Os diferentes tipos de cânceres e tumores são uma droga. O incrível projeto feito por um designer inteligente errou feio, errou rude. E se já não batava ter células tumorais em órgãos que você jamais gostaria que tivesse células tumorais (a rigor, nenhum de nós quer ter célula de tumor em canto algum), ainda tem as chamadas “células tumorais circulantes”. Estas celulinhas sacanas estão à solta no sangue de pessoas que sofrem da maioria dos cânceres, mas são raras (felizmente), e por causa dessa raridade, elas são difíceis de serem detectadas (infelizmente).
Entretanto, um grupo de pesquisadores está desenvolvendo novas técnicas para detectar, capturar e destruir estas celulinhas do inferno!

Eu costumo dizer que brasileiro odeia Ciência, mas é uma forma simplista. De uma maneira geral, as pessoas odeiam algo que lhes tire do conforto, de suas crenças, da vontade que tudo aconteça por mágica. É puro comodismo. Isso explica a quantidade enorme de pessoas que acreditam em médiuns, videntes, líderes religiosos e políticos (têm diferença?), veganismo e terapias alternativas. As pessoas preferem a crença ao saber. Preferem as religiões, de alguma forma. Elas querem que seus mundinhos mágicos fiquem estáveis e tudo se resolva por si só.
De uma maneira geral, as pessoas têm uma péssima ideia quando se envolve números muito grandes. Não importa sobre o que esteja se falando. Números são muito ardilosos, e quando se entra discursos de ordem política, econômica e/ou interesseira (o último e a soma de tudo), temos um caminho lindo para ludibriar pessoas. Um exemplo disso são as terras indígenas. Você pensa que, pela forma que as reportagens falam, os pobres índios estão em algum terreno com área semelhante a um bairro de cidade pequena. Bem, não é isso. Uma recente pesquisa mostra que povos indígenas têm direitos (totais!) de propriedade, de pelo menos um quarto da superfície terrestre do mundo. Não me parece pouco, parece?
Phineas Gage era um operário braçal que trabalhava para uma ferrovia. Um dia tinha uma pedra no meio do seu caminho. No meio de seu caminho tinha uma pedra. A decisão era explodí-la e quando Gage foi socar o explosivo na pedra, o explosivo detonou e a barra de ferro entrou em seu crânio. Ele não morreu, mas virou um ícone para o estudo da Neurociência, e é citado até hoje em publicações e em universidades.
Distúrbio Psicogênico em Massa, ou Histeria Coletiva, é o termo usado para descrever uma situação em que várias pessoas sofrem de sintomas histéricos semelhantes. Sejam pessoas dançando sem parar ou tendo visões ou adoecendo por motivo nenhum. É o cérebro pregando pessoas e isso de forma em que várias pessoas tenham a mesma ocorrência, o que explica o fenômeno religioso, aparições, OVNIs e coisas do tipo.
Nada pior que fanatismo, que leva a atos absurdos e insanos. Um exemplo disso aconteceu no Japão, em 20 de março de 1995, no que ficou conhecido como Ataque ao Metrô de Tóquio. O motivo do atentado? Não foi por fronteiras ou por libertação de presos políticos. Simplesmente por causa de religião, aquela coisa que religiosos dizem ser muito importante para fazer as pessoas mais éticas, sem a qual cairíamos na barbárie.
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