Defensor de animais acha que devemos cuidar das mosquitinhas com carinho

Eu sempre achei que vegans eram hipócritas. Todos eles dizem defender animais, mas sempre têm uma latinha de Baygon em casa. Alguns falam que “ain, mas aí é pruque musquito traz duenssa, né?”. Isso é uma saída tosca. Se é pra ser vegan, tem que ser como o Aymeric Caron, um ativista que defende que mosquito também é gente (ou algo assim), e que deveríamos, não só evitar de mata-los, como dar um pouquinho de nosso sangue para a pobres mamães mosquitas, como uma forma de doação de sangue para a vida.

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Segundo pedagoga, beijo de vó pode ser início de abuso sexual

Estamos num mundo tão louco que o que era necessário agora é abuso. Atenção não pode, nem carinho nem demonstrações de afeto, porque isso pode mascarar abuso sexual. Nada de demonstrar carinho, sem a permissão da própria crianças, pois um simples abraço e beijo de vó é algo pérfido e nocivo. Insano suficiente? Pois é o que pedagogas acham. Mas aí é pedagogo, não se espera coisa com um mínimo de lógica, certo?

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Advogados evangélicos deram OK para a Portaria de Satanás

O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA, no uso de suas atribuições que lhe conferem inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e o inciso V do art. 37 da Lei nº 13.844, de 18 de junho de 2019, e com base no § 2º do art. 7º da Lei nº 9.474, de 22 de julho de 1997, no inciso IX do art. 45 e § 6º do art. 50 da Lei nº 13.445, de 24 de maio de 2017; e no parágrafo único do art. 191 e art. 207 do Decreto nº 9.199, de 20 de novembro de 2017, resolve:

Bem, é assim que começa uma portaria expedida pelo Ministério da Justiça. Em resumo, esta portaria veda o ingresso no país de estrangeiros suspeitos de envolvimento em crimes específicos, como terrorismo. Seria como proibir que parasitas políticos brasileiros no exterior pudessem voltar ao Brasil, mas não é bem assim. Claro, teve gente reclamando, e ministro Sérgio Moro citou que a ANAJURE (associação de juristas evangélicos) apreciou muito a referida portaria. O número dela é 666.

Postando direto das profundezas do Fundo do Poço (não do Inferno, pois o Diabo fugiu daqui), esta é a sua SEXTA INSANA!

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Pesquisa sugere que alunos negros são mais punidos por serem negros, mas tem a pegadinha…

Uma das coisas que mais ocupam o tempo dos professores durante as aulas é parar para dar esporro por causa da zueira tocada pelos alunos. Isso é extremamente irritante e estressante, quando o tempo deveria ser para ensinar. No mundo real, apenas ¼ desse tempo é para efetivamente ensinar, salvo se você anda drogando seus alunos, usando de hipnotismo ou coloca uma Magnum .44 sobre a mesa e diz “Do you fell Lucky, punk? Do ya?”

Uma pesquisa nos EUA resolveu tabular dados de quantas pessoas quantos alunos recebem punições por mau-comportamento. A pesquisa conclui que negros recebem mais punições por eles não serem advertidos antes várias vezes, coitadinhos.

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Pesquisa caça ligação entre autismo e transgêneros

Eu não sei qual o problema das universidades, em que a equipe de escrever os press-releases não conversam com os pesquisadores sobre o que eles trabalham, e que irá ser matéria da página da própria universidade. Por exemplo, a Universidade de Anglia Ruskin apareceu com uma matéria dizendo que há uma ligação entre autismo e indivíduos transgêneros e não-binários.

A referida pesquisa teria exposto que indivíduos transexuais e não-binários são significativamente mais propensos a ter autismo ou exibir traços autistas do que a população em geral. Isso faz sentido?

Resposta: não, claro que não. Motivo: Matemática.

