E aí, pessoal? É com grande satisfação que eu anuncio uma fusão. Os dois maiores sites de ceticismo e pensamento crítico da Internet brasileira estão se juntando para construir um megaportal com o melhor dos dois sites. Iremos ampliar muito a nossa posição na Internet e nas redes sociais. Estaremos em cima de cada notícia, cada boato, cada mentira descarada. Serão muitos artigos com o melhor do pensamento crítico e de divulgação científica.
Isso está acontecendo, porque o Gilmar Lopes resolveu mudar de atividade, preferindo explorar sua veia artística.
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As bolas em questão não são parte de sua anatomia, e sim um treco que inventaram para facilitar a lavagem daquela sua roupinha vagabunda, comprada na Citycol (Dica: se você não é do Rio e chegar aqui, pensando em comprar alguma roupinha, vá na Citycol. Moda de todos os tipos, preço em conta e qualidade fora do que você espera). Você, meu caro trabalhador que volta pra casa emporcalhado, taí a sua chance da Deusicleia economizar com o sabão em pó, o alvejante e a conta de luz.
E isso graças à incrível, mágica, revolucionária BOLA MAGNÉTICA!
Eu adoro eclipses. São mágicos, incríveis e fantásticos. As Leis de Newton em ação, dando um espetáculo. Para minha infelicidade, nunca vi um eclipse total do Sol. Já vi o da Lua, mas não é a mesma coisa. Mas eu tive quase isso quando era criança. Não ficou tudo escuro, mas vi através de um vidro escurecido com fuligem de uma vela o Sol ser "abocanhado", para depois voltar com toda a sua glória. Eu prefiro pensar que naquele momento eu quis ser cientista, para entender o porque daquilo estar acontecendo. Mas é uma competição desleal se comparar um eclipse com histórias de burros falantes, chuvaradas mágicas e zumbis palestinos. Os eclipses, pelo menos, existem.
O município de São Carlos tem a Universidade de São Carlos, que se especializou em pseudociência. A
O tosco mundo de Hades, Nosso Senhor, é movido à estupidez. Larga maioria da população é burra, e eu gostaria muito de dizer que isso é exclusividade de brasileiros, mas somos apenas os mais eficientes em incompetência. É difícil ser uma gota de informação nesse oceano de insanidade chamada Internet. É difícil competir com a maluquice degenerada, à solta e sem controle. Os veículos de informação veiculam tudo, menos informação. Ou veiculam, se entendermos que informação não é conhecimento.
Não há nada pior que pais incompetentes. Não há nada pior que um Estado que faz loucuras. Não há nada pior do que expor crianças e adolescentes aos perigos do mundo. É vergonhoso saber que tipo de sociedade nos tornamos. É lamentável termos que ver cenas todos os dias que nos afrontam, nos revoltam, nos causa asco. Um menino foi espancado e está com sério risco de morrer, num leito frio de hospital, e agora dor e ranger de dentes ecoam pelos corredores do Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. O menino está em coma induzido e não há muitas esperanças.
Eles crescem às sombras. Movem-se entre nós. Nós não lhes damos tanta atenção. São ridículos, poucos, desorganizados. Eles não oferecem perigo. São uma pífia demonstração ridícula que nunca será grande coisa. Não precisamos nos preocupar com eles.
Existem muitos mitos sobre a cidade de São Paulo. Uma delas é sua excelente culinária, sendo que os caras não sabem nem que que não se coloca purê em cachorro quente e ainda chamam biscoito de "tapa na cara". Chegaram a me falar das incríveis pizzas paulistanas, mas quando estive lá comi algo bem ruinzinho. Melhor pizza que eu comi foi em Paraty. Ponto! Aceitem o fato que as pessoas apenas são doutrinadas a achar que determinado mito é verdade universal, e acabam espalhando isso, como "São Paulo é terra de trabalhador", mas a realidade é a quantidade de manifestações no meio de dia de semana. Eu, como trabalho, não tenho tempo para manifestações.
Sábado de Sol… aluguei um caminhão… para levar a galera para comer feijão. Chegando lá, mas que vergonha, só tinha gente idiota comentando no meu site. E eu fiquei feliz. O pessoalzinho tosco está voltando, já que não precisam se registrar e, pensam eles, que estão livres de eu saber quem são, o que fazem e quantos neurônios possuem (algo acima de 3 e abaixo de 4). Alguns me xingam diretamente, mas isso é sem graça. Chamar "corno" não vale a discussão. Mas os insanos abaixo dá muito pano pra costurar o retardo mental dos religiosos fanáticos.
O que mais me impressiona no brasileiro médio é a sua estupidez galopante. A capacidade de usarem sua absurda condição em algum modo idílico de se acharem melhores que os outros, mais sofredores, mais heroicos, mais que todo o resto da população. Com o (des)caso da falta d’água em todo país, as pessoas começaram a ser criativas e sua arrogância as fez se mostrarem mais mendigas que a mendicância, como é o caso de um casal casado do estado de São Paulo que adaptou uma caixa de descarga para servir de chuveiro.