Se você acompanha Ceticismo.net, seja aqui, nas redes sociais ou no canal do YouTube (os links estão nos botões no topo) sabe o amor que temos por Homeopatia e besteiras similares. Se você nos segue e continua acreditando nesta bosta, você só pode ser masoquista. Se nos acompanha tentando achar algum furo para vir com seus dejetos mentais como “AHÁ!”, só digo uma coisa: “that’s not gonna happen”.
Agora, o que estão chamando de “análise mais detalhada sobre os efeitos da Homeopatia” conclui o que já dissemos há muito, muito tempo: este besteirol não serve nem pra regar planta.
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Pessoal se ofende por qualquer coisa; mas, convenhamos, mexer com a fé, dilapidar crenças, chacotear religiões e vilipendiar objetos sagrados é algo que não soa bem. Isso sem falar quando você persegue abertamente as religiões, como foi o caso dos cristãos que saem destruindo templos dos outros, agem feito alucinados, reclamam do templo evangélico do lado, reclamam da igreja católica ao lado, se juntam com os católicos e depredam o terreiro de macumba da esquina. Sim, essa intolerância religiosa é algo muito feio. Daqui a pouco o que teremos? Gente matando e escravizando outros povos, chicoteando as pessoas por suas crenças, torturando-as de maneira selvagem e cruzar todo um continente só para roubar terreno alheio?
Um rapper idiota (desculpe o pleonasmo, Cardoso) deu uma de esperto e “divulgou” aq existência da Terra Chata. Um bando de gente que não pára para pensar replicou isso de forma indignada, sem perceber que o que o sujeito queria conseguiu: estar na mídia. Um monte de idiotas resolveu replicar isso, enquanto que divulgadores de ciência se esforçam para levar um pouco de conhecimento, tendo suas postagens soterradas por uma avalanche de sandices.
Eu sempre digo, com justa propriedade, que o Brasil odeia ciência, mas a verdade é que eu estou sendo até getil com isso. O Brasil não odeia só ciência e cientistas. Odeia qualquer pessoa com um mínimo de capacidade a mais. No caso de superdotados, então, pior ainda. Na cartilha pollyanística, todos nós somos capazes, todos somos iguais, mesmo os mais lentinhos.
Eu gosto de pesquisas que sempre trazem algo novo, coisas que jamais imaginaríamos que acontecesse. Entretanto, às vezes é bom ver pesquisas reiterando o óbvio, para dar um ar… sei lá. Oficial? Um exemplo disso é a pesquisa (séria, com paper e tudo o mais) que diz que pessoas
Eu olho meu calendário, mas ele me prega peças. Ele me diz que estou no século XXI, mas vivo tendo provas que estamos ainda na Idade Média. Temos gente acreditando em cobras falantes, políticos sem o menor escrúpulo, pessoal que adora manipular pessoas humildes e idiotas que acreditam que homossexualidade é alguma forma de doença. Agora, o mais tosco mesmo são os que os sujeitos acima descritos são o mesmo imbecil, como é o caso do SecreOtário de Direitos Humanos que diz acreditar piamente que existe uma cura gay. Por mero acaso, ele é pastor, também. Coincidência?
Bem, saiu o filme do Deadpool e já temos uma miríade de pessoas que está interiorizando o personagem. Seja por avatares, cosplays e até mesmo página de facebook. Tem até página do Deadpool Cristão e… Péra! Deadpool Cristão? Sim, isso mesmo, queridos. Deadpool é cristão de verdade. Eu não pude acreditar logo de início. Seria possível que o mercenário tagarela tivesse algo a ver com o Cordeiro de Deus, o Príncipe da Paz, o Maravilhoso Conselheiro? A resposta tem que está nos evangelhos e… OHHH!!!!!!!… não é que é verdade? Deadpool não é apenas cristão, ele é o próprio Jesus!
Brasilzão mostrou a que veio mais uma vez. Tiramos o 58º lugar nos índices educacionais, numa relação de 65 países. As notas estão abaixo da média mundial, e isso pode significar um monte de coisas, mas eu prefiro ser sucinto e dizer o ponto básico: somos um país de ignorantes.
Nós queremos nos sentir especiais, achamos que tudo tem a ver conosco. Um exemplo disso é o teste criado por Bertram R. Forer, que em 1948 fez um teste com seus alunos. Ele os submeteu a um teste de personalidade. Era uma folha de papel com uma análise única e individual baseada nos resultados dos testes que estes alunos tinham feito antes. Entretanto, os alunos tinham que ler esta avaliação e avaliar o grau de acerto dessa análise, variando de 0 (muito ruim) a 5 (muito boa). Boa parte dos alunos concordou que a avaliação escrita para cada um deles era bem de acordo com o que eles pensavam de si mesmos. O problema era que o texto era igual para todos. Isso foi chamado Efeito Forer ou Falácia de Validação.