Aprendemos a trabalhar? Não, né, minha filha?

No dia 3 de abril, eu postei um artigo chamado “Aprendemos a Lição?”. Nele eu trazia o cenário que acarretou esta quantidade de mortes, como falta de EPI ou mesmo higiene, investimento em saúde, etc e tal. Obviamente, nós não aprendemos, mas eu tenho outra lebre para levantar além desse tipo de lição, a forma de trabalhar deveria ser revista, pois muita coisa mudou forçosamente. O que aprendemos com isso?

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Aprendemos a lição?

Vemos hoje uma correria por conta do coronavírus. Vemos o quanto nosso sistema gerencial não está apto para lidar com catástrofes. Se as ambientais, daquelas que acontecem todo ano (vocês sabem, as chuvaradas em janeiro alagando tudo e causando enchentes, por exemplo), já são difíceis de serem administradas, para no ano seguinte acontecer a mesma coisa e a mesma falha de atuação, causando o que sempre causa (mortes e mais mortes), imaginem algo que não foi esperado.

Com o nosso sistema emergencial precário, com uma pandemia descontrolada (eu nunca vi pandemia controlada, mas vai ficar assim mesmo), olhando pro que temos produzido até agora, fica a pergunta: aprendemos alguma coisa com isso? Nós realmente aprendemos a lição?

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Novo coordenador da FUNAI vai evangelizar índios, diz Internet. Como se fosse novidade

Tá rolando stress com a notícia recente que o Bolça-Governo chamou para fazer parte da coordenação-geral de índios isolados da FUNAI um missionário e isso ia levar a evangelizar os índios e coisa e tal, me proteja meu São Tupã! Sim, os idiotas do Bolça Governo vão acabar com os Papa Capins que vivem saltitando, pegando peninha caída no chão pra fazer cocar (me disseram isso no Twitter) no maior estilo de vida good vibes. Nunca antes na história deste país vimos coisa parecida.

Queima ele, Iara!

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Twitter do Ceticismo apagado. Ó o Ceticismo de volta aí!

Se você me segue no Twitter, é capaz de não ter percebido, já que isso dependerá da frequência que você acessa. Bem, o Twitter volta e meia me sacaneia suspendendo a minha conta. Na última vez, eu fiquei puto e criei uma conta de backup.O problema é que não pode dizer que pessoal lacrador está errado e que índios saem caçando a torto e a direito, inclusive causando extinção de espécies.

O curioso do Twitter é que ele mesmo já falou que o viés dele é mais pro lado esquerdista. E não se pode questionar índio, mesmo quando o “índio” é o pessoal com arqui8nho e flechinha no perfil, mas é branco que mora na cidade e pede comida pelo iFood. Moral da história, tomei ban de vez, e o ban da conta de backup que eu não usava.

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A Lâmpada que ilumina o coração hipócrita

Havia dois Diógenes. Diógenes Laércio, historiador, filósofo e biógrafo de antigos filósofos gregos. Nascido no ano 180 EC em algum lugar do Império Romano, que não se sabe qual é. Quase nada sabemos sobre ele. Temos Diógenes, o Cínico, nascido em Sínope (por isso, ele é chamado também de Diógenes de Sínope), uma colônia jônica no Mar Negro, em alguma data entre 412 ou 404 AEC. Diógenes Laércio escreveu sobre seu xará de Sínope em sua obra Vidas e Opiniões de Eminentes Filósofos; Plutarco também escreveu sobre o filósofo de Sínope, dizendo que Diógenes, o Cínico morrera em Corinto no mesmo dia que Alexandre da Macedônia, então, foi algo em 323 AEC. Estas datas estão certas? Ninguém sabe.

Diógenes era chamado O Cínico dada a escola filosófica que ele fundou; ou, pelo menos, iniciou: o Cinismo. As palavras mudam de significado com o tempo, e Cinismo era uma escola filosófica em que seus seguidores tinham para si que o objetivo da vida é viver em virtude, de acordo com a natureza. Achavam que seres humanos, como criaturas racionais, podem obter a felicidade treinando rigorosamente e vivendo de uma maneira natural para si mesmas, rejeitando todos os desejos convencionais de riqueza, poder, sexo e fama. Em vez disso, eles deveriam levar uma vida simples, livre de todos os bens. Eu mesmo não estou nesse nível. Não por habilidade, mas por achar, como o tocador de cítara disse, se apertar demais a corda arrebenta; se afrouxar, não se consegue tocar o instrumento.

