada divulgando ideias neo-nazistas pelas ruas de Charlottesville, cantando hinos, tremulando bandeiras e fazendo Sieg Heil, questionou-se por que permitiram fazer isso. A questão é que a Primeira Emenda da Constituição dos EUA permite qualquer manifestação de pensamento, resguardada pela lei dos Direitos Civis, que não tem nenhuma ressalva sobre o que você pode exprimir, diferente do Brasil, que tem lei federal que proíbe expressamente divulgação de ideologia nazista.
O Paradoxo de Epicuro nos faz pensar sobre as nuances mais básicas de Deus. Onisciente? Onipotente? Onipresente? Bondade absoluta? Se colocarmos isso a 80km/h, será que dar para ficar tudo junto? Lino, do jeito que está o mundo, eu acho que não. Os preceitos acabam indo um de encontro ao outro. Aliás, nem sei por que deveríamos achar que Deus é bondoso, mas isso nem vem ao caso neste vídeo.
Em 2014, eu postei sobre uma teoria que os mares de
Imaginem a cena. Você, Grande Lúcifer, Senhor dos Infernos, Príncipe das Trevas, Lorde da Maldade, Líder dos Demônios, Expressão Máxima do Mal. Alguém vem e fala contigo e faz um pacto. Você, Ó Desprezível, quer espalhar o mal, a perversão, carregar todo mundo pra maldade, fazer todo mundo cheirar maconha e fumar cocaína. Mas não. A criatura que contrata seus serviços quer apenas zoar o casamento dos outros. Eu acho isso uma Ofensa a Lúcifer, Nosso Senhor.
Eclipses sempre foram mágicos, misteriosos e assustadores. Antigos chineses acreditaram que o Grande Dragão devorava o Sol. Possivelmente, Glaurung, aquele grandessíssimo FDP. Outros achavam que era obra de Satã, Nosso Senhor, enquanto outros não achavam nada, pois sua expectativa de vida não era lá grande coisa. Os EUA estavam radiantes com isso. Não é para menos, já que a última vez que um eclipse solar de costa a costa foi em 1918.
Eu gostei de ler sobre o eclipse do dia 21. Sim, muito legal quando a natureza mostra seu balé cósmico, e vemos que escapamos mais uma vez de uma desgraça. Há cerca de 65 milhões de anos, os dinos não tiveram a mesma sorte, no que ficou conhecido como Extinção do Cretáceo-Terciário ou Extinção do Cretáceo-Paleogeno. Um meteorão do mal de 10 km de diâmetro caiu e mandou quase todo para a vala, inclusive dinossauros. O registro estratigráfico mostra que o desaparecimento abrupto das espécies, e não foram só animais. Plantas, também.