Por que Malba Tahan jamais seria bem visto hoje?

Malba Tahan é um dos melhores exemplos do que já tivemos em termos de excelência. Vemos como nossa literatura infanto-juvenil era incrível, bem longe dos Pedro Bandeira de hoje ou, benzo-me, Ana Maria Machado. Viajamos por desertos, oásis, odaliscas, sheiks, príncipes, guerreiros, mercadores, vilões, bandidos, sultões, vizires e simples professores. ele mostra a época de ouro de nosso ensino, quando colégios públicos eram referência em qualidade. Era a época que alunos aplicados e professores bem remunerados faziam as suas partes, mas que hoje é mal visto. Aquela era a época que engenheiros davam aula e pedagogos não se metiam no processo de ensinar. Hoje, isso é apenas uma sombra perdida nas brumas do tempo, e o Homem que Calculava é algo digno de ser

Como seria Malba Tahan visto hoje?

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Quando os gatos se tornaram nossos amigos?

Há muitos artigos sobre cães e sua relação com o Homem, como este e este. Mas e os gatos? Tidos como arrogantes, preguiçosos e pouco afeitos aos humanos, gatos chegaram a ser considerados animais demoníacos e, por isso, foram quase totalmente aniquilados na Idade Média. Ok, disso resultou numa enorme proliferação de ratos e, de reboque, a peste negra. Parabéns, pessoal.

Uma nova pesquisa visa datar melhor a data quando gatos e homens começaram a co-existir e se você está com pressa, adianto: foi há cerca de 5300 anos. Mas você vai querer saber mais, não é?

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A Primeira Sonda Brasileira Rumo Ao Espaço

Olá, pessoal! Aqui vamos para maiores informações da sonda espacial que o Brasil, O BRASIL!!!!, está prestes a lançar. Daremos informações com exclusividade, entenderemos os detalhes, as minúcias e conversaremos com técnicos ligados diretamente ao projeto.

Mas antes, uma palavrinha do nosso patrocinador!

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A luta contra segregação sexual nas universidades britânicas

Eu francamente não entendo certas coisas na política, apesar de entendê-la muito bem para que ela serve (servir de lugar para políticos existirem e retroalimentar-se). No Reino Unido não é diferente e se alguém aqui é ingênuo em pensar que governos e governantes (seja em qual esfera for) estão preocupados com o povo, sugiro que pense duas vezes. No caso, a notícia que a Inglaterra está travando uma guerra silenciosa internamente. Por quê? Por causa do elevado número de muçulmanos idiotas que insistem na discriminação de gêneros, onde alguns defendem que homens e mulheres deveriam se manter separados durante as aulas, palestras etc.

Curiosamente, parece que o governo finge não se importar, afinal é aquela velha baboseira que todos têm direito a uma opinião.

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Olhar para paisagem bonita faz as pessoas acreditarem em Deus. Ou será que não?

Eu acredito na liberdade das pessoas de acreditarem ou desacreditarem no que quiserem. Não quer acreditar na indústria farmacêutica? Por mim, está ótimo. Não tome remédios, mas deixem seus filhos fora disso. Muitos sites de ateus-de-fim-de-semana ficam fazendo balbúrdia que todo mundo deve deixar de ter religião ou acreditar em deu(es). Por mim, o cara pode acreditar em Javé, fadas, gnomos ou que existem políticos honestos. Agora, alguns idiotas forçam a barra com esse lance de acreditar.

Para um psicólogo, ficar admirando vistas bonitas faz as pessoas acreditarem em divindades. Eu tenho cá as minhas dúvidas.

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Quando será crime desligar um robô?

No planeta Aurora, Jander Panell é assassinado. Para investigar o caso, o detetive Elijah Baley precisa entender todo os fatos e o principal é: Quem iria querer matar um robô? Aí começa a trama do livro Robôs do Amanhecer, de Isaac Asimov, no qual discute-se, mais uma vez, o papel dos robôs em meio aos humanos.  Mas, acima de tudo, o problema é "por que não matar um robô?" Qual a diferença entre puxar a tomada de um robozinho (ou robozão) e desligar os equipamentos de suporte de vida de um paciente terminal?

Em outras palavras: robôs têm direitos?

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Autobullying: quando cortar-se deixou de ser moda

Práticas de violência auto-perpetrada não são nada incomuns. Não necessariamente a pessoa tem tendências suicidas, mas seu nível psicológico está no limite e a pessoa começa a infringir machucados em si mesma. Cortes, hematomas e coisas afins são uma eterna preocupação, e muitos pais toscos e desatentos não percebem os sinais.

Agora, no século XXI, a prática continua a mesma, mas usando a melhor das armas que puderam inventar. Revólveres? Facas? Não, internet. É o caso do autobullying, quando adolescentes criam perfis falsos para atacar a si mesmos.

É aquela fina linha linha que separa o absurdo do riso da preocupação.

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Em Jundiaí, pesquisa científica é feita com bonecos e “nanotecnologia”

Não, não sou zumbi cracudo, nem acertaram a minha cabeça com uma marreta. Eu não estou inventando. Em Jundiaí, o prefeitosco sancionou uma lei que proíbe experimentos com animais vivos. A sugestão? Usar bonecos!

Colocando remédio anti-infarto debaixo da língua, esta é a segunda edição da sua SEXTA INSANA!

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Idiotas fazem viral associando viciados a zumbis. Alice conta as balas

Sabemos bem onde estão as boas intenções: é um lugar quente, cheio de bandidos, ladrões, assassinos, políticos corruptos, advogados de porta de cadeia, gente que joga lixo na calçada e é administrado pelo Eduardo Paes.

Semana passada saiu um trailer de filme de zumbi que se passa em São Paulo. Até aí, nada de mais. Passou o trailer e lá pelas tantas já esqueceram dele. Agora, saiu o que realmente era aquele vídeo: uma ideia imbecil de associar viciados em crack a zumbis, para alertar a sociedade blábláblá whiskas sachê. Bem, o que se faz com zumbi, mesmo?

Desistindo de ser zumbi pois morreria de fome no Brasil, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Juiz acha que novas leis devem surgir por causa do recuo das religiões

Um dos juízes mais experientes da Grã-Bretanha disse que o rápido aumento do número de leis nos últimos anos tinha sido necessário por causa da redução do percentual de pessoas religiosas. Isso porque essas religiões norteavam a população em eu comportamento ético.

De certa forma, ele tem uma certa razão ao falar isso, mas isso pode ser interpretado em mais de uma maneira.

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