Por mais que as pessoas reclamem do YouTube, já que ele é um sacana e fica arrumando história com muita gente, o que é verdade, é fato que muitas pessoas não entendem o YouTube, não compreendem o conceito de métrica, não fazem a menor ideia como ele ganha dinheiro e nem seus interesses. Acham que há um grande complô para não mostrar seus conteúdos ao público que gostariam, quando a verdade é que o Tubo gosta de mostrar suas propagandas e se seu vídeo não apareceu para certas pessoas, é porque estas pessoas não demonstram interesse pelo que você tem a dizer. Não seria então, o caso de fazer vídeos que fossem atraentes?
Pois bem, aqui eu dou dicas de como aumentar a visitação do seu canal.
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Eu sempre digo que religião é um câncer sociológico. Ele se alastra fundo, causa metástase e acaba sendo mais do que maléfico. E mortal! Eu aceito que a pessoa resolva se conectar com uma esfera que ele não compreende, passe a acreditar que haja seres supranaturais ou, pelo menos, sobrenaturais, mas tenho verdadeiro asco por institucionalização da fé, em que um líder diz o que você tem que fazer, pensar e agir ou um Deus bom, justo e misericordioso vai destruir a sua vida de forma selvagem.
Estando na gloriosa República Florentina, aos 31 dias do mês de julho do ano de Nosso Senhor de 1490*, escrevo ao digníssimo excelso senhor Lorenzo, O Magnífico estas poucas letras, pedindo permissão para dirigir-me à Vossa Magnificência.
Vivemos num mundo estranho. Ele já era meio esquisito, mas os atuais comportamentos exagerados o estão deixando insuportável, que acabam confundindo todo mundo. Até não muito tempo atrás, o cavalheirismo (você sabe: abrir a porta para a mulher passar, ajeitar a cadeira para ela se sentar, pagar a conta do restaurante, escolher o vinho etc.) era muito bem visto. Uma exigência para o comportamento masculino. 

Qual é a raiz do preconceito? Como ele ocorre? Quais são os seus efeitos. Martin Luther King foi um importante ativista pelos direitos civis dos negros. Seu assassínio chocou muitas pessoas e uma professora chamada Jane Elliot resolve fazer um experimento com seus alunos, separando-os em grupos com olhos castanhos e com olhos azuis, em que o segundo era tratado muito melhor que o primeiro.
O casal está em casa. É sábado e a noite está convidativa para ficar em casa. Obviamente, não tem nada na TV que preste, mas com serviços de streaming e a Locadora do Paulo Coelho, basta escolher um filme qualquer para passar. Seria legal pedir alguma coisa, né? Claro! Comida japonesa? Pode ser. A encomenda é feita e algum tempo depois chegam os sushis, os temakis e outras iguarias. Algo trivial e comum, mas pratos como sushis e temakis só são possíveis de fazer graças a um tipo particular de alga. E essa alga só é possível graças a uma mãe zelosa.
Eu acho comunistas uma classe de pessoas fascinantes. São dignos de serem observados por um zoólogo. O mais interessante de comunistas é que eles adoram as maravilhas do Capitalismo. Não só adoram, como praticam; mas parece que não sabem disso. outra coisa que eles não sabem é o mínimo de Biologia e isso acarreta em certas peculiaridades, como uma certa ONG que resolveu plantar arroz orgânico, sem estes venenos que o agronegócio malvado usa, tendo enormes gastos, porque se tem uma coisa que o Capitalismo Opressor gosta é de gastar dinheiro em demasia. O problema foi que eles perderam toda safra de arroz e agora estão pedindo ajuda
Verificar o que as pessoas têm na cabeça é uma tarefa nem sempre muito fácil. A parte fácil não é lá muito bem aceita; além de sujar o machado e a sala, os comitês de ética faça enchendo o saco para que o paciente, no mínimo, saia vivo. Outros procedimentos, apesar de não serem tão divertidos, envolve eletrodos e/ou maquinário de grande porte, o que complica muito. Enfiar eletrodos no cérebro seria um meio-termo, mas também causa problemas, como tudo ser muito bem esterilizado e ter fios, muitos fios, de um lado pro outro. Seria legal se pudéssemos colocar um implante definitivo (ou quase) no cérebro e ele mandar de lá de dentro todas as informações que precisássemos, sem necessariamente usarmos fios conectores.