O Vale da Morte não é um lugar onde você gostaria de passar as férias, mas mesmo assim gostaria de tirar férias para dar uma conferida. é um lugar contraditório, pois apesar de ser um lugar de onde você fugiria ainda assim gostaria de dar uma checada, apensar de ser um vale onde muitos não viveriam muito tempo. É uma depressão, já que é um vale, na fronteira dos estados norte-americanos de Nevada e Califórnia, a cerca de 160 km de Las Vegas. Se você conseguir sobreviver no Vale da Morte, acabará morrendo em Las Vegas… nem que seja num bom dinheiro.
E ainda que queiramos andar pelo Vale da Morte, não precisamos temer mal algum, pois outros foram e nos trouxeram belas imagens, mas há coisas misteriosas também e veremos o porque no Livro dos Porquês.
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Em 30 de junho de 1908, Tunguska conheceu o medo. Uma explosão ensurdecedora, seguida de uma onda de energia varreu o local, fazendo ocm que a noite se tornasse dia, onde até mesmo em Londres era possível ler um jornal se nenhuma luz artificial. O acontecimento era um mistério e o que hoje conhecemos pelo nome de
Já tive muito desgosto na vida. Uma delas foi uma pedarretardada que dá aula de Ciências dizer que ela não é um primata. Eu particularmente acho que é um Tapiridae. Ainda insistem que Evolução não tem nenhuma prova e continuará assim, mesmo que eu mostre uma pelve de macaco recém-descoberta, cujo dono provavelmente viveu lá pelos idos do início da grande evolução dos macacos.
Em qualquer postagem, comentário, artigo e conversa que se faça enfocando a importância da Ciência e Tecnologia, sempre aparece um chato que fica papagueando que somos cientificistas, que o mundo isso, que Filosofia é importante, que temos que entender o "eu" ou algumas maluquices sem sentido, como análises dimensionais do campo social num contraponto neoepistemológico voltado para os vieses da humanidade. No fim, a Ciência é ruim, e para sair da caverna teremos que nos tornar filósofos, pois estes, em sua arrogância, acham que são capazes de entender algo só pensando dentro de um buraco.
Vida de gordo não é fácil. No ônibus é aquele aperta-aperta. Vida pior só de quem está no ônibus cheio junto com um chupetão de baleia, rolha de poço, pudim de banha, pneu de trator, free willy e outros nomes não muito elogiosos que destinam a pessoas obesas. Para piorar a situação, ua pesquisa feita com médicos revelou que os facultativos insistem em duas coisas: não estabelecer bons relacionamentos emocionais com pacientes com sobrepeso e ir procurar no dicionário que diabo de facultativo é esse.
Mais cinco e terei direito a viajar em ônibus, trem e metrô de graça!
Não, não surtei, este não é o programa do Ratinho e não terá teste de DNA (os mano pede, as mina dá,. Depois vai no ratinho pra fazer DNA). É que às vezes estamos tão acostumados com nosso dia-a-dia que nem sempre nos damos conta de como certas coisas, ainda que simples, envolvem certa gama de complexidade. O Espaço é um ambiente totalmente diferente do que estamos acostumados. É realmente alienígena a nós! As coisas não acontecem como esperamos que acontecessem e isso quem nos demonstra é o comandante Chris Hadfield, com uma simples toalha, apesar de não ser dia dela.
Enquanto a divisão antiterrorismo do FBI está tendo uma certa "conversinha" com um dos suspeitos do atentado em Boston (sobre o qual não tecerei comentários e nem os chiliques dos conspiracionistas de plantão), chamou-me a atenção de como é fácil fazer uma bomba, por mais tosca que seja. Mas bombas toscas também são eficientes como arma de terror. Afinal, como disse Lênin, a função do terrorismo é aterrorizar.
Este artigo vai falar mal de pedagogos, políticos e idiotas que acham que sociologia é algo diferente de homeopatia ou consultar jogo de búzios. Se você acha que devemos perder tempo ensinando felozofia de boteco ou sociologia ou qualquer merda neste sentido: SUMA DAQUI! Não tenho tempo para discutir com retardado que nunca ensinou algo mais do que como usar controle remoto de TV. Vá ficar lendo a bosta do Paulo Freire.