Vencedores da olim-piada de Matemática recebem dinheirão do CNPQ

Sim, isso mesmo que você leu. Como o Fantástico não dá direito a pedir música quem vence uma Olimpíada de Matemática, o CNPq ficou solidarizado e resolveu dar um dinheiro para os ganhadores. Sendo assim, o Programa de Iniciação Científica da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP ) dará continuidade à formação matemática dos estudantes medalhistas da OBMEP por meio de um mimo: A concessão de bolsa de Iniciação Científica Junior. Legal né? É o Brasil reconhecendo o potencial de seus futuros cientistas.

Ah, sim. Vocês sabem quanto é, em valores de din-din, uma bolsa de Iniciação Científica Júnior? 100 reais. Isso mesmo. Duas notas de cinquentinha. 5 notas de 20 reais.

Metendo a mão no bolso e sentindo que lá dentro só tem uma ficha telefônica velha, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Brasil se F… no PISA. DE NOVO!

O Brasil bem que poderia desistir e virar uma grande colônia agrícola, mas nem isso pode fazer porque não é capaz de plantar, pois isso dependeria, no mínimo, de saber contar as sementes. Também teremos problemas com fertilizantes, engenharia genética para melhores e mais resistentes safras… enfim, no máximo estamos reduzidos ao seu João, pedreiro bom e trabalhador, que para fazer um muro de 1,5 x 2 metros pede um milheiro de tijolos.

Saiu mais um resultado do PISA, a avaliação internacional que é usada para medir a ignorância brasileira, sempre tirando os “melhores” lugares possíveis. E no ensino de Ciências, claro, não poderia ser diferente no país que a odeia: tiramos último lugar.

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Livro contra racismo é proibido por ter palavra feia

To Kill a Mockingbird (no Brasil, O Sol É Para Todos) é uma obra-prima de Harper Lee, lançado em 1960 e ganhador do prêmio Pulitzer. O livro gira e torno de temas complexos como racismo, estupro e preconceito. Tom Robinson, um homem negro, é acusado de estuprar uma jovem mulher branca. A ele cabe o advogado Atticus, um homem branco. O negócio não prestou, sendo Atticus e sua família acusados de serem “amantes de negros” (nigger-lovers). É um livro emblemático, apesar de ter poucos ensaios e teses literárias sobre ele.

O que é um libelo contra o preconceito, agora ficou proibido no estado do Alabama, EUA, porque papais toscos acharam muito ofensivas as palavras com N (nigger). Afinal, vilões não podem usar linguagem feia. Tem que ser bonzinhos e não podem tratar mal aos amiguinhos.

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Como é feita a datação de fósseis?

Fósseis são vestígios de seres vivos que viveram há muito, muito tempo. Desde um esqueletão de dinossauro até pegadas, passando por impressões “carimbadas” na rocha e até mesmo pinturas rupestres. São as verdadeiras amostras de vidas passadas que são analisadas pelo presente. Paleontólogos estudam fósseis e a sua primeira pergunta é “quando eles viveram”.

Há muitas técnicas para se datar fósseis, como o famosíssimo Carbono-14. Mas existem outros métodos. Bóra conhecer um pouco mais sobre eles. Esta é mais uma edição do seu LIVRO DOS PORQUÊS em vídeo.

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Narcisistas adoram tirar onda em redes sociais

O título parece um sonoro lampejo do óbvio. Talvez porque seja, mesmo. Mas Ciência é baseada em testar hipóteses, por mais óbvia que pareçam. Sendo assim, pesquisadores começaram a estudar pessoas e suas relações com redes sociais e chegaram à conclusão que narcisistas adoram tanto a si mesmos que fazem de tudo para aparecer, inclusive enchendo a droga do saco, de forma que você e todo mundo saibam disso.

