Olá amiguinhos(as)!
A gente já viu muito sobre a fala e sua complexidade, mas ainda há muitas dúvidas sobre isso. E outro dia me deixaram encasquetada no twitter falando sobre sotaques. Então… Você sabe o que é sotaque?
Eu já disse que a primeira coisa que a gente aprende quando aprende a falar é a variante diatópica de lugar onde aprendemos a falar, ou seja, o dialeto. Isso inclui aprender as palavras e construções típicas dessa região, além da fonologia específica (por exemplo, se vai usar o "chiado" [o termo técnico é africada, em oposição às oclusivas, sem "chiado"] ao falar |tia|dia|). Mas o que mais faz diferença mesmo entre os dialetos e que mais "marca" a fala das pessoas é o sotaque.

Nós somos animais sociais. Aprendemos, quando nem humanos éramos, a confiar no bando. Nós ajudávamos a proteger o bando, o bando cuidava da gente. Aprendemos a reconhecer rostos, formas e a interagir com eles. Isso é importante na hora de nos protegermos. Mas, como é que o cérebro trabalha com isso hoje? Como sabermos em quem confiar?
O engraçado da Ufologia é que ela é que nem uma religião: os caras realmente acreditam naquelas bobagens, gastam seu dinheiro todo e por mais que você mostre o óbvio, insistem que não, não é fraude. "Discos Voadores existem. Meu pai viu um, eu filmei com meu celular vagabundo, de noite num lugar afastado, e minha mão tremia, mas dá pra ver o OVNI ali, você tem que acreditar em mim, pelo amor dos Greys!"
Esta semana me fizeram uma pergunta sobre a Super-Lua, quando a
Saiba, ó príncipe, que entre os anos em que os mares engoliram o Rio de Janeiro no último temporal e os anos do surgimento dos Filhos, Sobrinhos e Cunhados de Políticos, houve uma era inimaginada, quando reinos esplendorosos se espalharam pelo mundo como mantos azuis sob as estrelas. Para cá veio Cardoso, escritor mundialmente famoso autor de Por que todo idiota acha que é preciso ser famoso para ter muitos seguidores no Twitter.
Ontem o pessoal teve a triste notícia do passamento do ator e comediante Robin Williams. Vítima de severa depressão, Robin, ao que tudo indica até agora, suicidou-se enforcando-se com um cinto no pescoço, e tendo cortes superficiais nas partes internas do pulso esquerdo. O ator resolveu dar fim ao seu sofrimento, sua enorme tristeza, com sua vida e todos nós lamentamos muito.
Todo ano, se bobear, todo mês, ficam enchendo a bosta do saco com a Superlua. Eu não sei, isso parece ter algo com o Kal-El ter surgido nos EUA e viver à base de fast food. Então, nossa prestigiosa classe jornaleirística fica babando, pois arrumar reportagem de verdade é difícil e dá trabalho. O maneiro é postar qualquer besteira por aí e… EI! Tem umas parada aí de superlua, tá ligado?
O futuro é incerto, e ele não tem obrigação de ser gentil. Os governantes atendem (mais ou menos)a vontade do povo, mas só quando fica evidente que isso ferrará o próprio povo.