O título faz alusão ao mundo conquistado por Alexandre da Macedônia. Indo do Egito até quase chegar no Oriente Distante. Um império tão imenso (e fugaz, entretanto) que em algum ponto dele estava fazendo Sol, não importando em que momento fosse.
Nós abrimos mais horizontes que Alexandre, conquistamos outros mundos sem que um exército chegasse lá e mandasse tudo para a vala. Nossa última fronteira é o Espaço, mesmo tendo nos aventurado muito, muito pouco, conquistamos o inimaginável. Um reino onde realmente o Sol nunc se põe.

Um dos artigos que mais gostei (dentre uma saraivada deles), é o da
Todo mundo anda preocupado com abelhas. Eles praticamente estão se tornando os pandinhas, com a diferença que pandas só servem para modelos de bichinhos de pelúcia, enquanto os insetinhos do bem são responsáveis pela polinização de muitas flores (mas não todas elas).
Richard Dawkins é um dos mais conhecidos biólogos na área da biologia evolutiva; mas ele é mais conhecido ainda pelo seu modo gentil e tranquilo de se referir às religiões e crenças em geral. Ele é meio como Mario Cobretti, só que no caso ele acha que crenças são uma doença e ele é a cura, a ponto de achar que o Papa não só não é chefe de Estado, como tem que responder por crimes contra a humanidade (
O mundo moderno trouxe muitas coisas, e para cada coisa, trouxe vários problemas. Celular em colégio é um problema. Se por um lado pais precisam falar com os filhos (os colégios podem ter telefones, mas quando a última vez que você viu um orelhão na rua?), pelo outro esta DESGRAÇA faz de qualquer aula um inferno, com alunos enchendo o saco com estas porcarias enfiadas no ouvido, quando poderiam muito bem enfiar em outro orifício. Eu mesmo já cheguei a tomar uns 10 aparelhos, formando uma pilha na mesa e ameaçando vender numa banquinha de camelô.
O estranho mundo de Hades tem coisas que ninguém acredita. Depois de 500 anos de moderna medicina,m as pessoas parece que enlouqueceram e resolveram que o bom mesmo é como quando nossas tatatataravós davam à luz os bebês, num ambiente inóspito e prontos (mãe e bebê) para morrer de alguma infecção ou procedimento que dará errado.
O proto-indo-europeu é um idioma ao qual se atribui como raiz linguística e ancestral comum das línguas indo-europeias faladas pelos povos proto-indo-europeus, já que seria estranho indígenas brasileiros falarem este idioma. Durante o século XIX, a grande maioria do trabalho linguístico foi dedicado à reconstrução de suas “filhas”, como o proto-germânico, e na maioria das técnicas atuais de linguística histórica foram desenvolvidos como resultado.
Eu, particularmente, sempre achei que Curitiba, terra dos coxas brancas, era uma espécie de mitocôndria: está no Brasil apenas por estar, por alguma obra e graça da Evolução Biológica, tendo seu próprio DNA. Dá até vergonha imaginar uma comparação com o Rio de Janeiro, cidade onde o prefeitosco inaugura passarelas sem que elas estejam prontas para copa, tiram os semáforos da rua e vagabundo que se dane ao atravessar as pistas, que nem no jogo do Frogger.
Você curte Astronomia, não é? Você adora coisa que não doa no seu bolso, certo? Você ama ler e não perde tempo quando aparece um livro novo no mercado, estou certo? Você fez cursinho de inglês e saca muito do idioma, é isso? Então, tenho excelentes notícias para você. A NASA editou e está distribuindo um livro do pesquisador Douglas Vakoch, do SETI, e eu acho que você vai curtir de montão.
O reino dos planetas-deuses é desolado. A partir do planeta-guerreiro, o sistema solar já está muito frio, espaçado, praticamente morto. Quando chegamos no planeta-deus Netuno, não há água líquida, seu reino marinho repousa apenas na mitologia. É muito frio, deserto, sem vida; mas, nem por isso, vazio. Há uma imensa vizinhança circundando o reino de Netuno, magnífica, mas indiferente, com uma frieza de dar dó, pois além de não dar bola para as bactérias que andam sobre a Terra e constroem mísseis balísticos, os longínquos mundos perto de Netuno estão longe demais do Sol para serem paraísos caribenhos. No máximo são como Zamhareer , o infeno de gelo.