Sinta na pele, mesmo usando uma prótese

Vocês já devem ter notado que eu adoro noticiar coisas que envolvam novas tecnologias para a fabricação de próteses mais eficientes, mais baratas e, raramente, mais eficientes e mais baratas no mesmo pacote. Bem, toda tecnologia em seu estado inicial é cara, cujo preço só vai barateando ao longo do tempo. Ainda assim, é legal acompanhar o que se anda pesquisando por aí.

Por exemplo, uma recente pesquisa partiu do princípio que próteses são legais, ótimas, mas falta uma coisinha: a sensação de tato. Sim, muitas pesquisas enveredam para isso, ainda mais que o tato é um dos nossos principais sentidos. A que eu trago hoje é uma pesquisa sobre pele artificial que traz sensores eletrônicos.

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Pesquisa diz que força das marés serão usadas para combater o malvado CO2

Nada como reeditarem ideias idiotas. E é curioso que por mais idiota que uma ideia seja, parece que mais ela é reeditada. Um exemplo disso é a mania asinina de converter o gás carbônico, esse incrível ser malévolo, em combustível. Toda semana sai uma maluquice a esse respeito com ideias ÇENÇASSIONAIS!

Agora, a mais nova forma de converter CO2 em combustível é usar a força das marés. Não, claro que não é forma direta. Você achou o que? Ainda estamos obedecendo às Leis da Termodinâmica.

Gaseificando a loucura e esperteza de certas pessoas, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Mão molhada? Robô que sua? Pois é! Ciência é maneira, né?

A todo momento, surgem novas e melhores próteses. Desde aquelas muito maneiríssimas, praticamente lhe transformando num T-800, até aquelas impressas com pRástico, baratinhas e até boas pelo preço que se paga, que normalmente é uma merreca, provavelmente chegando no Brasil custando um braço.

Ainda assim, as próteses têm um pequeno inconveniente: elas esquentam, já que a parte na qual estão presas não permite perder calor sob a forma de transpiração. Daí o que se faz? Isso mesmo! Uma prótese que “sua” (ok, ela não sua, mas vai assim mesmo, já que você vai continuar lendo de qualquer forma. Não vai?)

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Como um deserto pode nos ajudar a entender Marte

Como saber o que procurar em Marte? Como buscar sinais de vida lá? A resposta é simples e complicada ao mesmo tempo. Deve-se partir de algum parâmetro de comparação. Sendo assim, vamos tirar como exemplo aqui mesmo. Onde estão as mais antigas evidências de vida?

Pesquisadores foram para a Austrália buscar no seu deserto os primeiros sinais de vida na Terra. De repente, isso nos ajuda a identificar o que estamos procurando em Marte.

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Descoberto imenso lago com altíssima concentração de CO2. Pega ele, Greta!

Greta, no seu festival de idiotices previamente escritas pelos pais, disse que não devemos simplesmente reduzir as emissões de gás carbônico, mas efetivamente zerá-las. Isso é lindo, mas vindo de uma pessoa incapaz de responder a um simples pedido de uma mensagem para o mundo (saiu do script, ferrou!), não se admira muito em termos de desconhecimento. Vai parar todas as fábricas? As que produzem alimentos, vestuário e os apetrechinhos de tecnologia que ela tanto adora? Acho que não. Imagina, então, quando ela descobrir a quantidade de gás carbônico que vem de dentro de um lago. Vamos acabar com ele também?

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Uma foto rapidinha da luz

Existem coisas rápidas. Ayrton Senna era rápido, SR-71 era rápido e até a velocidade que meu salário cai na minha conta e é devorado pelos boletos imediatamente é rápido. Ah, sim, tem a luz e a caganeira, mas vamos deixar velocidades escatológicas de lado e ficarmos só na luz. Sim, a luz é rápida. Ainda assim, dá para ser captura em foto quando ela se propaga. Dá até pra fazer videozinho, principalmente se você não for o Kylo Ren e parar o feixe.

