As sacudidas da Lua

Estamos acostumados a astros orbitando o Sol, assim como a Lua orbita a Terra. Pensamos que est órbita é delicada e suave, e até pode ser, mas aos nossos olhos. A Lua tem uns “tremeliques”. Chamamos isso “libração”, do latim “librare”, que significa “balançar”, porque é esta a impressão que tempos: a Lua está dando umas sacodidas.

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A história do livro assassino e papéis de parede mortais

No romance O Nome da Rosa, um livro assassino foi o algoz de alguns monges numa abadia esquecida no interior da Itália. Olhando para o livro (ou filme), podemos pensar que isso seria um pouco (ok, muita) de maluquice, mas não é. Realmente existiu livros venenosos, e papéis de parede mais venenosos ainda!

E tudo por causa de uma tinta de cor verde. Continuar lendo “A história do livro assassino e papéis de parede mortais”

Doutor, meus peitos estão assobiando!

Ok, seios de uma maneira geral não deveriam emitir sons, e isso não é exceção para os implantes de “formosuramento”. Entretanto, uma mulher relatou ao seu médico que seus seios faziam um “som de assobio”. O médico achou que isso era esquisito e apelou  para um químico para responder isso.

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O aviãozão que carregava outros aviões dentro

Transportar tropas para o teatro de guerra é complicado. É preciso muita logística, recursos materiais e recursos humanos. Ainda hoje é preciso levar em conta vários estudos com diferentes fatores envolvidos. Levar aeronaves, então, é outro problema, já que nem todas elas podem cruzar oceanos. A invenção dos porta-aviões sanou parte deste problema. Mas aí alguém pensou: e se levássemos as aeronaves pelo ar, dentro de um aviãozão bem maior? Continuar lendo “O aviãozão que carregava outros aviões dentro”

Cinema de verdade é feito com ajuda de alguns pinos (não esses)

Eu gosto de filmes de animação, Gosto tanto que achei uma puta sacanagem o que fizeram com Com Amor, Vincent (Loving Vicent), em que os frames foram feitos por meio de pinturas a óleo, com muito pouca animação digital. Perdeu para Coco, o que foi uma grande putaria. Com Amor, Vincent é uma obra de arte, mas não existe apenas este tipo de animação. Claro, elas se baseiam em juntar diferentes quadros sequenciais e montar o filme (tecnicamente, o próprio conceito de filme é isso).

Mas tem um tipo de animação muito interessante que merece ser mencionado.

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Voz dos Alienados 119

Eu tenho um apreço muito especial pelos meus crentinhos de estimação. Alguns sempre voltam a me visitar, nem que seja trocando o email, mas eu conheço cada um deles, principalmente pela escrita e as imbecilidades recorrentes. É sempre bom tê-los aqui, meus queridos imbecizinhos! Vocês sabem que sempre podem voltar. Mesmo porque, vocês possuem aquele desejo morbidamente masoquista de passar vergonha. Eu não os furtarei de saciar este desejo.

Com vocês: A VOZ DOS ALIENADOS!

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A magia da paisagem sul-americana

Os países da América do Sul são muito bonitos. O que estraga é o povo sul-americano, mas as paisagens conseguem ser fabulosas. Claro, longe dos centros urbanos, pois, aí conseguimos admirar o céu noturno, as estrelas, planetas e a própria Via Láctea.

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O mistério do Quadrado Sator numa caveira

Nós temos uma relação um tanto quanto estranha com os nossos próprios destinos. Sabemos que vamos morrer um dia, mas esperamos retardar este momento. Há os que se cansam e encurtam o tempo de vida. Olhando para o horizonte, me pergunto quando começamos com isso. Muitos animais, como elefantes, têm ciência da própria mortalidade. Muitos animais têm rituais fúnebres, se afastam quando do seu momento final, se reúnem e mostram luto.

Alguns mantém um memento mori, uma lembrança de nossa mortalidade, com alguma inscrição de proteção, como um quadrado mágico. Continuar lendo “O mistério do Quadrado Sator numa caveira”

Habemus Blog de Informática

Eu ouvi vocês com carinho e decidi. Tudo bem que a maioria queria textos de Informática aqui, amas ouvir não implica em fazer tudo o que sugerem, ou já teria me matado das piores maneiras possíveis.

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Jules Allix: o anarquista feminista inventor com ideias estranhas

A todo momento chega algum “visionário” com uma ideia disruptiva. Aquela ideia fenomenal que soa “como ninguém pensou nisso antes?”, mas assim que você examina, entende muito bem o motivo por não terem usado. Um desses visionários foi um sujeito chamado Jules Allix. Ele pensava fora da caixa (ou fora da casinha). Teve inúmeras ideias e uma delas seria uma revolução em termos de telecomunicação: Um telégrafo que funcionava à base de caracóis. Continuar lendo “Jules Allix: o anarquista feminista inventor com ideias estranhas”