Uma das grandes questões teológicas é sobre se Deus é menino ou menina. Bem, em tempos politicamente lacradores, é melhor não se discutir muito sobre isso, e foi o que fez a Igreja Episcopal na Diocese de Washington, D.C.. Eles resolveram a parada por decreto (não que tudo o que as religiões têm decidido nos últimos milênios não tenha sido assim). Eles aprovaram uma resolução na semana passada para parar de usar pronomes masculinos para Deus em futuras atualizações de seu Livro de Oração Comum, em que ficou-se determinado a não se usar mais “linguagem de gênero para Deus”. Ou seja, os membros da igreja fizeram um Tumblr religioso.
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Chamamos de Falácia da Poça D’água a tentativa imbecil de achar que tudo o que tem no universo foi feito para nós, já que parece que tudo está de acordo com as nossas necessidades, pois somos incríveis e especiais.
Eu adoro a África (mentira. Eu não quero ir pra lá, e você também não. Você quer é ir pra Nova York que eu sei!). A África é um continente todo zuado; uma espécie de Brasil em níveis continentais (até o formatinho é parecido!). Lá ainda temos tribos vivendo como no tempo das cavernas (não muito diferente de nossos índios daqui), em que alguns chefes governam com mão de ferro e bem gostam das maravilhas e tecnologia ocidentais (como nossos índios daqui), vivendo muito bem, obrigado, e a grande maioria da população tribal ainda vive como seus antepassados viviam há milênios (como nossos índios daqui), ainda mantendo crenças tolas e rudes, como… adivinhe!
Que o sistema educacional brasileiro é uma mistura de show de horrores e uma ópera-bufa, não temos a menor dúvida. Todo ano o ENEM mostra a tristeza patética na qual nos encontramos. Alguns otimistas veem que as coisas estão melhorando. Já os realistas nos baseamos em fatos como só ter havido apenas 53 provas que foram gabaritadas pelos alunos. Já em termos de redação, mais de 309 mil tiraram zero.
Se você estudou num colégio decente, você aprendeu sobre ciclo da água. Se não estudou, provavelmente está perpetuando esta bobagem de “a água está acabando” e fica com receio de dar descarga, achando que cada vez que você puxar a cordinha o mundo estará próximo de virar um deserto. Claro, os sistemas pluviais e correntes oceânicas estão mais interligados do que você pensa, já que as mudanças nas correntes oceânicas no Oceano Atlântico influenciam a precipitação no Hemisfério Ocidental, e esta “ligação” está ativa há milhares de anos.
As pessoas escolhem bandeiras. Normalmente, elas dependem da área de conforto, acreditando em qualquer bobagem que lhe colocam no colo, principalmente por um fenômeno muito presente: pensar cansa e muitas vezes dói. Isso aliado à brutal ignorância em Matemática além de um desconhecimento de uma coisa chamada “Realidade” faz com que muitas bobagens sejam repassadas. Uma delas é a que diz que super-ricos pagam menos impostos que os mais pobres. Você concorda com isso?
República da Gâmbia é um pseudopaís localizado na região leste da África. Esta tristeza tem pouco mais de 2 milhões de habitantes, mais ou menos a população do bairro de Jacarepaguá no Rio de Janeiro, com uma densidade populacional de 140 hab/km² o que não é tão ruim assim, pois o pessoal meio que fica longe de você. Seu PIB é de ridículos 1,3 bilhão de dólares e lá na rabeira do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Aquela porqueira não produz nada que preste a não ser ditadores, como acontece em 99% da África e se você nem tem o direito de achar ruim, pois sequer sabe localizar num mapa mudo e muito menos o nome da capital (é Banjul, mas eu tive que consultar).
Eu achava que, independente do gênero, raça, cor e credo, pessoas são capazes de alcançar maravilhas (foi o Jor-El quem me ensinou). A História está cheia de mulheres matemáticas brilhantes, como