O debate é uma das maiores conquistas dos seres humanos. Nós aprendemos a dialogar, aprendemos a expor ideias e compartilhá-las. É dessa troca, dessa interação que descobrimos muitas coisas. O problema é que isso é lindo no papel (ou numa postagem de blog), mas as pessoas tendem a ser tirânicas com relação à opinião alheia.
Volta e meia me perguntam como abordar um tema num debate, como atacar o oponente, como expor suas ideias. Eu normalmente não respondo este tipo de pedido, porque, filhos, quem entra na chuva é para se queimar (MATHEUS, V.). Se você não tem condições, pense duas vezes. Mas isso não impede de eu dar dicas básicas. Não será um compêndio total e profundo de coo debater pela Internet, mas ajudará bastante.

Eu tenho um bocado de coisas que eu vejo noticiar que armazeno para ler depois. Então, vendo este monte de notícias sobre a façanha da New Horizon, sobre o que mais eu poderia escrever a não ser sobre… lagostas?
"Floquinhos de neve" é um termo surgido nos tempos ainda do Orkut (que Deus o tenha. Sabendo em qual comunidade entrar, aprendia-se e ensinava-se muita coisa). "Floquinho de neve" porque qualquer coisinha os deixava magoadinhos, e eles se derretiam. Outro termo surgiu para isso: "geração leite-com-pêra", pois vovó já traz tudinho pronto pra eles, essas fofuras. Esses anjinhos caídos do Céu (dica: Lúcifer foi o primeiro).
Qualquer um que teve filhos sabe que bebês são pequenas máquinas de chorar, beber leite e fazer cocô. Não necessariamente nessa ordem e, às vezes, tudo ao mesmo tempo. Aquelas coisinhas lindinhas (ou pelo menos nos parecem assim por causa de bilhões de anos de evolução biológica, produzem verdadeiras catástrofes ecológicas em suas fraldas e agora tudo aquilo pode ser um aliado da medicina.
Desde detergentes até máscaras contra gases, os fenômenos de superfície são responsáveis por muito de nossa vida moderna. Mas não só ela. Insetos fazem uso dela, mesmo sem sequer saber disso. Qual a semelhança entre maionese e o que faz um inseto jesus-like caminhando sobre a água? Por que certas crendices da sua avó não são tão crendices assim?
Convenhamos, Robocop é legal, mas ainda falta umas coisinhas básicas. Como aparecer numa explosão de chamas dizendo "Behold, you filthy mortals!". Se fizesse isso, a criminalidade acabaria mais rapidamente. Mas não! Tinham que colocar um ser humano zoado numa máquina mais zoada ainda!
Passaram muito tempo me perguntando como aviões conseguiam voar. Todo mundo achava que era por causa das asas (o que é certo) somados ao princípio de Bernoulli (o que é meio certo). Descrevi o processo
Existem regas que, se forem seguidas, evitam muitos embaraços. A principal delas é "Everybody knows you never go full retard". Só que o pessoal filhote de Lênin esquece disso (ou nunca se lembraram). Tudo bem que eles não têm uma boa relação dom o Cristianismo, mas ter um pouco de noção seria legal, não é mesmo, Evo?
Sim, isso mesmo! Melhor que você, sim! Você e seu smartphone seriam incapazes de fazer um simples machado de pedra. Não, ver tutorial no YouTube não vale. Mas bonobos são, e não fazem só uns gravetos toscos. Eles realmente usam de tecnologia, já que tecnologia não é ficar acessando Facebook ou postar foto pelado no snapchat. Eles constroem e utilizam vários tipos de ferramentas, ainda que rudimentares, mas qual de nós consegue construir um computador do zero?
Jim Carey já teve seus momentos de fazer as pessoas rirem. Normalmente em seus filmes. Pena que Hollywood esqueceu dele, dando chance a outros atores sem graça, de preferência que não copiem Jerry Lewis. Só que Jim quer contar suas insânias para fazer as pessoas rirem de novo. Pelo menos, é assim que eu interpreto, pois ele não pode ser tão estúpido em voltar com aquele lenga-lenga que vacinas têm mercúrio.