
Com a pandemia e o Coronga à solta, um grupo que tem sido impactado é os professores. Alguns imbecis, idiotas e acéfalos que fazem muito, mas não mais que traduzir trabalho dos outros acham que é OK liberar os colégios no meio de uma pandemia, e só não o fazem porque professor tem sindicato. Sim, aquele sindicato que nunca consegue um dissídio que seja minimamente próximo da inflação (oficial. A inflação real a gente nem menciona mais).
Isso está acarretando vários professores largando o trabalho (lá fora. Aqui, pessoal está mendigando emprego). A pergunta é: por quê? É o que uma pesquisa procura responder e entender as razões pelas quais os professores deixam a profissão em tempos de COVID-19.
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As pessoas são burras, e eu canso de falar isso. Nos piores períodos da História aflora-se o pior das piores pessoas. De vez em quando, aflora o pior até das melhores pessoas. Voltando ao ponto da primeira frase: as pessoas são burras, extremamente burras. Num mundo que há
Pessoal estava com saudades do Voz dos Alienados. Já faz quase 2 anos sem postar maluquices dos idiotas. Eu sei, mas não posso fazer nada se a moderação com Mão de Ferro, além do Disqus reduziu muito os insanos postando aqui. No máximo, alguns me chamando de “filho da puta”, mas isso é xingamento, nem merece resposta. Não é como aquela postagem retardada de várzea, aquela postagem retardada moleque, aquela postagem retardada arte que possamos debochar.
Mandar uma tripulação humana para o Espaço, ao invés de robôs, tem suas vantagens, principalmente se você viu filmes ruins como 2001, uma Odisseia no Espaço (sim, eu acho um filme ruim. Não gostou, azar. O blog é meu. Rá!) A bem da verdade, HAL-9000 estava certo e humanos só fazem merda. Pensando nisso (de uma forma alegórica e literal), a preocupação número 2 da NASA (a número 1 é manter os astronautas vivos) é como o astronauta fará o número 1 e o número 2. Claro, na Estação Espacial Internacional, tem banheiro, e no caminho de ida, certas partes estão mais fechadas que as escotilhas e não deixam passar nada.
Os Estados Unidos é uma espécie de Brasil com dinheiro. Alguns poucos lugares desenvolvidos (não muito) e um monte de caipiras. Um exemplo clássico é o Tennessee, que é tipo São Paulo, mas com whisky que presta e sem a mania de colocar purê em cachorro quente, além de saberem a diferença entre biscoito e tapa na cara. Sim, o Tennessee não é um fracasso total.