Imaginem se pudéssemos controlar os seus genes com luz. Apenas luz. Tá, ok, não é apenas luz, mas seria legal mesmo assim. Isso pode beirar a ficção científica, mas tem sólida base científica. Isso é chamado "optogenética", em que podemos usar canais ativados pela luz, com comprimento de onda bem definido, de forma a a conseguirmos uma expressão de alguns genes. Com isso, podemos usar a optogenética para analisar neurônios de alguns animais, controlando os seus eventos elétricos e bioquímicos, modulando comportamentos. Mas antes que pergunte, não. Usar ligar uma lanterna na cara do seu cunhado não o fará ir buscar cerveja. Tente ameaçá-lo com violência física apelando para uma lanterna pesadona.
Então, vem a grande pergunta: Como a optogenétca funciona? Ninguém sabe todos os detalhes, sorry. No máximo, sabe-se que tal técnica se baseia em proteínas derivadas das rodopsinas, proteínas encontradas nas células bastonetes, encontrados no epitélio pigmentar da retina dos olhos.
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Sim, eu sei que vai ter mimimi porque não farei vídeos de novo. Como coisa que eu tenha todo o tempo do mundo. Não importa. Eu poderia dizer que o conteúdo é melhor que a forma, mas serei honesto e darei o verdadeiro motivo: Esta porcaria de site é meu e faço o que eu quiser.
Demorou um tempo para entender por que brasileiros costumam chamar técnicos de futebol de "professor" Como temos quase 200 milhões de técnicos de futebol, temos 200milhões de especialistas em Educação e Ensino. Todo mundo sabe como o professor deve trabalhar. Ou, não mínimo, sabe quando o professor NÃO SABE trabalhar, mas não consegue apontar o que ele deve fazer.
Existem dois mundos no cenário educacional. Aquele incrível que foi criado pelos teóricos da Educação (os que nunca colocaram os pés num colégio para ensinar, e possivelmente nunca para aprender), cheios de experimentos, testes, análises e ideias mirabolantes. E tem o mundo real.
Na sexta-feira, os juízes da Suprema Côrte dos Estados Unidos determinaram que, sim, a Constituição garante direitos civis a todas as pessoas, independente quem sejam essas pessoas. Partindo disso, o pessoal reclamou, chilicou, se rasgou todo; mas o que significa isso? Qual o paralelo que podemos traçar com Martin Luther King e a luta pelos direitos civis dos negros? É o que você vai assistir em mais um vídeo.
Hoje, a lei 16.222/2015, do vereador do município de São Paulo, Laércio Benko, foi publicada no Diário Oficial do Município. De acordo com a lei, fica-se proibida a produção e a comercialização de foie gras, uma espécie de patê feito de fígado de ganso ou de pato. Além disso, a lei também veda a comercialização de artigos feitos com pele de animais.
Nossa presidente é uma maravilha com as palavras. Seus discursos seguem as finas minúcias da Última Flor do Lácio. Por causa disso, muitas vezes, ela é criticada, mas eu nem sei por quê? Pessoal reclama muito. Bem, terça-feira próxima passada, nossa excelentíssima chefe de Estado estava presente na abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (uma espécie de OlimCapiaus). Como ela esquece de meter o pé na boca em determinadas situações, falou benzão da mandioca, Hades sabe o porque.
A tara do pessoal, principalmente de Humanas, atualmente é sobre o uso da maconha medicinal. Alegam servir pra tudo, de espinhela caída até treco, ziquizira, mau olhado e uma ou outra doença, inclusive câncer; afinal, todo remédio milagroso TEM que curar o câncer. Maconha medicinal parece que veio junto com as tábuas da Lei (se bem que tem quem diga que
O mundo anda chato. E isso é devido a pais retardados que dão ouvidos a pedagogas alucinadas. Nada pode. Chamar atenção da criança magoa, falar bravo magoa, colocar de castigo magoa, até a mágoa magoa. Os educadores-que-nunca –lecionaram não entendem que o objetivo é magoar, mesmo; de forma que a criança tenha um vislumbre que fez caca, ou uma punição deixa de ter sentido.
Eu prometi, eu cumpro. Mais um vídeo para vocês. Dessa vez, com alguns outros comentários sobre o disse-me-disse do Ricardo Boechat e o magnífico e histriônico Silas Malafaia.