Segundo clériga episcopal, Deus tem peitão

Uma das grandes questões teológicas é sobre se Deus é menino ou menina. Bem, em tempos politicamente lacradores, é melhor não se discutir muito sobre isso, e foi o que fez a Igreja Episcopal na Diocese de Washington, D.C.. Eles resolveram a parada por decreto (não que tudo o que as religiões têm decidido nos últimos milênios não tenha sido assim). Eles aprovaram uma resolução na semana passada para parar de usar pronomes masculinos para Deus em futuras atualizações de seu Livro de Oração Comum, em que ficou-se determinado a não se usar mais “linguagem de gênero para Deus”. Ou seja, os membros da igreja fizeram um Tumblr religioso.

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Jesus sacaneia pobre alma e manda o cara largar o volante pra causar acidente

Jesus é um cara legal. Tudo bem que ele não teve grandes contratos como carpinteiro, não teve total sucesso como Deus e, pelo visto, até para motorista o Nazareno tomou um pwned. Que o diga um camarada que foi naquela de “vai com Deus” e entregou o volante pra Jesus. O resultado foi um acidente digno de filme da Marvel. Jesus, você não devia ter enchido a cara de vinho, irmão!

Dirigindo a loucura nossa de cada dia, esta é a sua SEXTA INSANA.

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Muçulmano fica bolado por mulheres gostarem de ver perna de homem

O mundo muçulmano é… interessante. Ele estacionou na sua Idade das trevas e eu estou esperando quando se dará o seu Iluminismo. Se bem que eu acho que está no caminho contrário. Já teve seu Iluminismo, passou por sua Renascença e agora está na Idade das Trevas. Próximo passo é saírem para comer raízes cruas. Enquanto isso, clérigos ficam interpretando seu livro que é taxativo em dizer que não é pra ser interpretado, inventando que mulheres muçulmanas que dão uma secada nas pernas saradas de jogadores de futebol estão pecando severamente.

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A Falácia da Poça D’água

Chamamos de Falácia da Poça D’água a tentativa imbecil de achar que tudo o que tem no universo foi feito para nós, já que parece que tudo está de acordo com as nossas necessidades, pois somos incríveis e especiais.

Obviamente, isso é de uma arrogância extrema, pois se todo um Universo foi feito apenas por causa de ridículos seres humanos, houve um imenso desperdício de espaço.

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Nigeriano entra na porrada por transformar amiguinho numa cabra

Eu adoro a África (mentira. Eu não quero ir pra lá, e você também não. Você quer é ir pra Nova York que eu sei!). A África é um continente todo zuado; uma espécie de Brasil em níveis continentais (até o formatinho é parecido!). Lá ainda temos tribos vivendo como no tempo das cavernas (não muito diferente de nossos índios daqui), em que alguns chefes governam com mão de ferro e bem gostam das maravilhas e tecnologia ocidentais (como nossos índios daqui), vivendo muito bem, obrigado, e a grande maioria da população tribal ainda vive como seus antepassados viviam há milênios (como nossos índios daqui), ainda mantendo crenças tolas e rudes, como… adivinhe!

Enquanto na Gâmbia o governo persegue bruxas, na Nigéria um zé ruela foi pego de porrada porque transformou um outro sujeito em uma cabra. Dá gosto de morar num lugar civilizado assim!

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ENEM 2017: Brasil mostrando o que tem de melhor

Que o sistema educacional brasileiro é uma mistura de show de horrores e uma ópera-bufa, não temos a menor dúvida. Todo ano o ENEM mostra a tristeza patética na qual nos encontramos. Alguns otimistas veem que as coisas estão melhorando. Já os realistas nos baseamos em fatos como só ter havido apenas 53 provas que foram gabaritadas pelos alunos. Já em termos de redação, mais de 309 mil tiraram zero.

Digam a verdade: vocês sabiam que eu ia gravar vídeo sobre isso, né?

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Oceanos, chuvas e clima do passado, hoje e sempre

Se você estudou num colégio decente, você aprendeu sobre ciclo da água. Se não estudou, provavelmente está perpetuando esta bobagem de “a água está acabando” e fica com receio de dar descarga, achando que cada vez que você puxar a cordinha o mundo estará próximo de virar um deserto. Claro, os sistemas pluviais e correntes oceânicas estão mais interligados do que você pensa, já que as mudanças nas correntes oceânicas no Oceano Atlântico influenciam a precipitação no Hemisfério Ocidental, e esta “ligação” está ativa há milhares de anos.

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Guerra de Classes: Como lacrador de classe média odeia pobres e ricos

As pessoas escolhem bandeiras. Normalmente, elas dependem da área de conforto, acreditando em qualquer bobagem que lhe colocam no colo, principalmente por um fenômeno muito presente: pensar cansa e muitas vezes dói. Isso aliado à brutal ignorância em Matemática além de um desconhecimento de uma coisa chamada “Realidade” faz com que muitas bobagens sejam repassadas. Uma delas é a que diz que super-ricos pagam menos impostos que os mais pobres. Você concorda com isso?

Se concorda, tenho péssimas notícias para você.

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Gâmbia descobre a cura da AIDS mas a máfia de branco se recusa a aceitar (ou não)

República da Gâmbia é um pseudopaís localizado na região leste da África. Esta tristeza tem pouco mais de 2 milhões de habitantes, mais ou menos a população do bairro de Jacarepaguá no Rio de Janeiro, com uma densidade populacional de 140 hab/km² o que não é tão ruim assim, pois o pessoal meio que fica longe de você. Seu PIB é de ridículos 1,3 bilhão de dólares e lá na rabeira do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Aquela porqueira não produz nada que preste a não ser ditadores, como acontece em 99% da África e se você nem tem o direito de achar ruim, pois sequer sabe localizar num mapa mudo e muito menos o nome da capital (é Banjul, mas eu tive que consultar).

Em 1765, a Gâmbia tornou-se colônia britânica, só se tornando independente do Reino Unido em 1965, tendo 3 “presidentes”. Um governou por 20 anos, o segundo foi eleito para em seguida ser derrubado num golpe de Estado por Yahya Jammeh, que também ficou no cargo por 20 anos, tendo saído ano passado. Jammeh fez muitas coisas dignas de nota, e nenhuma delas pode ser considerada legalzinha, como obrigar milhares de pessoas portadoras do HIV a se submeterem a tratamentos com uma mistura de ervas que ele mesmo inventou.

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Universidade de Oxford acha que mulheres são burras demais para fazer provas junto com homens

Eu achava que, independente do gênero, raça, cor e credo, pessoas são capazes de alcançar maravilhas (foi o Jor-El quem me ensinou). A História está cheia de mulheres matemáticas brilhantes, como Sophie Germain, por exemplo. Mas eu achei que isso podia acontecer até os dias de hoje. Tenho que admitir que, às vezes, muito raramente, eu cometo erros. E a prova disso foi o que aconteceu em Oxford. Lá, eles acharam que mulheres são burras demais para fazer provas nos mesmos moldes que homens. Dessa forma, as mulheres passaram a ter direito a um tempo de prova quinze minutos a mais que os homens, de forma a diminuir o vácuo entre os dois, o que chamam estupidamente de gender gap.

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