Foi o que alguns pesquisadores conseguiram fazer, ao criarem uma câmera com o desempenho boçal de ser capaz de tirar 1 trilhão de fotos por segundo. O timelapse ficará show de bola.

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Ciência vê e escuta aquilo que ninguém mais é capaz

Ciência é mais que conhecimento organizado. Eu diria que é pura poesia. Aquela palhaçada do filme Contrato “ain, tinha que levar um poeta”. PORRA NENHUMA! Ciência é mais do que isso até. Ela é capaz de ver o invisível e ouvir o inaudível (lembrei daquele conto chato do príncipe que ficou um ano na floresta.)

Imagine você ser capaz de ver um átomo e ouvir o sussurro do Sol. Um poeta apenas solta palavras, mas jamais descreverá isso com exatidão. Já a Ciência…

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Pesquisa mostra que soja causa probleminhas no cérebro. Isso explica seu amigo vegan

Não há natureba que se preze que não enalteça as maravilhas da soja. Soja é excelente e, assim como o grafeno, serve pra tudo. Soja é uma maravilha culinária que substitui a carne, aquela coisa odiosa pros vegans, que criam múltiplas receitas usando soja para criar comida que se pareça com carne, pois, comida vegan é tão horrível que nem vegan gosta.

Obviamente, aqui é Ceticismo.net e se você é leitor assíduo já está esperando pela revoiravolta. Bem, aqui vai ela: uma nova pesquisa mostra que o óleo de soja não apenas leva à obesidade e ao diabetes, mas também pode afetar condições neurológicas como autismo, doença de Alzheimer, ansiedade e depressão.

Sim, você está rindo que eu sei. Ou está espumando de raiva, já correndo para me dizer que quem come carne vai morrer de diabetes e obesidade.

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Pesquisa demonstra ligação do uso de maconha com casos de câncer. Thank you, Darwin!

A todo momento, imprensa corre para noticiar novas maravilhas dos “medicamentos à base de maconha”, que não necessariamente é da Canabis sativa, e sim outras espécies, daquelas sem altas concentrações de tetrahidrocanabinol, também conhecido como THC (a molécula que deixa doidão), de preferência focando em substâncias específicas, como as do grupo canabdiol. Não, fumar o jererê não lhe fará mais saudável, e agora vem aquela pesquisa que vão esbravejar dizendo que é financiada pela Big Pharma (a Big Pharma que pesquisa os canabdióis, tão amados pelo pessoal que odeia a Big Pharma).

Uma recente pesquisa identificou o mecanismo molecular ativado pela presença de THC na corrente sanguínea que acelera o crescimento do câncer e HPV.

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Desenvolvida máquina que conserta fígados (não o seu, seu bebum!)

Transplante de órgãos é uma das maiores conquistas da ciência médica. Se seu coração, fígado, rins, pulmões, medula etc. estão com problemas, um transplante pode ser a solução, e muitas vezes esta solução é uma questão de vida ou morte. O problema é que nem sempre há órgãos disponíveis para transplante.

De tudo e por tudo, o Brasil é uma referência em transplantes, sendo o segundo país em número de transplantes por ano, ficando atrás apenas dos EUA, enquanto seu amigo ancap retardado (desculpe o pleonasmo) acha um absurdo o país pagar por transplantes, achando que cada um deveria pagar pelo seu. No caso de fígados, por exemplo, em 2018 foram realizados 2182 transplantes (dados do Registro Brasileiro de Transplantes). É um número alto, mas a necessidade estimada também é alta: 5192 transplantes. Mais da metade não foi atendido. Deveria haver uma forma de ajudar as pessoas com lesões nos fígados a viverem mais, de preferência reparando os fígados. Não seria o máximo? Bem, pesquisadores do Hospital Universitário de Zurique conseguiram.

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