Jesus disse: “Eu sou a luz que está acima deles todos. Eu sou o todo: o todo saiu de mim e o todo se reuniu a mim. Rachai uma madeira: eu estou ali. Levantai uma pedra e me achareis”.
As correntes cristãs normalmente sentem coceira ao sequer saber da existência do Evangelho Apócrifo de Tomé, também chamado de Evangelho Gnóstico de Tomé. Ele, claro, não foi escrito por Tomé, mas Mateus também não escreveu o Evangelho de Mateus, nem João, nem Lucas nem Marcos e boa parte das epístolas paulinas não foi escrita por Saulo de Tarso.
A ideia que Deus estaria em qualquer lugar, até debaixo de uma pedra, nunca agradou a qualquer elite religiosa. Sem igrejas monumentais, sem poder sendo exercido. Hoje, no século XXI, nem sempre apelam para imensas catedrais. Agora é aplicativo para celular, vídeo no YouTube e até dízimo online.
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Qualquer artigo que se escreva ou vídeo que se poste, religiosos vêm em massa. Vejam o caso do
A China não tem lá muito amor por religiões, dada a sua vocação comunista de não ter ninguém competindo com o Deus-Estado. Não porque sejam contra cristãos, eles são contra todo mundo mesmo, de do jeito que temos visto religiosos fazendo merda, fico em dúvida se eles não têm um bom motivo… ok, não têm, mas não que os religiosos não insistam em dar boas razões para serem mal vistos.
Eu adoro filmes de exorcismos. Todos, sem exceção, mesmo os mais toscos. Adoro ver aquele monte de padres babacas brigando com um ser demoníaco mega-foderoso, com Deus não dando uma ajudinha sequer, e o padreco se mostra mais foda que o Cramunhão. Sim, eu gosto mesmo daquele monte de bobagens pelo monte de nonsense que tem lá. Entretanto, tem gente que fatura uns bons dinheiros fazendo exorcismos, atividade que está cada vez mais rentável, principalmente na França.
Eu pensei que o
FUD é acrônimo para Fear, Uncertainty and Doubt (Medo, Incerteza e Dúvida). É algo que é usado desde séculos atrás, como veículo de propaganda, que não foi inventada no século XX. Ramsés II já usava propaganda para dizer o quanto ele foi um general fodástico na Batalha de Kadesh. Tudo bem que os Hititas fizeram a mesma coisa, e como naquela época não tinha Google, ficava difícil dizer o que acontecia fora do vilarejo.
Sim, pessoal, estamos de volta. Faz muito tempo, e as coisas têm andado muito devagar. Os trolls da Internet estão mais preocupados com o arranca-rabo presidencial, com Lula sendo preso amanhã, Rodrigo Maia fazendo cosplay de Grande Líder da Melhor Coreia, Gretchen voltando a ser símbolo sexual (benzo-me) e – imagino eu – Collor fazendo dancinha e dando gargalhadas em casa.
Cotas é o tipo de coisa que eu sempre achei idiota. Não porque eu ache que pobre não pode ter acesso ao Ensino Superior. Sou um democrata, e acho que todos têm que ter chance; por isso, eu prefiro o vestibular, que é igualitário: uma prova para todo mundo. Sendo assim, era preciso um ensino que prestasse. Mas, ok, implantaram as cotas. Terão tempo de melhorar o ensino, certo? Errado! Tiveram, mas não melhoraram. Toma mais cota aí! (Entenderam por que eu sou contra?)
O Brasil do coitadismo acha que se você é incapaz de produzir algo com o seu dinheiro, então, é um direito divino que o Estado lhe dê esse dinheiro, mesmo quando você pode fazer de qualquer forma. Como a onda agora é ser youtubeiro e produzir apps, o Ministério da Cultura vai desembolsar bons reaizinhos para o pessoal produzir produções não necessariamente produtivas.