Estamos no moderno mundo tecnológico 2.0, internet das coisas e outras bobagens modernoides, reinventando coisas que já existiam, mas de forma menos eficiente; mas aí é só colocar uns leds RGB e vender como “gamer”. Se você acha que chegamos nas maravilhas tecnológicas de uma casa hiperconectada, pense que ainda falta muito, ou, pelo menos, uma coisa: a sua privada.
Sim, amiguinho, seu querido troninho, onde muito provavelmente onde você está sentado agora, lendo o meu blog no celular. Pois saiba enquanto você está aí sentado, seu vaso está analisando suas fezes e sua urina. Capaz de saber até que sua mulher está lhe traindo, sua filha está grávida, seu cachorro tem vermes e o motor do seu carro está batido.
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Estamos na semana que Jesus entrou na porrada, morreu na sexta-feira, e ressuscitou três depois, no domingo. É religião, não questione. Também não questione a parte que ele morreu para nos salvar e voltou, anulando o sacrifício. Ou salvou sim, perdoando todos os pecados. Todos, todos, mas todos ainda somos pecadores por causa do Pecado Original. De novo, não pergunte.
Estamos caminhando de vento em popa para o pico de infecções do COVID-19, também conhecido como coronavírus, ou Coronga, entre os mais chegados. Para quem trabalha como profissional de saúde, a exposição é um risco constante, e por mais que se tenha EPI disponíveis (você não, Brasil) é preciso ter testes à disposição. O problema está aparecendo quando muitas decisões médicas são tomadas por causa dos testes.
Há milênios, sabe-se que o uso de prata ajuda no combate a infecções, mesmo antes de se saber o que era bactérias, filhas de mães de moral duvidosa ou micróbios que ficam atrasando o trabalho. A prata metálica era conhecida pelos caldeus em 4.000 AEC, e era o terceiro metal conhecido mais usado pelos antigos, depois de ouro e cobre. Ao longo desses milênios, a prata tem sido usada para inúmeras condições médicas.
O Apollo é um golden retriever de 8 anos. Quando sua dona ficou doente, ela ganhou o Apollo e foi muito importante na sua recuperação. Assim, ela viu que o Apollo seria importante para outras pessoas.
Saturno está um tantinho longe. Do Sol até lá são cerca de 1.429.400.000 km ou 11.911.666.666 campos de futebol, ou uma hora de viagem numa Uno com escada. Por estar muito longe, você pensa que lá é muito frio. E é, mas as camadas superiores na atmosfera de Saturno e outros gigantes gasosos são quentes, assim como as da Terra. Claro, tem um pequeno diferencial: exatamente a distância; logo, não deveria ser tão quente assim. Então por que é?
Esta aqui do lado é Nefertiti. Ela foi a esposa real (nos dois sentidos) de Akhenaton, rei da 18ª Dinastia. Foi uma das dinastias mais ricas, prósperas e poderosas do Egito. Depois que Akhenaton morreu, o trono deveria ir para o filho Tutancâmon. Só que o moleque ainda era pequeno e Nefertiti assumiu o como Neferneferuaten, chegando a usar barbas postiças (no Egito, mulheres não poderiam governar como rainhas, só homens, mas Nefertiti mandou todo mundo reclamar com Aton, o deus que Akhenaton estabeleceu como deus único.
A semana tem sido louca, como tem sido as últimas semanas. Ok, não temos nada de novo, a não ser as loucuras da vez. Tivemos pronunciamento presidencial, tivemos anúncios sem noção, divulgação científica, óbvio, e várias coisas que eu não coloquei no blog, já que eu divulgo ciência e posto algumas opiniões. Isso, entretanto, não é pra fazer do meu blog uma filial do Asilo Arkham.
Talvez por culpa de nossos livros de ciência, pensamos que nossos ancestrais formaram uma escadinha evolutiva. Aquela fila não é bem a realidade; na verdade, os ancestrais estão em diversos galhos evolutivos, e muitos desses galhos cresceram juntos, um paralelo ao outro, e o mínimo que podemos esperar é que vários hominídeos tenham convivido.