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Encontrado laboratório de Galeno

Cláudio Galeno era uma figura fantástica. Nascido em Pérgamo, na atual Turquia, em 129 EC, Galeno era médico, teórico, filósofo (do tipo de filosofia que presta, ouviu, Platão?), biólogo e neurocientista (sim, pois é. Dane-se você, Aristóteles e sua teoria que mulheres tem menos dentes que homens). Galeno atendia pobres, mas a grana mesmo estava no atendimento médico a gladiadores e imperadores. Cláudio Galeno fez grandes descobertas, e cometeu vários erros. Um dos motivos é que as leis vigentes proibiam exumar corpos humanos e disseca-los. Júpiter não gosta, lamento, mal aê, te vira que tu não é quadrado. Isso levou a Galeno achar que as mandíbulas humanas eram divididas em duas, como nos cães, e não são.

Até agora não se sabia ao certo onde era o laboratório e local de trabalho de Galeno, mas agora se sabe: embaixo da Basílica de Maxêncio em Roma.

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As Cores do Império Mugal

Império Mugal foi um Estado existente entre 1526 e 1857, que chegou a dominar quase todo o subcontinente indiano. A designação “mugal” parece ter sido apenas atribuída durante o século XIX e deriva de mongol, denotando a ascendência direta de Gengis Khan de seu fundador, Babur.

Sua arte é fina e fui muito apreciada por nomes com  Rembrandt, que se baseou nas cores e trabalhos dos artistas do referido império, cuja técnica ele reproduziu em seus próprios trabalhos. Mas, como eram as cores do império Mugal? Como era a sua arte, em detalhes?

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Jornaleiro metido a filósofo passa paninho pra político ladrão e outros corruptos

Segundo alguns youtubeiros, as pessoas devem parar de ficar em redes sociais (das que o próprio youtubeiro usa para falar suas sandices) e ler jornais. Ok, eu leio jornais, mas ler é diferente de me informar. Pelo que vejo, um monte de jornaleiros quer apenas dar views pros seus veículos, o que eu entendo perfeitamente, já que eles vivem de investidores, e investidores querem ver as métricas, que são traduzidas pelos números. Não importa que 7000 estejam xingando o seu tweet. São 7000 interações. Beleza, eu entendo isso, mas tudo tem um limite.

Eu digo isso depois de ver uma coluna do Helio Schwartsmann – que além de jornaleiro é filosofeiro –, na qual ele defende que prender corruptos é perda de tempo, e a Justiça não deveria dar tal sentença, já que “a sociedade não ganha nada encarcerando pessoas que não representem perigo físico a outros cidadãos”. Pois bem.

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Caim, o cabra mais macho da Bíblia!

Eu já falei sobre Caim antes, mas como vocês têm aversão à leitura, fiz um vídeo. Aqui, eu conto por que eu acho que Caim é o cabra mais malvadão da Bíblia. Motivo? Sem ter armas ou exércitos, ele peitou Deus, o Senhor dos Exércitos e mandou-lhe uma na lata. Eu não sei em que ele estava pensando, ou se já estava de saco cheio mesmo e ferrado por ferrado, bóra mandar uma real pro barbudão.

Sim, Caim, o primeiro cético a enfrentar Deus, teve peito e, melhor ainda, não foi aniquilado pelo deusão. Ele viu o quanto Caim era fodão! Caim saiu pro lado, de peito estufado.

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O Teste do Busão

Uma coisa eu posso afirmar sobre o presente artigo: ele poderá ser lido e relido por muito tempo e não vai ficar um centímetro sem se desviar da realidade. Ele vai explicar como muito do que vocês dão importância não terá nenhuma percepção em larga escala. Este artigo coloca em pauta uma coisa que geral ignora, que geral diz se preocupar, mas a verdade é que geral é uma ridícula minoria.

Este artigo coloca em pauta o pessoal que pega ônibus e sua percepção e interesse pelo que está acontecendo.

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