Entenda o financiamento da Ciência no Brasil

O título está meio que matéria de jornaleiro em site de notícia, mas em suma é isso mesmo. Grande parte das pessoas não sabem como cientistas pagam as contas das suas pesquisas, seja a compra de material, reagente e instalação, como viagens, coleta de espécimes e comida, porque pesquisador, tal como Soylent Green, também é gente.

O Pirulla tem um canal no VocêTubo muito bom e se seu marido fosse eu, ele o acompanharia. Agora, senhoras, olhem pros seus maridos; Agora olhem para mim. Olhem pros seu maridos, agora olhem para MIM. Infelizmente para vocês, seus maridos não são eu, mas vocês podem ainda assim ver o vídeo do Pirulla sobre como a pesquisa científica brasileira é financiada, logo após o break.

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Olimpíada Brasileira de Astronomia está com pires na mão pedindo ajuda. AJUDE!

O comitê organizador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) podia estar roubando. O comitê, coordenado pelo prof. dr. João Batista Canalle, podia estar matando ou enchendo seu saco no domingo de manhã, perguntando se pode lhe falar um pouquinho sobre Kepler.

Eles estão humildemente, e com todo respeito, pedindo uma contribuição sua. E, claro, você dará depois de saber do que se trata.

Ah sim. isso é a sua SEXTA INSANA!

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Educação Brasileira FTW! Até a UNESCO sabe que o Ensino aqui é ruim

No doce mundo dos sonhos, a Educação Brasileira está melhorando. Pelo menos, é isso que vivem me dizendo: não está perfeita, as está melhorando a olhos vistos, se você não contar os últimos 50 anos. Infelizmente, existe algo chamado "Mundo Real" e algumas pessoas vivem nele, como é o caso da UNESCO, que apontou que o Brasil não resolverá PICAS, pelo menos até 2015 (e eu digo "pode botar mais uns aninhos aí")

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Ei, moço! Ajuda nóis aí!

Bem, vocês á devem ter visto a novidade ao lado (se ão viram, limpem o cache do seu navegador). É um botão de doação. Por quê? Simples de responder: Por que não? Estamos nessa longa estrada da vida, trazendo informações para vocês, conhecimento e, claro, diversão, pois ninguém é de ferro. Eu podia usar de um lenga-lenga sobre como esse trabalho é custoso, quanto damos sem pedir nada m troca blábláblá. É apenas um botão de doação, contribui quem quiser e, melhor ainda, com quanto quiser. Se acham que o trabalho merece uns caraminguás que você encontrou atrás do sofá ou para impedir que seu marido cachaceiro torre tudo em conhaque dreher (benzo-me), que tal dar dinheiro para alguém que você ame de paixão? Depois, se sobrar, dá o dinheiro pra mim.

Quer uma desculpa melhor? Bem, esse dinheiro é pro ônibus (penso em comprar uma frota deles). Não serve? Pra minha Ferraria? Não, né. Ok, sou professor! Que tal isso?

Pense que vocês estarão ajudando o Divino Espírito Santo, que conseguirei assim retardar o Apocalipse Maia,que ajudarei a Agência Espacial Brasileira a produzir mísseis balísticos, que conseguirei arrumar sacrifícios para Kali ou manterei nossa nação livre da invasão alien no 7 de setembro.

Não há valor mínimo, mas também não há teto máximo (entenderam? Hein? Hein?), bata clicar no botão e dizer quanto quer doar. A transação é segura, pois é pelo Paypal; e mesmo que você não doe nada, pode ter certeza que continuaremos aqui, com artigos do seu interesse, emitindo opiniões que pode não ser tão interessantes assim. E se sua grana não dá para essas extravagâncias, lembrem-se que há maneiras de contribuir, compartilhando os links no Twitter, Facebook, Google Plus ou via e-mail, mesmo. Assim, pelo menos, você ajuda a divulgar o nosso trabalho

Obrigado a todos e mais ma vez um excelente 2014 a todos!

Mais pessoas têm acesso à comida. Uma boa notícia, certo?

ERRADO!

Sim, eu sei que parece maluquice, mas essa é a realidade, que está se lixando pro que possamos pensar. A verdade é o que muitos têm cansando de falar há décadas, mas os imediatistas fingem não escutar: não basta dar comida para as pessoas. Mas, então, o que está acontecendo com o mundo?

