O "bom", "justo" e "misericordioso" deus Javé, o glorioso Senhor dos Anéis Bíblico, jamais poderia ter confiabilidade científica. Podem alegar o que quiserem, podem ranger os dentes, estrebucharem e reclamar o quanto quiserem. Por mais que os defensores do Design Intelijumento (aquele que foi engenhosamente planejado para nos dar uma postura ereta e de presente ganharmos dores nas costas, partos dolorosos e incapazes de muita velocidade) queiram defender a tese de um ser poderoso e enormemente inteligente para conduzir nossos caminhos, a verdade é que o bom deus G-Ová jamais passará pelo crivo do método científico.
Sim, isso mesmo. A Academia não pode aceitar o bom Elohim porque seria tido como farsante e os motivos eu mostro a seguir:
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UFA! Desde agosto não temos um Voz dos Alienados. Eu até estava pensando se ia terminar o ano sem o melhor exemplo da estupidez humana, mas eles nunca nos decepcionam… pelo menos, não nesse sentido. De qualquer forma, ia ficando triste e desolado. Poxa, Papai Noel, nem um retardadinho para eu ficar tripudiando neste final de ano? Pô, cora, dá uma força, vai!
Sejamos honestos: a Bíblia é uma obra monumental. Eu não preciso levar tudo aquilo ao pé da letra para reconhecer o impacto em termos de criação cultural humana. Assim como os grandes livros como os Upanishads, Bagavad-Gita, o Gilgamesh etc, a Bíblia… na verdade, os livros que a compõem, formam um registro do pensamento do Homem do Oriente Médio no século 6 AEC até o século 1 EC. Mas há um certo detalhe que poucos viram. O Velho Testamento é muito mais imperioso, colossal, fantástico, incrível, estupendo e magnífico. O Novo Testamento? Nah. Nada lá nessas coisas.
Boa parte dos religiosos são contra homossexualismo, mas fazem vista grossa quando o assunto é o que fazer com eles. Normalmente, fingem não saber o que tem em levítico e no Deuteronômio. Entretanto, um desses pastores, pelo menos, é honesto ao dizer que a Bíblia manda matar homossexuais, afirmando em seguida que isso está certo e assim o mundo ficaria livre da AIDS e das cáries.
Todo mundo quer ser revolucionário, principalmente quem é franguinho de apartamento, que mal sabe quanto papai e mamãe gastam com o toddynho deles. A geração mimada, criada à base de leite-com-pera e ovomaltine, que não sabe ficar sem seus iTrecos e uma conexão wifi querem mudar o mundo. Primeiro, foram aquelas
Religiões, de uma maneira geral, odeiam a Ciência. A Ciência, com o simples ato de questionar, joga por terra todo o princípio da religião, que é a fé cega. Mas a fé cega tem limites e a ânsia de fazer com que todos acreditem em algo tem que passar por algum crivo de sustentabilidade. Assim, quando religiões tentam usar a Ciência ao seu proveito, precisam fazer malabarismos, ou ficará o provado a farsa que são. Por isso os Criacionismo tirou a carta do DI< fingindo que aquela bosta é científica, quando não passa de um truque barato, e se formos examinar as estrelas do Design Inteligente, como Eberlin ou o Enézio, veremos que suas produções científicas sobre Criacionismo é zero, mas usam seus títulos para justificar suas insanidades.
A cara-de-pau de certa gente me assombra. E muito pior é a tendência brasileira retardada de bater palma pra maluco dançar, com a velha desculpinha dos ignorantes "vai que é verdade?". NÃO! Não é verdade, nenhuma porcaria de avião vai cair na porcaria da Avenida Paulista, ainda mais num lugar onde já NÃO PASSA merda de avião nenhum! Mas o brasileiro é um povo tosco. O povinho ridículo que adora´comprar jornal para ler horóscopo, os gols do campeonato e a gostosa do dia.
Ainda ontem eu noticiei o caso do
Eu sempre achei que religião é igual a pênis: Tenha uma, sinta-se no direito de se orgulhar dela, mas não tente enfiar nos outros que isso não é legal. Então, a escumalha criaBURRIcionista, no uso de suas tosqueiras, insiste em enfiar aquela porcaria que diz que morcegos
Um estudante universitário profundamente cristão em Oklahoma, EUA, teve um surto. Nada demais como sempre. Ele só decapitou o amigo dele (imagino se fosse inimigo). Mas, claro, ele não é cristão nem escocês de verdade. A alegação é do moleque que perdeu a cabeça metaforicamente e fez o outro perder a cabeça literalmente é que o outro praticava bruxaria (e provavelmente pesava mais que um pato).