
SJW é sigla para Social Justice Warrior. Um grupo de imbecis que se acham melhores que o restante da Humanidade e querem que todos tenham os seu melindres. A geração leite-com-pêra acha que qualquer coisa que destaque um grupo (independente de terem sido capazes ou não) é uma afronta. Agora, veio mais uma amostra desta imbecilidade quando um jornal estudantil da Universidade de Iowa estabeleceu com letras garrafais que pessoas inteligentes possuem um privilégio especial: o “privilégio cognitivo” e que isto é uma forma de opressão.
Sim, eu sou um opressor perto das mulinhas. E continuarei oprimindo. Oprimo mesmo. Oprimo gostoso! Senta e chora… ou ria. Sei lá. Continuar lendo “Não ser idiota agora é opressão. Oprimo mesmo!”

Eu pensei que o
Você pode pensar que cristãos são chatos, assim como islâmicos. Isso é injusto dizer. Na verdade, todo crente fanático é chato, não importa a religião. O cara não se preocupa com a própria religião, ele se preocupa com a vida dos outros, mesmo (e principalmente) quando das coisas mais bizarras, sem sentido e totalmente avesso ao que se esperaria de uma mente minimamente racional.
Sim, pessoal, estamos de volta. Faz muito tempo, e as coisas têm andado muito devagar. Os trolls da Internet estão mais preocupados com o arranca-rabo presidencial, com Lula sendo preso amanhã, Rodrigo Maia fazendo cosplay de Grande Líder da Melhor Coreia, Gretchen voltando a ser símbolo sexual (benzo-me) e – imagino eu – Collor fazendo dancinha e dando gargalhadas em casa.
Saiu o filme da Mulher Maravilha. Como eu já esperava começou o festival de chorume por todos os lados. Pessoas que levam filmes muito a sério, como se fossem bandeiras, quando sabemos que filmes de heróis são apenas histórias de gente que usa a cueca por cima da calça.
Lei anti-blasfêmia é uma das coisas mais imbecis no mundo do século XXI. Não se pode falar mal de um deusinho, pois ele tem problemas de aceitação, fica tristinho e cai na depressão. Temos que protegê-lo. A Dinamarca tinha uma lei anti-blasfêmia que já datava de uns 150 anos. Aí, para horror de muita gente, os legisladores disseram algo como “anti-blasfêmia é o cacete” e revogaram-na.
Volta e meia me criticam porque eu “persigo” os coitadinhos dos departamentos de Humanas (não, nenhuma ciência aqui. Sorry). Afinal, eles também desenvolvem conhecimento, ajudam a melhorar o mundo, faz o ser amado voltar em 3 dias, caminha sobre as águas e cura sua espinhela caída. Entretanto, quando vemos os trabalhos, dissertações e teses, vemos o lixo pseudointelectual que produzem. Não, o Tedson, que ganhou 30 mil reais para ficar fazendo sexo oral em banheirão púbico, não é algo raro.
Lucas nasceu na Bélgica. Infelizmente, ele não saberá o que é ser belga. Lucas não será o primeiro da turma. Lucas não vai correr num parquinho. Lucas não terá o seu primeiro beijo e muito passará pelo primeiro namoro. É verdade, ele nunca terá uma decepção na vida. Ele não terá conquistas, contudo. Talvez, melhor que isso, Lucas jamais saberá que teve o infortúnio de nascer de dois pais imbecis. Não, Lucas não passará por nada disso, pois nunca teve a chance de chegar ao seu primeiro ano de vida. Lucas morreu, culpa de dois retardados mentais.
Divulgação científica é legal, mas o conselheiro come. São dez anos trazendo informação em forma de artigos e, agora, vídeos. Vídeos são legais pois muita gente ainda não me conhecia e tomou um pouco de conhecimento pelo YouTube.