O mundo governado por Hades tem das suas insanidades insanas. Mas, vez por outra, coisas escapam do controle, que até mesmo Cérbero, o cão tricabeçudo, não consegue conter. O problema de hoje — ou melhor, ontem, foi de um cara que estava na santa paz da santa protetora dos casais endiabrados, Maria Madalena (sim, eu sei), estava recebendo, digamos, um presentinho de sua namorada. O problema é que com grandes poderes vem grandes responsabilidades e no caso a "responsabilidade" veio sob a forma líquida. Como a dona não era daquelas que engolir era uma opção, ela – NHAC! – decepou o sujeito. E quando eu falo "sujeito", eu estou me referindo ao principal sujeito da ação.
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Tutancâmon é o egípcio mais famoso. Depois dele só o Yul Brynner, digo, Ramsés II. Ramsés está mais para um Stallone, já que saiu na porrada com os hititas e foi chefiando o exército egípcio na Batalha de Kadesh (que na verdade acabou no 0 x 0, mas cada povo alegou que tinha saído vitorioso, provando que marketing político não é coisa recente). Tut está mais pro Justin Bieber ou algum ex-BBB. Ficou famoso, ninguém sabe ao certo como e o pessoal tá doido pra ver o cadáver.
O que mais fascina na Natureza é seu caráter repetitivo, se podemos assim chamar. É como ver e rever coisas em diferentes ocasiões, seguindo padrões que nossa tola imaginação preenche ou mesmo cria. Não que isso seja sempre errado, pois foi dessa criatividade que surgiram as grandes obras artísticas, onde pessoas talentosas exploraram suas percepções e as transformaram em magníficas e inesquecíveis obras de arte (falei "arte". Pichação e funk não são expressões artísticas e sim poluição).
Mais uma da série: Evolução não existe, mas esqueceram de dizer isso pra Natureza. Todo mundo sabe ()ou deveria saber) que um dos maiores problemas quando se combate uma infecção é quando os medicamentos não são suficientemente fortes para aniquilar com os safados, mas algumas cepas estão resistentes ao remédio, enquanto que a maioria morre. Estes mais fortes se reproduzem, pois foram naturalmente selecionados, gerando descendentes mais resistentes, que terão mais descendentes cada vez mais resistentes.
Um projeto de lei que acabaria com a experimentação invasiva em grandes macacos nos Estados Unidos deu mais um passo para se tornar lei. É o The Great Ape Protection and Cost Savings Act de 2011, e prevê o fim de experimentações invasivas em chimpanzés, bonobos, gorilas, orangotangos e gibões. É grande, se pendurou na árvore e gosta de bananas, está protegido, apesar de eu saber que gorilas não se penduram em árvores e que demais símios gostam de muitas coisas além de frutos de duplo sentido.
O problema com o mundo é… nenhum. Nenhunzinho sequer; ou, segundo as sábias palavras do profeta George Carlin, o planeta vai muito bem, obrigado. As pessoas é que estão ferradas. Caminhando pro próximo bilhão de habitantes, arrumar comida para esse pessoal todo é um desafio. E não é só isso! Temos o problema de transporte, já que o artista pode ir até onde o público está, mas comida não tem essa autonomia.
Como toda pessoa que estuda algo da linha do 8º ano do Fundamental (ou 7ª série) sabe, seres humanos não se desenvolveram para comer apenas vegetais. Da mesma maneira, não evoluímos para a carnivoria estrita. Seres humanos são onívoros e precisam dos nutrientes obtidos em todos os tipos de alimentos, a despeito do que venham lhe dizer os panfletinhos verdes entregues por pessoas anêmicas.
Mas obviamente a Ciência não serve pra nada. Ela apenas nos deu armas nucleares, não é? Não é o que um paciente de 71 anos pensa. Ele sofreu uma lesão na medula espinhal após um acidente de carro há quatro anos e este acidente ceifou-lhe grande parte de seus movimentos. Muito mal conseguia mover seus braços, mas nada muito mais que isso. Seu destino estava escrito por um poder invisível e nada poderia reverter isso.
Ok, eu sei que você queria um. Quem não quer um exoesqueleto pronto para aniquilar qualquer coisa que apareça na frente? Provavelmente, quem não é psicopata… Enquanto isso, cientistas estudam técnicas que possam ajudar deficientes físicos ou com alguma lesão na medula espinhal (se definitiva ou não, não importa) para que possam andar novamente. É nisso que um grupo de pesquisadores suíços está trabalhando, e se você só conhece a Suíça por causa de queijo, chocolate e contas numeradas, tá na hora de rever seus conceitos…