Quando substituir o tornozelo é o melhor para quem sofre de artrite

Um dos principais problemas do corpo humano é a dificuldade de reposição de peças. Imaginem: você tem u problema no braço, joga fora e coloca um novinho, zero quilômetro. Isso ainda não é possível para com os braços e pernas, mas outras partes não têm este problema, como é o aso de tornozelos, por exemplo, aquela parte linda que zagueiro trombador adora dar pisão.

Na cidade de Nova York, médicos pesquisam as melhores técnicas para tratar pessoas com artrite reumatoide, e uma dessas técnicas é a substituição do tornozelo.

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Pesquisadores estudam luva que ensina Braile

Louis Braille podia ser mais um cego no século XIX, dependente de outras pessoas. Tendo perdido a visão aos 3 anos de idade, Braile podia ser um desses mimizentos que reclamam da vida, sem nem poder ter acesso à leitura e/ou escrita. Anda assim, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris e, aos dezoito anos, tornou-se professor de lá. Ele se inspirou na técnica de usar "pontos e buracos" inventado por um oficial para ler mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, Braille melhorou o sistema, de forma que cegos pudessem escrever textos e ler livros. Em 1829, ele publicou seu trabalho e, assim, foi criado o Sistema Braille.

Milhões de cegos hoje usam este sistema para ler e escrever, mas sempre podemos melhorar o aprendizado desta técnica. Esta é a meta de pesquisadores em Computação: como fazer o corpo aprender sem estar plenamente consciente deste aprendizado?

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Maluquices? Transtornos mentais? É com o Scicast!

Eu sei, psicologia é coisa de maluco! Mas como é a psicologia na visão de psicólogos, malucos, doentes mentais, e do pessoal do melhor podcast de Ciência do Universo (ainda mais porque eu faço parte dele)? Nesta edição eu, o Senhor das Estrelas, e coadjuvantes conversamos sobre tudo o que anda na cabeça alheia.

Aliás, vem bem a propósito, ainda mais porque hoje é SEXTA INSANA!

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Grandes Nomes da Ciência: Agnodice

A mulher em dores excruciantes adentra o hospital… o que poderia se chamar de hospital aquele açougue. Sem suturas, sem instrumentos cortantes decentes, sem esterilização, sem antisséptico. Aquilo era o Inferno na Terra. Não, não estamos falando do Brasil. A mulher em trabalho de parto estava recusando qualquer tentativa de socorro. Ela só queria ser atendida por uma pessoa. Não uma pessoa qualquer, mas uma figura lendária. Tão lendária que nem sabemos com certeza se existiu. Tão lendária que a história acima descrita pode nem ter ocorrido. Mas o nome da pessoa ainda permeia a História.

O nome dessa mulher era Agnodice.

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Bula: um dos maiores inimigos de analfabetos científicos, mas não o único

Analfabetismo científico é um termo que se refere ao baixíssimo conhecimento de termos, expressões e significados científicos ou mesmo o entendimento do que e Ciência. Algo como o Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e o Roger do extinto Ultraje a Rigor, criticando o Miguel Nicolelis, o cientista Kickboxer que não deixou pedra sobre pedra.

Em uma notícia saída na Folha, fiquei sabendo que muitos brasileiros têm sérios problemas de ler uma simples bula, por simplesmente não serem capazes de entender o que tem lá. Claro, isso esconde mais detalhes do que aparenta.

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Fenômenos picaretológicos são confirmados pela (pseudo)ciência (ISSO a Globo mostra)

O Cardoso tem muitas manias. Uma delas é compartilhar coisas escabrosas, para este que vos fala fazer suas considerações. Normalmente, essas coisas me dão engulhos, e acabam revirando meu estomago, mas nem por isso deixo de aproveitá-las. Valeu, Cardosão!

A última foi obra e graça da querida estirpe dos jornaleiros, sempre ávidos em ter notícias, mesmo onde não é notícia. Eles aproveitaram aquela palhaçada acontecida no Rio Grande do Gasparzinho e convidaram “cientistas” para falar sobre isso. Claro, mencionaram Fisica Quântica.

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Eppur si muove (mas para o Brasil não basta) ou Sobre o exoesqueleto da Copa que a Globo não mostrou

O Brasil tem sérios problemas. Um deles é exatamente ser o Brasil. Ontem foi inauguração da Copa do Mundo; e, cá pra nós, que LIXO! Meia dúzia de gato pingado parecendo alguma mostra pedagógica de colégio de periferia, com ents, garoto índio vestido como um maia (não perguntem) e ainda reclamam que gringo pensa que aqui é só mato, selva e bundas rebolantes. Pior! Nem passista de escola de samba tinha. Pelo menos, colocassem o Caprichoso.

O ponto alto é (ou deveria ser) o exoesqueleto que está sendo desenvolvido pelo dr. Miguel Nicolelis, um cientista sério que preferiu ralar peito daqui, ou estaria esperando a boa vontade do CNPq para comprar uma chave de fenda. Só que enquanto o Galvão tagarelava sobre o ônibus da Seleção (a qual não deu as caras na abertura), o chute foi dado e só. E a reação as pessoas só pode ser descrita como uma coisa:

ESTA É A SUA SEXTA INSANA!

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Como voar sem gravidade (ou quase nada de gravidade)

Um dos artigos que mais gostei (dentre uma saraivada deles), é o da Kate Upton em microgravidade. Aliás, não foi só eu. Muita gente adorou o artigo, ao ponto até de "se inspirar" nele. O voo parabólico é uma das coisas mais maneiras que existem e não é coisa recente. Ele sempre foi usado para o treinamento de astronautas, mesmo quando ainda não havia efetivamente astronautas, mas sem ele não haveriam astronautas.

Imaginem o seguinte: se hoje o treinamento para um astronauta é rígido, como seria o treinamento para o início dos anos 1960, quando Kennedy lançou a corrida espacial (que, DE FATO, os EUA chegaram atrasados em tudo, e só foram primeiro à Lua, porque a URSS nunca teve intenção de mandar ninguém pra lá). Entre testes de paraquedas, quedas e ações centrífugas, como seria o comportamento de seres vivos em ambientes com microgravidade (NÃO É GRAVIDADE ZERO!!!!!)?

Só o LIVRO DOS PORQUÊS para nos explicar.

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Dawkins NÃO atacou contos de fada, eu que falei besteira

Ao que tudo indica, o artigo que eu postei ainda há pouco sobre Richard Dawkins ter falado mal de contos de fadas foi caquinha que um repórter da BBC 4 fez, e acabou indo parar no Telegraph. O jornaleiro entendeu errado e a MULA AQUI acabou de passar adiante (ou, num jargão pouco menos profissional: fiz merda).

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Quer rejuvenescer? Comece pelo seu sangue

Convenhamos, envelhecer é muito legal quando se quer comprar coisas ou ir a lugares 18+, mas com o passar do tempo, vemos que pagamos um preço caro por isso, já que de boazinha, Mãe Natureza está mais para madrasta dos Irmãos Grimm. Não era para vivermos tanto assim, e como estamos vivendo mais e mais, graças unicamente (desculpem, mais uma vez)  à Ciência, vemos problemas que muitos de nossos ancestrais jamais conheceram, como o Alzheimer.

Agora, pesquisas indicam uma forma de retardar os problemas trazidos com o envelhecimento. A solução parece estar em receber sangue jovem, podendo reverter os efeitos pré-existentes do envelhecimento cerebral em nível molecular, estrutural, funcional e cognitivo.

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