Duas coisas que eu desprezo: Essa ralé metida a intelectual que cisma de defender animais e os animais estúpidos que defendem animais. Essa ondinha do "estou protegendo animais" é apenas auto-promoção, mas eles conseguem lugar na mídia, nem que seja invadindo institutos de pesquisa e destruindo tudo, nem que seja para "salvar" pobres caezinhos indefesos, como foi o que aconteceu no Instituto Royal.
Vandalizando imbecis hipócritas, esta é a sua SEXTA INSANA!
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É raro, mas acontece. Quando um idiota fala tanta besteira que ele acaba sendo estrela única de um Voz dos Alienados. Bem, mas esse pessoal se esforça e eu acho que merecem receber sua paga, colocando toda a incrível série de textos incrivelmente idiotas para serem escrutinados. Eu não seria boa pessoa se compartilhasse toda essa insânia que eu recebo com vocês. E é por isso que eu faço.
Todos nós sabemos que o cérebro é uma imensa gambiarra evolutiva. Os bilhões de anos de evolução biológica acrescentaram camadas pós camadas, até que todo o nosso sistema nervoso chegasse a ser o que é: uma mixórdia que mal entende o que vê em volta e cria coisas que não existem. O que vemos, ouvimos, provamos, sentimos e cheiramos vem numa algarávia de sensações e o cérebro toscão monta isso udo como mecânico de bicicletas montaria um fusca. O resultado é o mesmo: algo que até atende as suas necessidades, mas dará pau em algum momento.
Deus, Supremo, Todo-Poderoso, Onipresente, Onividente, Onipotente, Omni-Tripla-Ação, Omni3. Escolha como quer chamá-lo, se Jesus, Jeová, IHVH, Buda Quetzalcoatl, Oxalá, Ormuz Masda, Osíris, Zeus, Alá, Rá, Ishtar, Júpiter ou Chuck Norris. Tudo isso é a mesma coisa e, no fundo, Deus é um grande troll. Sim, isso mesmo! Se todos os crentes estão certos e realmente existir um deus, ele é a criatura mais sádica, bandida, perversas, moleque e não tem o direito de usar farda preta.
Uma das minhas preocupações em escrever um artigo é checar as referências, pesquisando o nome do cientista e a instituição onde ele trabalha. Passei a sempre colocar o link para a página pessoal do pesquisador e até já troquei twits com uma arqueóloga e e-mails com pesquisadores brasileiros, como
Crente é coisa de louco mesmo. Não que todos os religiosos são absurdamente malucos, afinal, quase toda criança teve um amigo imaginário. As que crescem e só mudam o nome desse amigo, damos o nome de "religiosos". Mas, convenhamos, tem algumas dessas criaturas que surtam de uma maneira tão doida, que camisa-de-força deveria ser adereço comum a esse pessoal, como a maluca que disse que a Galinha Pintadinha é coisa do Capeta. VADE RETRO!
Eu AMO ficção científica. A boa ficção científica e não essas tristezas que saem nos cinemas de vez em quando.Isaac Asimov, sem dúvida, é meu autor favorito, embora reconheça que é difícil ter um favorito entre muitas estrelas de primeira magnitude escrevendo, como Jules Verne, Arthur Clark, Ray Bradbury, Phillip K. Dick etc. Não, Douglas Adams não chega perto deles. 3 dias depois de 2 astronautas terem cortejado pessoalmente a Lua pela primeira vez, Isaac Asimov escreveu uma pequena carta sobre o porque da importância de explorar o espaço.
Tem coisas que eu sou muito favorável que sejam proibidas. Armas nas mãos das pessoas nunca acaba bem. Drogas na cachola nunca acaba bem, apesar do que possa sugerir o índio do Gabriel Pensador. Religião é algo que eu sempre considerei como um câncer sociológico. Juntem Fanatismo Religiosos + Drogas + Armas e o que temos é um assassinato. Em Oakland, Estados Unidos, por causa de uma discussão idiota durante uma partida de video games sobre a existência de Deus acabou em tragédia, quando um deles meteu a mão na máquina (a saber um AR-15) e deu uma de Cap. Nascimento, sentando o dedo no amigo.
Eu vejo os seres humanos como o conjunto de suas memórias. De todos os animais, os humanos somos os únicos que interagem com elas, que fazem esforço para relembrá-las, para nos fazer felizes de novo, sentirmos saudade etc. Nossas memórias são aquilo que realmente nos faz humanos. Por mais que seu cão se lembre de você após muito tempo fora, apenas nós fazemos esforço para nos lembrar dos risos que demos, das lágrimas que vertemos, das conquistas que conseguimos e assim por diante. Aprendemos, portanto, a valorizar estes momentos e procuramos eternizá-los e compartilhar com outras pessoas.