Bactérias são um sucesso evolutivo. Demandam poucos recursos, alta taxa de reprodução e mutação e são capazes de resistir às provas determinadas por Darwin. Se uma cai, sempre sobra uma mais forte, que se multiplicará rapidamente, formando novas colônias e prontas para lhe ajudar ou ferrar seu dia de vez.
O que pouca gente sabe é que bactérias, assim como o Império, contra-ataca. Para tanto, ela faz uso de “arpões moleculares”, uma secreção que age contra aqueles que a virem como banquete. Mas como é isso?
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Se você não mora numa ostra, sabe da descoberta de Proxima Centauri, uma estrela do tipo anã vermelha, que dista da Terra a ridícula distância de 4,22 anos-luz. A luz demora pouco mais de 4 anos para chegar até lá, o que é praticamente a mesma coisa que levantar do sofá e ir ajeitar o quadro pendurado na parede em frente, em termos astronômicos. Essa estrelinha que brilha, brilha, mas ninguém a vê por ser pequenininha, foi descoberta em 1915 por Robert Innes, sem a ajuda de um astrólogo, já que eles nunca conseguem perceber a ação de corpos celestes que não foram descobertos ainda.
Genes são uma maravilha. Por isso temos zilhões deles. O problema é que esses safadeeenhos insistem em carregar coisas malvadinhas com eles, como doenças hereditárias, câncer e trechos do DNA do vizinho do 804. E não, não são poucos. Estima-se que metade de nossos genes irão fazer alguma coisa de muito ruim conosco, bastando serem expressados uma hora dessas. Podem ficar inertes a vida toda, ou pode ~ PLOFF ~ lhe dar uma surpresa bem desagradável. Uma espécie de Kinder Ovo from Hell.
O método científico é o ABC de como proceder numa pesquisa. É um exercício intelectual, a estipulação das hipóteses, o levantamento de uma ideia, o raciocínio sobre o que está acontecendo. Depois, vem as análises, os experimentos, as comprovações ou não de resultados.
Células-tronco vieram para ficar. Uma nova promessa para os desesperançados. Novos tratamentos de vários tipos, muitos dos quais já tratamos aqui. Uma das pesquisas mais recentes é na hora de reconstruir ossos, em que células-tronco são muito bem-vindas (bem, de qualquer forma, elas SEMPRE são bem-vindas!)
Você já conhece a mitocôndria. Ela é sua companheira, apesar de não ser sua propriamente dita, pois é uma bactéria que vive em simbiose. Diferente do político que você ajudou a eleger, ela pega recursos e dá algo em troca: energia. Isso você aprendeu no colégio, só não aprendeu como.
Ácidos são substâncias interessantes, incríveis e… perigosas. Acham que só porque algo tem “ácido” no nome, é algo vindo de Satã para acabar com as nossas vidas. Mas é injusto. Ácidos estão dentro de nós, à nossa volta,
O bom de sermos um projeto divinamente planejado é a inexistência de doenças, principalmente as que são causadas por algum surto celular, em que células acabam se dividindo de maneira totalmente zoadas. Infelizmente, o mundo real não funciona assim. Essas mutações existem, câncer existe e se bobear você ainda contrai furúnculo na bunda.
Deu ruim na piscina onde seria feito as provas de salto ornamental. A água estava totalmente verde. Qualquer um que entenda um mínimo de piscina sabe que o cloro foi pro espaço e houve proliferação de algas. O comitê Rio 2016 não sabia o que fazer e veio com uma desculpa idiota que “a Química não é uma ciência exata”.
Eu tenho muitos motivos para dizer que o Brasil odeia ciência, e todos eles são plenamente justificáveis. Essa pocilga que chamamos de “política científica” e nada é a mesma coisa, enquanto que temos deputados defendendo a profissionalização de ufólogos; o que até faz sentido quando Homeopatia é especialidade médica e astrologia é profissão, além de cartas psicografadas serem aceitas em julgamentos.