Lei anti-blasfêmia é uma das coisas mais imbecis no mundo do século XXI. Não se pode falar mal de um deusinho, pois ele tem problemas de aceitação, fica tristinho e cai na depressão. Temos que protegê-lo. A Dinamarca tinha uma lei anti-blasfêmia que já datava de uns 150 anos. Aí, para horror de muita gente, os legisladores disseram algo como “anti-blasfêmia é o cacete” e revogaram-na.
Segundo um dos legisladores, o deputado Bruno Jerup, “A religião não deve ditar o que é permitido e o que é proibido dizer publicamente”. Essa lei era tão idiota e obsoleta que foi aplicada apenas poucas vezes no século passado.
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Volta e meia me criticam porque eu “persigo” os coitadinhos dos departamentos de Humanas (não, nenhuma ciência aqui. Sorry). Afinal, eles também desenvolvem conhecimento, ajudam a melhorar o mundo, faz o ser amado voltar em 3 dias, caminha sobre as águas e cura sua espinhela caída. Entretanto, quando vemos os trabalhos, dissertações e teses, vemos o lixo pseudointelectual que produzem. Não, o Tedson, que ganhou 30 mil reais para ficar fazendo sexo oral em banheirão púbico, não é algo raro.
Lucas nasceu na Bélgica. Infelizmente, ele não saberá o que é ser belga. Lucas não será o primeiro da turma. Lucas não vai correr num parquinho. Lucas não terá o seu primeiro beijo e muito passará pelo primeiro namoro. É verdade, ele nunca terá uma decepção na vida. Ele não terá conquistas, contudo. Talvez, melhor que isso, Lucas jamais saberá que teve o infortúnio de nascer de dois pais imbecis. Não, Lucas não passará por nada disso, pois nunca teve a chance de chegar ao seu primeiro ano de vida. Lucas morreu, culpa de dois retardados mentais.
Divulgação científica é legal, mas o conselheiro come. São dez anos trazendo informação em forma de artigos e, agora, vídeos. Vídeos são legais pois muita gente ainda não me conhecia e tomou um pouco de conhecimento pelo YouTube.
Thor, filho de Odin e Jord, esposo de Sif (rala peito, Jane Foster, sua chata), portador digno do Mjolnir, ostentando o cinto sagrado Megingjord, senhor dos Trovões, relâmpagos e tempestades, o que lutou com Jörmungandr nos fins dos tempos em pleno Ragnarok. Thor, o guerreiro, teve veneração substituída por um carpinteiro meia-boca que foi parar num pau-de-arara. Mas agora essa parada vai mudar: número de adoradores de Thor duplica na Islândia.
O Vaticano tem enfrentado muitos problemas atualmente. Além da perda de fiéis para as igrejas neopentecostais e até mesmo para os Islã, a ICAR tomou várias vezes na cabeça por causa de processos de pedofilia por parte de seu clero que não sabe segurar o Jesus dentro das batinas. Mas como nada é tão ruim que uma boa campanha de Marketing não resolva (você não, Amazon), o Vaticano resolveu desbundar e partiu para o marketing agressivo.
Não foi muito fácil chegar nesse ponto. Pedir dinheiro a estranhos? É uma coisa que eu sempre relutei. Não foi lá muito fácil para mim colocar botão do PayPal. Usar sistema de doação mensal? Meio errado isso, né? Eu sempre me questionei, mas – que diabo! – muitos aderiram e nem por isso são mal vistos (ok, são). Então, por que eu não poderia fazer também? Bem, eu fiz. Lancei o
Achou que não apareceria mais, né? Taqui, a sua seção favorita. É a minha também, apesar de não deveria existir. Mas o que posso fazer se ainda tem gente burra o suficiente que insiste em escrever bobagens sem sentido? Aí eu faço o que? Sou praticamente obrigado a colocar este artigo, mas não sinto prazer ou satisfação. Sou uma pessoa pura que quer tentar fazer o máximo de amizades com essas criaturas pouco providas de inteligência.
Agora a celeuma do momento é saber quem pode usar a bosta de um pano amarrado na cabeça. Tem gente que diz que isso é apropriação cultural, porque é um símbolo de luta. Legal, um pano tosco amarrado na cabeça é símbolo de algo. Só esqueceram de avisar ao Martin Luther King.