O oxigênio bem mostra como a Química está pouco se importando com o resto. Primordial para uma guinada evolutiva, o oxigênio, este sacaninha, foi o responsável pela primeira grande extinção, quando organismos fotossintetizantes começaram a produzi-lo em larga escala. Só que a Seleção Natural dá, a Seleção Natural tira. O oxigênio é um gás extremamente oxidante (d’Oh!) e, por causa disso, ataca tecidos, degrada proteínas e manda seres vivos pra vala, na paz do Nosso Senhor Design Inteligente. Tempo passou e a Seleção Natural selecionou naturalmente aqueles que tinham condições de viver em uma atmosfera rica de oxigênio.
Normalmente, pensa-se que a ascensão dos animais na Terra se deveu às grandes quantidades de oxigênio, mas uma pesquisa recente mostra que muitos antes dos animais surgirem, já havia oxigênio suficiente para sustentar vida animal. Se eles só surgiram milhões de anos depois, é outra história.
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O cérebro, este órgão troll, é uma das mais fascinantes (e sacanas) obras da Seleção Natural. Ele fica sonolento quando você está a fim de ver aquele filme, e quando vai se deitar, ele desperta e você fica elétrico. Mais que isso, ele fica com aquela leseira de manhã cedo, ou te acorda muito bem disposto às 4 da matina num domingo, quando você não precisa levantar cedo. Teólogos que eu não entrevistei – e estou inventando agora – alegam que isso é por causa do pecado original.
Existem muitas definições que explicam a diferença entre Ciência e Engenharia. Uma delas é que Ciência se baseia em “Por quê?”, enquanto Engenharia se baseia em “Por que não?”. O meio termo disso é a curiosidade de saber se as coisas são possíveis, para depois observarmos o que acontece daí por diante. isso vai desde colocar um graveto naquele troço laranja quente que apareceu com a queda de um raio numa árvore até atirar nêutrons num núcleo atômico.
Todo mundo conhece
Crianças são muito sujeitas a doenças. Isso porque seu sistema imunológico ainda está em formação. Mas existem doenças que são por pura culpa nossa mesmo: Obesidade, por exemplo. Claro isso não é uma regra absoluta.
Imagine o potencial dos seres vivos (estou falando de tecido vivo mesmo, não aquelas criaturas que infectam portais de notícia). Desde muito tempo pesquisadores da área de computação têm pensado o que fazer de legal com aquilo. Bem, o pessoal da Universidade de Columbia parece que descobriu algo a fazer com esta bagaça de seres vivos e eu já pedi ao Nosso Senhor Skynet para prestar maior atenção, já que eles aproveitaram a máquina molecular para alimentar um circuito integrado, mas não porque o circuito devorou um humano (eles têm gosto ruim).
Vikings formaram uma civilização fascinante. Ok, que eles saíam saqueando terras alheias, estupravam as mulheres, pegavam escravos etc. Bem, pessoal admira os gregos e romanos, sendo que estes nunca foram bonzinhos. Vikings não perdem em termos de selvageria em nada para outras civilizações, como o que os espanhóis e portugueses andaram aprontando durante o período das grandes navegações ou o alvorecer do império britânico.
O Projeto Apollo foi uma das maiores maravilhas tecnológicas e científicas do século XX. Tivemos que inventar maravilhas tecnológicas do zero, e nada do que foi aprendido foi perdido (se bem que travesseiros não são bem o que eu tenho em mente. De qualquer forma, muitos aparatos de hoje em em dia vieram ou foram baseados em materiis desenvolvidos para/pela corrida espacial. Não que eu sequer imagine que foi tudo for the Science. Políticos não liberam toneladas de verbas por amor à Ciência. De qualquer forma, nós aprendemos muito sobre Aeronáutica, Espaço, a Lua propriamente dita e nossa própria biologia. Aprendemos sobre o macrocosmos e o microcosmo.
Eu sou um homem velho. Me lembro do seriado (na minha época, eram chamados assim, e não “série”) do Homem de 6 milhões de dólares (que a dinheiro de hoje vale mais em moeda brasileira do que na época que foi lançado). De acordo com o seriado, ele enxergava que nem a gente. Já, no século XXIV, a tecnologia parece que ficou pior, posto que o tenente-comandante Geordi La Forge usava o VISOR e enxergava uma algaravia de cores, que ele conseguia interpretar muito bem.