Gilberto Chierice é tudo o que alguém não deveria ser. Vendeu a cora mágica pela fosfoetanolamina, que é tão efetiva quanto a água sanitária que eu jogo no ralo. Não, péra. A água sanitária é mais eficiente para matar células cancerosas. Ele vendeu esta ideia que esta porcaria cura câncer, pesquisando, digo mamando recursos públicos, mesmo depois de aposentado, produzindo papers que se resumem a “fosfoetanolamina pode ser mais uma arma para o tratamento do câncer”, E SÓ! Vendeu uma cura que ele mesmo não provou. Clamaram pelos testes oficiais. Mas, ops, depois que chegaram não valia. Será porque ficou provado que esta tosqueira não serve pra nada, e que a única parte da composição com alguma eficácia é a etanolamina?
Chierice usou da maior das falácias ao dizer que se disseram que funcionava, então, funcionava e quem quisesse que provasse que não. Bem, a pesquisa do MCTI provou que não funciona. Daí ele disse que estava equivocada? Ética é algo que eu gostaria de ver, mas não encontrei aqui. Agora, a USP, com as devidas armas nas mãos, vai processar Gilbertão por curandeirismo. Achei pouco.
Continuar lendo “Químico do mal se ferra e vai tomar processo por curandeirismo. Eu ri”

Claro, os veganzinhos do coração defenderão até a mote como as civilizações eram vegetarianas e viviam muito, tinham saúde, mortalidade infantil quase nenhuma e faziam cocô cheiroso (sério, já me falaram isso!). O problema é que isso leva a certos embaraços, principalmente quando a gente lê publicações científicas (aqueles que nunca aparecem em sites vegans).
O caso da fosfoetanolamina está se tornando uma ópera-bufa. Um bando de retardados defendendo, gente como eu e outro cientistas apontando as maluquices surgidas nas redes sociais, baseados com fontes tiradas da bunda. Encheram tanto o saco que obrigaram a USP a produzir o pseudoremédio em massa. Fizeram o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação estudar as propriedades curandeirísticas dessa merda. Resultou que o
A vida ainda é, por enquanto, um mistério a ser desvendado. Sabemos os´processos químicos e bioquímicos. A grande questão enquanto se estuda isso é “seremos capazes de criar vida?”
Como Desmond Morris disse no Macaco Nu, somos um bando de macacos assassinos. Nossa agressividade não é de hoje, vem ao longo dos milhões de anos de evolução biológica, herdada de nossos parentes répteis, até que o córtex cobriu tudo, varrendo essa agressividade para debaixo do tapete de neurônios mais “bonzinhos”… ou nem tanto assim.
Eu não entendo muito de coisa “que avoa”. O especialista disso é o
Você está careca de saber o que é fotossíntese e como ela se processa. Se você chegou ao Ensino Médio e não sabe a diferença entre fotossíntese e respiração, devolva o dinheiro aos seus pais, porque, pelo visto, você não aprendeu nada. Fotossíntese é o processo que seres fotossintetizantes (não exclusivamente plantas) fabricam seu próprio alimento, usando luz solar., liberando como excreta o oxigênio, cuja maior quantidade vem do mar, por causa das algas azuis. Estas cianofíceas são descendentes de organismos bem mais antigos, e segundo uma recente pesquisa, dados indicam que o aparecimento dos primeiros seres fotossintetizantes é mais antigo do que se pensava.
As pessoas são imediatistas e pouco interessadas em detalhes. Amam os produtinhos tecnológicos, mas não querem nem saber como ele foi parar ali. Muitos dos nossos bens de consumo vieram da pesquisa básica, a pesquisa pelo saber, apenas, que foi utilizada para promover a produção de itens com fins mais práticos.
Polímeros sintéticos são uma maravilha tecnológica. As muitas aplicações dos plásticos moldaram e moldam o nosso mundo. Mas não existe almoço grátis. A longevidade dos plásticos é seu maior problema, acarretando em poluição. Centenas de milhões de toneladas de plásticos são jogadas foras e boa parte desse montante não são recicladas. Temos que dar um jeito de acabar com eles, e o melhor jeito é por meio de agentes decompositores, como bactérias, por exemplo.
Contemplem a tabela periódica. Está tudo lá. Só que de todos os elementos que existem, apenas 92 são encontrados naturalmente. Vai até o Urânio e só, acabou, caput. Daí pra frente só elementos sintetizados, criados, fabricados pelo Homem. O que vem além disso são os chamados “elementos transurânicos”. Um deles é o cúrio, elemento batizado em homenagem ao casal Curie, descoberto em 1944 por Glenn Seaborg, Ralph James, e Albert Ghiorso, por meio de bombardeamento do plutônio com partículas alfa. É um elemento tóxico e muito radioativo. Quem tem cúrio, tem medo.