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Apresentador de programa infantil pede verba para a NASA

William Sanford Nye pode não ter nada de muito incrível. Para os nossos padrões, ele é feio, alto demais, magro demais e sotaque que soa como gringo e é um motivo para motorista de taxi querer dar uma volta nele na conta da corrida. Nos EUA ele é bem conhecido. Não como ex-engenheiro mecânico da Boeing, filho de uma decifradora de códigos. Ele é conhecido coo Bill Nye, the Science Guy, responsável pela educação científica de milhões de crianças, juntamente com o Mundo de Beakman.

Como todo santo ano de Nosso Senhor, o Congresso dos EUA está lá, reunido para discutir coisas importantes como por exemplo como ferrar com o próprio país, e tiveram a brilhante ideia de cortar verbas a torto e a direito, e um dos agraciados foi a NASA. Mas o Cara da Ciência não deixaria isso passar sem mais nem menos.

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Por que gastar em exploração espacial com tanta gente passando fome?

Esta pergunta veio sob a forma de carta ao ilustre dr. Ernst Stuhlinger. Ele era físico e se aventurou em engenharia atômica e elétrica, em que "ciência de foguetes" era algo que ele comia no café da manhã. Ele nasceu em em Creglingen, na Alemanha, e trabalhou com uma das maiores mentes da Segunda guerra Mundial: Wernher von Braun. Juntamente com a equipe de von Braun, Stuhlinger fugiu para os Estados Unidos, onde trabalhou na Operação Paperclip. Stuhlinger morreu em 2008, aos 98 ano anos.

Em 1970, o dr. Stuhlinger recebeu uma carta de uma certa freira chamada Mary Jucunda, que morava no Zâmbia, que não era grande coisa em 1970 e não melhorou muito até hoje. Na carta, irmã Jucunda perguntou a Stuhlinger por que gastar bilhões de dólares em pesquisa espacial, quando tinha tanta criancinha passando fome. Vocês sabem, a mesma xaropada de sempre.

Stuhlinger não era um político. Não era dado a dourar pílulas ou simplesmente ignorar as pessoas. Era um cientista, um homem que primava pelas ciências exatas. Sendo assim, sua resposta foi uma carta que reproduzo a seguir (versão brasileira Herbert Ceticismo.net)

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Não ligue pra cortina atrás do celular (ou algo assim)

Ontem, estava conversando com um amigo meu. Ele me disse que, agora, o Google monitora tudo o que se fala ao redor de um celular que usa o sistema operacional Android. Segundo este meu amigo, quando um celular assim está diretamente conectado à Internet, ele "ouve" tudo oque se fala em volta e imediatamente, reconhece palavras-chave e envia propaganda via SMS. O que tem de verdade nisso?

Resposta: Nada, mas você vai querer saber mais detalhes, não é?

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The Economist parece não entender nada de Ciência. “Parece”?

Meu RSS é lotado às vezes. Nem sempre tenho tempo de ler tudo. Às vezes, eu leio e me interesso sobre algo que eu possa postar. Salvo o atalho muitas vezes no dropbox, para falar sobre (o que na maioria das vezes não acontece, dado o tempo ou outro assunto melhor). Assim, só hoje que eu vi um artigo do The Economist do dia 19/10, falando sobre como as coisas na Ciência andam mal.

Andam mesmo? Ou teremos mais um caso de jornalista falando de Ciência é a mesma coisa que tartaruga tentando costurar?

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Na Índia, vaca sagrada vira x-tudo e estamos conversados

Kamadhenu não é pouca merda, não. Ela pertence ao deus Indra, o deus das tempestades da religião hindu. Uma espécie de Iansã que passeia de elefante. Kamadhenu tem o poder de enfurecer os seres e transformá-los em monstros incontroláveis dar ao seu dono tudo o que ele quiser. Indra, portanto, apesar de ter sido chutado do comando sobre todos os demais deuses, ainda é muito rico e poderoso. O detalhe é que Kamadhenu é uma vaca (no sentido zoológico e não por ter dado uns rolés na rua Augusta nas perdidas da madrugada) e, por causa disso, vacas são consideradas sagradas, ninguém pode passar a mão na bunda delas, digo, ninguém pode sequer mexer com elas e muito menos matar. Matar deuses dá um azar danado.

Como nada supera a engenhosidade humana na hora de fazer merda, e levando em conta que o Capitalismo dá aos seus clientes o que eles querem, apareceu uma espécie de mercado-negro de vacas na Índia, tendo em vista uma única coisa: churrasco!

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