Uma das bobagens mais densamente replicadas é que o Homem não pôde ir à Lua por causa do Cinturão de Van Allen, já que a radiação lá tostaria qualquer um. Obviamente, isso é de uma estupidez galopante e eu explico isso em meu vídeo. Claro, a radiação está lá, mas cientistas são um pouquinho mais espertos que um idiota que cursou um tosco Ensino Médio em colégio público de periferia, mas que se acha esperto porque viu um vídeo no YouTube. E se um vídeo no YouTube prova alguma coisa, o meu também serve como parâmetro e terá que ser aceito.
De qualquer forma, indo para Marte haverá bem mais radiação. Sendo assim, o que a NASA busca é minimizar (ou anular completamente, de preferência) os seus efeitos. Continuar lendo “NASA pesquisa como dar um jeito na radiação marciana antes de levar astronautas pra lá”

Um barulho no meio da noite. Um farfalhar. O medo se faz presente nas crianças pequenas. Pazuzu resolveu aterrorizar as pobres crianças, pois assim elas dariam o melhor que ele poderia ter: suas almas. Mas um demônio não pode simplesmente arrancar a alma de alguém, sem mais nem menos. Almas têm que ser ofertadas, principalmente no suicídio, já que a alma torturada no inferno é facilmente possuída pelos seres das Trevas. Pazuzu então encontra uma brecha incorporando na avó das crianças. As crianças com medo fogem e pulam pela janela. Pazuzu conseguiu o que queria… ou quase!
Uma das ideias estúpidas que se tem é que humanos se diferem de outros animais por causa das relações sociais que os primeiros conseguem estabelecer. Só se for xingar muito no Twitter e produzir textão fanfiqueiro no Facebook. Eu nem vou falar dessa vez de vespas, abelhas e outros insetos sociais. Baleias e golfinhos vivem em grupos sociais bem unidos (talvez mais até que você e sua família). Eles mantêm relações complexas, trocam ideias e conseguem até mesmo desenvolver dialetos regionais.
O quanto você acha que é responsável pelas suas decisões? Totalmente? Claro, porque ninguém faz a sua cabeça, certo? Olha, tenho más notícias: você é, sim, influenciado por outras pessoas. Mesmo sem saber.
O brasileiro tem sérios problemas em entender como a mais básica atividade humana funciona. Não, não estou falando de ir ao banheiro (se bem que larga maioria não sabe que é necessário dar descarga e lavar as mãos direito). Estou falando de política. Brasileiros ainda não entenderam como ela funciona, por isso, ainda ficam chocados com o que acontece nas notícias ou quando sai foto do Lula defendendo o Temer, PSDB se aliando ao PT etc.
A Áustria é um lugar legal; uma espécie de Alemanha depois do Prozac. Eu jamais poderia imaginar algo de ruim saindo da Áustria. O problema com as altas imigrações islâmicas para a Europa e o respectivo aumento da taxa de ações terroristas também, mas lacradores dizem que é coincidência, países começaram a proibir o uso de véus, niqabs e principalmente burqas, já que estas últimas escondem todo o corpo e vai lá o que se esconde debaixo daquilo tudo?
Este é um drama, uma tragédia, ainda que não grega. Começa com dois irmãos. Gêmeos. E eles compartilharam o mesmo destino. Temos a mãe e o pai, que ainda que tivessem boas intenções (talvez?) sabemos qual lugar quentinho e aconchegante é formado por essas boas intenções. Temos um médico incompetente e um psicólogo sádico. Tudo isso num horrível show de horrores que foi tido como um dos experimentos mais cruéis da história.
Eu rio muito com certas atitudes. A tendência de se achar especial, único e inigualável leva a atitudes bizarras, tolas e totalmente idiotas. Pessoal se acostumou ao seu mundinho e acha que o mundo de verdade se regra pelo que eles se acham nos seus feudos. E a classe dos cientistas está nessa fase.
Em 1948, Bertrand Forer deu aos seus alunos um teste. Este teste visava medir o comportamento deles e os alunos tinham que marcar o quanto o texto acertou sobre eles. Quase todos os alunos disseram que o texto tinha muito a ver com eles. Ao solicitar que os alunos trocassem os papéis, eles viram que era o mesmo texto,. Um texto genérico que podia ter tudo a ver com qualquer um, basicamente o motivo da astrologia “funcionar” com as pessoas.