Estamos no moderno mundo tecnológico 2.0, internet das coisas e outras bobagens modernoides, reinventando coisas que já existiam, mas de forma menos eficiente; mas aí é só colocar uns leds RGB e vender como “gamer”. Se você acha que chegamos nas maravilhas tecnológicas de uma casa hiperconectada, pense que ainda falta muito, ou, pelo menos, uma coisa: a sua privada.
Sim, amiguinho, seu querido troninho, onde muito provavelmente onde você está sentado agora, lendo o meu blog no celular. Pois saiba enquanto você está aí sentado, seu vaso está analisando suas fezes e sua urina. Capaz de saber até que sua mulher está lhe traindo, sua filha está grávida, seu cachorro tem vermes e o motor do seu carro está batido.
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Estamos na semana que Jesus entrou na porrada, morreu na sexta-feira, e ressuscitou três depois, no domingo. É religião, não questione. Também não questione a parte que ele morreu para nos salvar e voltou, anulando o sacrifício. Ou salvou sim, perdoando todos os pecados. Todos, todos, mas todos ainda somos pecadores por causa do Pecado Original. De novo, não pergunte.
Estamos caminhando de vento em popa para o pico de infecções do COVID-19, também conhecido como coronavírus, ou Coronga, entre os mais chegados. Para quem trabalha como profissional de saúde, a exposição é um risco constante, e por mais que se tenha EPI disponíveis (você não, Brasil) é preciso ter testes à disposição. O problema está aparecendo quando muitas decisões médicas são tomadas por causa dos testes.
Há milênios, sabe-se que o uso de prata ajuda no combate a infecções, mesmo antes de se saber o que era bactérias, filhas de mães de moral duvidosa ou micróbios que ficam atrasando o trabalho. A prata metálica era conhecida pelos caldeus em 4.000 AEC, e era o terceiro metal conhecido mais usado pelos antigos, depois de ouro e cobre. Ao longo desses milênios, a prata tem sido usada para inúmeras condições médicas.
Esta aqui do lado é Nefertiti. Ela foi a esposa real (nos dois sentidos) de Akhenaton, rei da 18ª Dinastia. Foi uma das dinastias mais ricas, prósperas e poderosas do Egito. Depois que Akhenaton morreu, o trono deveria ir para o filho Tutancâmon. Só que o moleque ainda era pequeno e Nefertiti assumiu o como Neferneferuaten, chegando a usar barbas postiças (no Egito, mulheres não poderiam governar como rainhas, só homens, mas Nefertiti mandou todo mundo reclamar com Aton, o deus que Akhenaton estabeleceu como deus único.
A semana tem sido louca, como tem sido as últimas semanas. Ok, não temos nada de novo, a não ser as loucuras da vez. Tivemos pronunciamento presidencial, tivemos anúncios sem noção, divulgação científica, óbvio, e várias coisas que eu não coloquei no blog, já que eu divulgo ciência e posto algumas opiniões. Isso, entretanto, não é pra fazer do meu blog uma filial do Asilo Arkham.
Talvez por culpa de nossos livros de ciência, pensamos que nossos ancestrais formaram uma escadinha evolutiva. Aquela fila não é bem a realidade; na verdade, os ancestrais estão em diversos galhos evolutivos, e muitos desses galhos cresceram juntos, um paralelo ao outro, e o mínimo que podemos esperar é que vários hominídeos tenham convivido.
O Projeto Ártemis visa levar astronautas de volta à Lua, com a primeira mulher a pisar lá. Novas pesquisas em termos de foguetes nos darão algo fantástico que a NASA não tem feito desde o histórico Saturno V. Estamos no aguardo, seja a NASA ou a SpaceX.
Porcos são animais ótimos, criaturinhas fofinhas, meigas e deliciosas. Só um animal alçado à divindade seria capaz de nos dar o nosso amado bacon. Um bichinho querido assim precisa ter alimentação adequada. Se ele se alimenta direito, nossa refeição ganha mais sabor. Uma das teorias vigentes é que porcos que se alimentam com refeições ricas em cobre acabam gerando uma carne mais saborosa, já que o referido metal parece aumentar a capacidade dos porcos de utilizarem gordura após a absorção, resultando em maior utilização de energia de toda a dieta.