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Toscos nos cafundós de Shiva quase sacrificam criança de 3 anos

A Índia é um país peculiar. Por peculiar, eu quero dizer totalmente insano; mais até que o Brasil! O Brasil é tosco, todo mundo sabe disso, mas a Índia é diferente. Berço da Matemática como conhecemos hoje, tendo sido um dos inventores dos números, junto com os árabes (os gregos não tinham sistema de numeração próprio, por isso eram ótimos geômetras mas péssimos aritméticos), a Índia consegue feitos memoráveis, como mandar uma sonda pra orbitar Marte e acertam de primeira (vocês lembram que eu falei que eles inventaram a Matemática, né?), enquanto o Brasil não consegue mandar um Cubesat e, quando fazem, mandam um peso de papel que aqui custou 400 mil reais, já que o não pagamento fez com que ele subisse sem o software. Brasil inventou o primeiro peso de papeis em microgravidade!

Aí você espera que um país com uma ciência aeroespacial bem desenvolvida (além de uns nukes no estoque) tenha um bom desenvolvimento. Não que não tenha, mas o lado social acabou com gente ainda vivendo na era pré-qualquer coisa, quando a polícia precisa intervir rápido, já que os familiares de uma criança iriam sacrificá-la em honra a… bem, nem eles sabem direito.

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Cérebros de brancos não processam direito rostos de negros. Pesquisador não quis testar cérebros de negros

Em tempos de problematização, uma das formas que pessoal lacrador implica é quando alguém diz que outra etnia é composta por indivíduos todos iguais. Eu tive um colega de trabalho japa (na verdade, era descendente, mas é japa. Que se dane se você não gostou) nos sacaneava dizendo, com sotaque, que “ocidental é tudo igual, né?” (o miserável nunca tinha ido ao Japão). Hoje isso é mal-visto, tido como racismo. Bem, até poderíamos aceitar como racismo, mas isso porque somos programados para identificar gente como nós. “Pessoas como nós” é garantia que não seremos atacados pela tribo vizinha, o que faz sentido num mundo com alguns milhares de seres humanos totalmente espalhados, mas é o tipo de informação gravada em nosso cérebro.

Então, temos o sentimento que quem não é igual a nós, é tudo a mesma coisa, mas será isso preconceito que se aprende? Pois, uma pesquisa mostra que não é tão simples assim.

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O Desafio de Elias

O primeiro livro de Reis, capítulo 18 é uma preciosidade. Mostra-nos a mentalidade cética em ação. Elias desafia os profetas de Ba’al a mostrar o poder de seu deus. Manda colocar dois holocaustos e cada um invoca o seu deus: Elias, chama pelo Deus de Israel, os profetas de Ba’al chamam, bem, Ba’al, né? Ba’al deu o perdido e não fez nada, mas Javé manda um linguão de fogo e consome tudo. Depois, Elias placidamente mostra quem é o verdadeiro deus, para em seguida mandar matar os profetas de Ba’al.

Não seria interessante se fizéssemos a mesma coisa hoje? Poderíamos desafiar o Todo-Poderoso a fazer seu milagre. Não precisamos nem matar os seguidores dele, pois isso é selvageria. Só clamaríamos para Deus, o Senhor que atende tudo o que lhe pedirmos, aja imediatamente. Sendo Deus, ele atenderia imediatamente, certo?

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Estou ofendido, me abracem

Hoje vivemos na Era do Biscoito. Mas espere! Não só temos a era que todo mundo parece quer uma saraivada de biscoito, como associa com outra palhaçada: “isso é ofensivo” ou “estou ofendido”. A juventude hoje está com os nervinhos à flor da pele. Eles se melindram muito, se melindram demais, se ofendem por tudo. Se ofendem até pelo que não é com eles, sendo que as pessoas “afetadas” não ligaram.

Agora, a bola da indignação da vez é o caso do cozinheiro, sua camiseta e duas freiras. Sim, até parece titulo de filme das Brasileirinhas, mas garanto que a coisa mais lasciva é um beijo (e nem animado é)

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O Teste do Busão

Uma coisa eu posso afirmar sobre o presente artigo: ele poderá ser lido e relido por muito tempo e não vai ficar um centímetro sem se desviar da realidade. Ele vai explicar como muito do que vocês dão importância não terá nenhuma percepção em larga escala. Este artigo coloca em pauta uma coisa que geral ignora, que geral diz se preocupar, mas a verdade é que geral é uma ridícula minoria.

Este artigo coloca em pauta o pessoal que pega ônibus e sua percepção e interesse pelo que está acontecendo.

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