Desde o número de amigos, até a quantidade de postagens por dia (normalmente, um monte de inutilidades, lixo e merda em geral), tudo isso já vem sendo tabulado há muito tempo em cerca de mais de 60 estudos. Agora, uma revisão completa e tabulação desses dados dá maior acurácia ao que vem sendo analisado nesse tempo todo.

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Homens e mulheres enxergam de forma diferente

Homens e mulheres veem o mundo diferente, veem cores diferentes (elas insistem em aberrações tipo “rosa bebê”, “azul calcinha” e “fúcsia”). Mais do que isso, homens e mulheres processam informação visual realmente de forma diferente, isto é, se ambos virem um rosto, por exemplo, eles absorvem e processam as informações captadas, sugerindo que, sim, Tumblr que se dane, gêneros diferentes enxergam diferente, e não será seus chiliques que mudaram a biologia.

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Gente que se ferrou no ENEM acabou no curso de Pedagogia. Que maneiro!

Diz um antigo, e estúpido, adágio que se você não serviu para nada, acabará sendo professor. Não é que não esteja errado, está, a não ser que você coloque pedagogos (desculpem a má palavra) na relação de professores. Os filhotes de Paulo Freire, com seus construtivismos e sócio-interanaputaquepariuismos acham que são mais professores do que os outros, sendo que foram péssimos alunos já no Ensino Médio.

Dados levantados pelo INEP, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, mostram que cerca de 19% dos candidatos do Enem 2014 que ingressaram em uma graduação de Pedagogia no ano seguinte não conseguiriam sequer um certificado de Ensino Médio com a nota do exame, a qual foi uma sonora bosta. Tiraram até 450 pontos, levando em conta a média aritmética das quatro provas objetivas e da redação. Achou ruim? Lembre-se que esse pessoal será responsável por educar o SEU filho.

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Cientista japonês estuda parasita em peixe invasor por falta do que fazer (sério!)

Cientistas da Universidade de Hiroshima estão radiantes com o que encontraram. Foi identificada uma nova espécie de parasita que infecta um peixe de água doce invasivo na ilha subtropical de Okinawa, no Japão. Ou seja, o invasor que invade outro invasor tem 100 anos de perdão. Isso é muito legal! Além de me ajudar a fazer trocadilhos impróprios, nos ajuda a entender como parasitas saem parasitando por aí, indo parar em outros lugares que normalmente não deveriam estar lá.

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Jornaleira acha que pedras terão vida

Nada pior pro jornalismo científico que jornaleiro pseudocientífico. Esta raça ignorante não entende picas do que se propõe a escrever e, não-raro, sai um monte de besteiras insanas.

O caso de hoje é com a New Scientist, em que a jornaleirinha descolada entrevistou um cientista, não entendeu nada do que ele falou, leu o título a publicação e trocou os cascos dianteiras pelos traseiros achando que qualquer hora teremos vida baseada em silício; ou seja, que qualquer hora teremos pedras vivas.

Atirando pedras bem mortas em jornaleiros idiotas, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Pesquisa levanta dúvidas sobre dados de câncer de próstata na Inglaterra

Câncer de próstata é uma bosta, como todos os cânceres que acometem pessoas que foram desenhadas por um projetista inteligente, mas tão inteligente que fez a uretra passar por esta droga de órgão. E se você é homem, toma vergonha e consulte um urologista. O recomendado é exame, SIM AQUELE EXAME, aos 50 anos; ou aos 45 se tiver casos na família (majoritariamente pai e irmão). Se não tiver, um exame PSA é o suficiente para se ter uma ideia. Lembre-se: pare de frescura que o médico não vai contar para ninguém. Ele não conta nem sobre o seu péssimo gosto para cueca e o estado dela.

Normalmente, homens negros são três vezes mais propensos a desenvolver câncer de próstata do que outras etnias. A questão é que eles acabam sub-representados e os dados acabam se tornando falhos. Isso porque remédios acabam não tendo a mesma eficácia para pessoas de etnias diferentes. Racismo? Não, genética. Vá discutir com sr. DNA.

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