Analfabetismo científico é um termo que se refere ao baixíssimo conhecimento de termos, expressões e significados científicos ou mesmo o entendimento do que e Ciência. Algo como o Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e o Roger do extinto Ultraje a Rigor, criticando o Miguel Nicolelis, o cientista Kickboxer que não deixou pedra sobre pedra.
Em uma notícia saída na Folha, fiquei sabendo que muitos brasileiros têm sérios problemas de ler uma simples bula, por simplesmente não serem capazes de entender o que tem lá. Claro, isso esconde mais detalhes do que aparenta.
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O mundo é sinistro. Enquanto temos que a
O estranho mundo de Hades tem coisas que ninguém acredita. Depois de 500 anos de moderna medicina,m as pessoas parece que enlouqueceram e resolveram que o bom mesmo é como quando nossas tatatataravós davam à luz os bebês, num ambiente inóspito e prontos (mãe e bebê) para morrer de alguma infecção ou procedimento que dará errado.
O proto-indo-europeu é um idioma ao qual se atribui como raiz linguística e ancestral comum das línguas indo-europeias faladas pelos povos proto-indo-europeus, já que seria estranho indígenas brasileiros falarem este idioma. Durante o século XIX, a grande maioria do trabalho linguístico foi dedicado à reconstrução de suas “filhas”, como o proto-germânico, e na maioria das técnicas atuais de linguística histórica foram desenvolvidos como resultado.
Eu, particularmente, sempre achei que Curitiba, terra dos coxas brancas, era uma espécie de mitocôndria: está no Brasil apenas por estar, por alguma obra e graça da Evolução Biológica, tendo seu próprio DNA. Dá até vergonha imaginar uma comparação com o Rio de Janeiro, cidade onde o prefeitosco inaugura passarelas sem que elas estejam prontas para copa, tiram os semáforos da rua e vagabundo que se dane ao atravessar as pistas, que nem no jogo do Frogger.
Não há coisa pior que a vontade de querer acreditar em algo. A vontade de querer que o mundo tenha todos os problemas resolvidos de maneira mágica, sem ter que levantar a bunda do sofá, é tão grande que se aplaude qualquer besteira, por mais insana que possa parecer.
A gente dá espaço pro debate, e o pessoal bem que tenta e… Não, não tentam. Sua imbecilidade impede qualquer tipo de defesa de suas ideias, pois, não têm ideias e sim dejetos mentais. Curiosamente, esta ralé que defende arduamente a filosofia esquece que não basta ter uma… cahan… ideia. Tem que saber defendê-la. Mas não conseguem, e o resultado é ele, mais um, aquilo que vocês tanto amam!
Há muitas classes de pessoas que eu curto de montão. Uma delas é a casta dos filósofos, aquelas criaturinhas formadas nas faculdades de Filosofia, cuja formação só serve para dar aula de Filosofia. Analisando o histórico da Filosofia, em que ela ajuda, mesmo? Em um podcast, Neil diz que a mui importante Filosofia serve apenas para fazer perguntas ridículas e rasas feito um pires. Ele está errado?
Nós aqui temos um amor inenarrável por pseudocientistas. Sem eles, nosso site, mostrando o quanto esta gente é idiota, não existiria. Sendo assim, eu fui convocado, pois minha presença incrível, envolvente, culta, articulada e magnífica foi necessária ao pessoal do