No sacrossanto recesso e meu lar, leio a notícia compartilhada pelo Avelino, em que uma jornaleira d’O Globo fala dos índices de analfabetismo em adultos na Alemanha. Curiosamente (ok, não é curioso. É de praxe) o teto parece se contradizer às vezes. Ele fala sobre os altíssimos (para padrões da Europa) índices de analfabetismo da Alemanha. Mesmo porque, segundo a autora do artigo, é um país berço de muitos filósofos e escritores. Mostro para ela a taxa de alfabetização da Grécia nos tempos de Sócrates e de hoje?
Bem, estou meio sem ter o que fazer, então, darei uma repassada no artigo. Corta pra mim!

Muitas coisas estranhas nesse pessoal. Não sei se são dorgas, loucuras, doideiras ou ânsia de aparecer no Voz dos Alienados, numa espécie de ânsia de participar de algo. E como esse pessoal não tem nada para se destacar, nada é de onde não saem.
Analfabetismo científico é um termo que se refere ao baixíssimo conhecimento de termos, expressões e significados científicos ou mesmo o entendimento do que e Ciência. Algo como o Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e o Roger do extinto Ultraje a Rigor, criticando o Miguel Nicolelis,
O
O mundo é sinistro. Enquanto temos que a
O estranho mundo de Hades tem coisas que ninguém acredita. Depois de 500 anos de moderna medicina,m as pessoas parece que enlouqueceram e resolveram que o bom mesmo é como quando nossas tatatataravós davam à luz os bebês, num ambiente inóspito e prontos (mãe e bebê) para morrer de alguma infecção ou procedimento que dará errado.
O proto-indo-europeu é um idioma ao qual se atribui como raiz linguística e ancestral comum das línguas indo-europeias faladas pelos povos proto-indo-europeus, já que seria estranho indígenas brasileiros falarem este idioma. Durante o século XIX, a grande maioria do trabalho linguístico foi dedicado à reconstrução de suas “filhas”, como o proto-germânico, e na maioria das técnicas atuais de linguística histórica foram desenvolvidos como resultado.
Eu, particularmente, sempre achei que Curitiba, terra dos coxas brancas, era uma espécie de mitocôndria: está no Brasil apenas por estar, por alguma obra e graça da Evolução Biológica, tendo seu próprio DNA. Dá até vergonha imaginar uma comparação com o Rio de Janeiro, cidade onde o prefeitosco inaugura passarelas sem que elas estejam prontas para copa, tiram os semáforos da rua e vagabundo que se dane ao atravessar as pistas, que nem no jogo do Frogger.
Não há coisa pior que a vontade de querer acreditar em algo. A vontade de querer que o mundo tenha todos os problemas resolvidos de maneira mágica, sem ter que levantar a bunda do sofá, é tão grande que se aplaude qualquer besteira, por mais insana que possa parecer.