Eu fico feliz quando políticos se preocupam com o bem-estar das pessoas, e procuram criar leis em benefício da população. Deu para perceber que ficar feliz não seá uma coisa corrente em mim, no que depender que tais coisas aconteçam. Entretanto, às vezes, um político pensa no bem-estar das pessoas (não riam), e daí surge coisas malucas, como um projeto de lei que visa proibir a comercialização e uso de margarinas no estado do Rio de Janeiro (pode rir).
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Eu me lembro de ter chegado no trabalho uma vez e a mulherada comentando animada sobre algo incrível que ajudava no controle de peso blábláblá… vocês sabem. Eu perguntei o que era, e me responderam que eram incríveis pílulas de gelatina. Não eram lá baratas (cerca de 30 reais), mas eram eficientes, pois as proteínas contidas nas pílulas saciavam a vontade de comer (o que é verdade, proteínas fazem isso). Eu perguntei por que compravam algo custando 30 reais quando uma caixa de gelatina custava um real e fazia o mesmo efeito, tendo até sabor, e quem não quisesse, tinha gelatina sem sabor.
Câncer é uma droga. Não só porque ferra com a pessoas, como joga sujo e faz de tudo para se esconder das formas de detecção. Às vezes, se detecta logo, e isso garante 80% de chances de se ver livre do Caranguejão do Mal. Em outras palavras: quanto melhor identificar quem é o bandido no corpo, fica fácil mandar o BOPE biológico sentar o dedo na eliminação do lazarento. A saída é qual? Tentar outros métodos de identificação, que é o que pesquisadores da Universidade Yale estão desenvolvendo.
Já postei várias pesquisas sobre sistemas robóticos para paraplégicos e tetraplégicos. Mas ninguém disse que é só pra eles. Muitas pessoas com distrofia muscular ou alguma lesão parcial da medula espinhal têm sérias dificuldades para simplesmente segurar coisas com as mãos, até mesmo as menores, como uma caneca.
Vegans sempre soltam trocentos “artigos científicos” mostrando os problemas das carnes. O fato que esses artigos não dizem o que eles alegam dizer é secundário, principalmente no tocante ao conceito de carne vermelha, carne processada e carne ultra-processada. Para defender a narrativa, jogam tudo no mesmo balaio, quando outros alimentos ultra-processados não são saudáveis da mesma forma. O problema é que uma recente pesquisa andou revendo o que foi publicado sobre carnes vermelhas e chegaram num veredicto que não se pode ignorar: há falta de evidências que carnes vermelhas in natura e processadas sejam tão perigosas quanto se alegava, e pede uma revisão em larga escala.
Você ligou o “Disque Paraplégico” e foi redirecionado pra cá? Sim, porque se quis falar com Nosso Senhor Jesus, perdeu tempo, ele não liga pra essas coisas. Tentou falar com alguém de Humanas? Eles devem ter lhe dito que qualquer coisa a fim de mudar a condição de alguém impossibilitado de andar era eugenia. Se você realmente quis saber como poderíamos resolver, caiu no lugar certo, pois, só a Ciência pode resolver este tipo de questão.
Eu estava vendo algo para postar. Daí dei de cara com algumas pesquisas que seriam dignas do igNobel. outras que são interessantes, mas “meh”. Eu não achei efetivamente nada que merecesse muito a minha atenção, então eu pensei: hoje é sexta, vamos descontrair e ler o que alguns malucos andam escrevendo por aí.
Você pode pensar que remédios especializados mediante etnias é algo próximo (se não o próprio) a racismo. Não é. Pessoas são diferentes, ainda mais quando colocamos duas etnias na balança. A resposta farmacológica pra um nem sempre serve para o outro. Resta fazer pesquisas, por mais eugenista que alguns idiotas queiram fazer parecer.
Toda vez sempre aparece algum imbecil dizendo que se gasta muito e desnecessariamente com exploração espacial, quando ninguém usa nada disso (postado de um smartphone, com acesso ao sistema GPS via satélite). A verdade é que não é só o GPS, a comunicação via satélite, ou o travesseiro (que não foi desenvolvido pela NASA. Aquilo foi apenas um erro que foi aproveitado para outro fim). Há inúmeras aplicações práticas para uso residencial, inclusive.