Eu não nutro nenhum amor pela religião enquanto manipuladora de pessoas e políticas. Não tenho nenhum problema com a religiosidade das pessoas. Também sei em que mundo vivemos. quando um bando de imbecis joga esses conceitos pela janela só pra fazer mimimi e se acharem relevantes, sai coisa como a ATEA. A ATEA é a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, tendo sido fundada por Daniel Sottomaior (já andamos discutindo no passado. Ele não gostou de ter sido chamado de “fanático religioso do ateísmo”. Bem, quem se importa?). Este grupo diz que prega pela laicidade do Estado, o que eu concordo, mas não concordo com o modo retardado que estes idiotas fazem para “defender” o que seguem.
Sim, eu chamo de religião fanática. Não é preciso crer em Deus para se ter uma religião, e quando seus preceitos visam manipular pessoas, se meter em política e passar a sacolinha, não tenho outras palavras para descrevê-los. Qual a treta agora? Eles conseguiram na Justiça que fossem removidas todas as imagens de santos de Aparecida do Norte, que essencialmente vive do turismo religioso.
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Eu vi duas coisas legais. Fiquei pensando que poderia ser duas postagens diferentes, mas nah! Acho que cabem muito bem em uma simples postagem. São duas coisinhas que eu vi e achei legal, e queria compartilhar. Eu coloco coisas no Twitter, mas – que Diabo! – de vez em quanto precisamos rechear o site (Wink! Wink!)
Na quinta noticiamos que margarinas serão proibidas no Rio de Janeiro. Na sexta noticiamos que o prefeitosco Marcelo Crivela vai instituir atendimento médico usando um palantìr ou coisa que o valha. Aí você se senta para apreciar o sábado, achando que já chega de loucura esta semana.
Todo mundo sabe que Rio de Janeiro não é pra fracos. Eu rio muito quando paranaenses falam que moram na Rússia Brasileira, quando não aguentariam 20 minutos aqui. Ciente de como a vida nas favelas é complicada por causa da ação de criminosos – e montar postos de saúde lá acarreta em gastos com o posto, profissionais, segurança e cimento para tampar os buracos de bala –, o prefeitosco do Rio, Marcelo Crivella teve uma brilhante ideia, enquanto escapa pelos pingos de chuva de seu impeachment: Que tal médico a distância? Sim, claro. Coo ir até a favela é perigoso, o lance é fazer atendimento não-presencial. O que poderia dar errado?
Você está aí comendo sua saladinha feita com produtos orgânicos que comprou no Carrefour. Já começa que muitas vezes eles não são orgânicos, só são vendidos assim para cobrarem mais caro. Mas, claro, você não sabe disso. Você só quer uma alimentação mais saudável, pensando no meio ambiente, pois a produção orgânica é mais ecológica, certo?
Eu me lembro de ter chegado no trabalho uma vez e a mulherada comentando animada sobre algo incrível que ajudava no controle de peso blábláblá… vocês sabem. Eu perguntei o que era, e me responderam que eram incríveis pílulas de gelatina. Não eram lá baratas (cerca de 30 reais), mas eram eficientes, pois as proteínas contidas nas pílulas saciavam a vontade de comer (o que é verdade, proteínas fazem isso). Eu perguntei por que compravam algo custando 30 reais quando uma caixa de gelatina custava um real e fazia o mesmo efeito, tendo até sabor, e quem não quisesse, tinha gelatina sem sabor.
Nada mais inútil que esses prêmios de “Professor do Ano” ou “Professor Nota Mil” ou bobagens neste sentido. Motivo? Normalmente, quem ganha é alguém tosco que nem se compara com um pobre desgraçado com 70 alunos em sala de aula numa escola pública dentro de favela. Em 2017, uma tia ganhou prêmio por dar aula de língua indígena para 15 criancinhas no interior de Rondônia. Grandes merdas! E os outros premiados não são lá essas coisas também.