Fez faxinão? Segura aí até saber o que você libertou

Ei, você aí! Você, mesmo! Eu sei que você detesta sujeira e mete desinfetante em tudo, joga cloro pra todo lado, usa lança-chamas se deixarem! Finalmente, você conseguiu se livrar daqueles malditos germes, germes, germes pra todo lado! Finalmente, sua casa está limpa, certo?

Isso é o que você pensa, mas tenho más notícias: você não só não está com a casa 100% livres das bactérias, mas se estiver, fica tranquilo aí que você abriu espaço pros fungos tomarem conta.

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Pesquisadores desenvolvem mais um substituto das suturas

A cada dia surge uma nova técnica para fechar buracos abertos por cirurgiões. Tudo bem que alguns desses buracos não foram abertos pelos cirurgiões malvados. Quando soube disso, ser cirurgião perdeu toda graça pra mim. Damn!

Entre colas, suturas e fitas adesivas, qualquer técnica que ajude a fechar o que não deveria estar aberto é sempre bem-vindo. Com base nisso, pesquisadores do MIT desenvolveram uma fita adesiva estilo dupla-face que não só junta os tecidos, como aproveita e liga dispositivos médicos implantáveis ??ao corpo.

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Esporos fofoqueiros contam o que andou rolando na Extinção do Triássico

Há 200 milhões de anos, deu muito ruim no planeta Terra (não que isso seja novidade ou exclusividade. Houve outras extinções em massa. Essa foi apenas mais uma num mundo perfeito, projetado por um desenhista inteligente). A Extinção do Triássico-Jurássico foi uma extinção das mais severas, intensas e das que abalaram geral, quase limando toda a vida na Terra.

Ainda não se tem certeza de como isso aconteceu. Das várias hipóteses, a que mais se aproxima do que ocorreu é a que defende que houve um festival de erupções vulcânicas em escala colossal, já que elas teriam liberado quantidades godzilianas de dióxido de carbono e dióxido de enxofre que teriam feito o favor de causar um aquecimento global sem precedentes. Só que novos dados fornecidos por esporos de samambaia sugerem que pode não ter sido só isso.

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Pesquisadores colocam algo na sua boca para você chupar e ver sua glicose

Os recém-nascidos podem apresentar uma variedade de problemas de saúde. Pediatras têm que lidar com um paciente que nem sempre é cooperativo e diz como está se sentindo, ainda mais quando é bebê. Não apenas isso (que já é muito ruim) é fazer exames em bebês e acompanhar o desenrolar. Podemos citar o exemplo da diabetes tipo 1. Não é brincadeira em diagnosticar em adultos e em crianças é um problema maior e em bebês é um deus-nos-acuda! Motivos? A identificação da diabetes tipo 1 requer acesso ao fluido intersticial na pele e ninguém quer pensar em como fazer isso em bebês recém-nascidos, que são muito frágeis (mas não tão frágeis quanto fanboys de políticos). Quem seria capaz de resolver isso? Quais entidades poderosas teriam incrível poder para determinar isso? Qual tipo de ser megapoderoso, Senhor dos Céus e da Terra, comandante dos segredos escondidos nos materiais, sapiência última do Universo teria condições de realizar tal proeza?

Sim, químicos, obviamente!

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Pesquisadores de Câncer pesquisam método para identificar, localizar e destruir tumores

Câncer é uma droga. Não só porque ferra com a pessoas, como joga sujo e faz de tudo para se esconder das formas de detecção. Às vezes, se detecta logo, e isso garante 80% de chances de se ver livre do Caranguejão do Mal. Em outras palavras: quanto melhor identificar quem é o bandido no corpo, fica fácil mandar o BOPE biológico sentar o dedo na eliminação do lazarento. A saída é qual? Tentar outros métodos de identificação, que é o que pesquisadores da Universidade Yale estão desenvolvendo.

Não, nada de se esconder, Mr. Crab!

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Borra de café promete ser um excelente aditivo para plásticos. Mas não é bem assim

Todo mundo sabe que não existe pesquisa científica sem café, o líquido negro da sabedoria que nos faz seguir em frente. O problema é o que fazer com o que sobra dele depois. Você pode até usá-lo para dar um reforço na sua composteira, com filtro de papel e tudo, mas tem pesquisadores pensando em usar a borra do café, não para ler a sua sorte, mas para a feitura de novos polímeros. A promessa é de um material resistente, ecológico e otimizado para ser usado em impressoras 3D. Mas como assim?

A propósito, vão se decepcionar no final.

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Grandes e Enormes Nomes da Ciência: Ariennes Kawahira

Eu estava aqui escrevendo um artigo sobre peles artificiais, no melhor de divulgação científica. Aí o Ronaldo me traz uma notícia muito importante, sobre um novo canal de divulgação científica. Uma química que explica muito bem os meandros da ciência que estuda as misturas e combinações. Assim, ela criou um canal no YouTube, já que canal de divulgação científica nunca é demais. Mas… sei lá, mas algo me diz que ela fará mais sucesso que eu. Deve ser porque ela tem um quê a mais!

Na verdade, dois belos quês!

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Pesquisa espacial é importante no dia-a-dia das pessoas? Tem certeza, NASA?

Toda vez sempre aparece algum imbecil dizendo que se gasta muito e desnecessariamente com exploração espacial, quando ninguém usa nada disso (postado de um smartphone, com acesso ao sistema GPS via satélite). A verdade é que não é só o GPS, a comunicação via satélite, ou o travesseiro (que não foi desenvolvido pela NASA. Aquilo foi apenas um erro que foi aproveitado para outro fim). Há inúmeras aplicações práticas para uso residencial, inclusive.

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Ideia genial (para não dizer o contrário): eletrólise de solo lunar para produzir oxigênio

Existem boas ideias, ideias medianas, ideias ruins, ideias estúpidas, ideias completamente retardadas e tem a fabulosa ideia de invadir a Rússia, principalmente no Inverno. Com a Aventura Humana mirando outros mundos, como o Projeto Artemis indo em direção à Lua, é preciso que tenhamos logística. Normalmente, a logística esbarra num problema dos mais básicos e mais problemáticos (DSCLP): oxigênio. Eu culpo Darwin, que nos deu a necessidade de termos certas quantidades do gás em nosso sangue para produzir as reações químicas tão importantes que precisamos, enquanto nos mata lentamente.

Onde se poderia arrumar oxigênio na Lua? Levar até lá seria inviável dado o peso, e peso implica em custo com combustível para tirar da Terra. Alguém teve uma incrível ideia: e se tirássemos do solo lunar?

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As proteínas escondidas num dentão de mais de milhão de anos

Estudar bicho de hoje é legal, mas maneiro mesmo é estudar animais antigos, como rinocerontes e yo momma. Infelizmente, yo momma não estava a fim, então, foram examinar osso de rinoceronte morto há cerca de 1,7 milhão de anos. De posse disso, cientistas conseguiram extrair a informação genética , e, claro, já tem maluco achando que vai dar para trazer de volta espécies há muito extintas. O que poderia dar errado?

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