Cães nos acompanham muito antes de nós sermos o que somos e eles serem o que são. Quando o primeiro canídeo escolheu um hominídeo para ser companheiro (sim, ELES nos escolheram, e não nós). Durante esse caminhar, eles foram evoluindo e nós também. Eles melhoraram, nós nem tanto, o que não quer dizer muito, já que Evolução nunca significou melhoria.
Ao longo desses milhares de anos, cães aprenderam algo importante: comunicação. Não apenas de nos entender, nos acompanhar, nos dar carinho e dedicação. Eles realmente se comunicam à sua maneira e nos entende à nossa maneira. Se antes você tinha dúvidas, sim, eles nos entendem em nível verbal.
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A moderna medicina intensiva faz milagres que há coisa de alguns anos parecia algo bizarro, digno de ficção científica. Ainda assim, lesões cerebrais são um problema sério e o coma um espectro que ronda as UTI do mundo todo. Eu não quero estar em coma, você não quer, ninguém quer. Quando um paciente está em coma, uma garra gelada segura nossa espinha. Morte? Vida? Viver como um vegetal e acabar sendo comida de vegans? Há uma série de variáveis. Será que médicos conseguiriam dar reboot no cérebro e fazê-lo pegar no tranco?
O cérebro é o órgão mais badass de nosso corpo. Mesmo porque, ele manda na bagaça toda. É praticamente o Nick Fury entre os órgãos. Ele tem que lidar com trocentas milhões de informações a cada segundo e dar ordens precisas. Por exemplo, a partir de agora você percebeu que está respirando e tentará manter a cadência. De nada.
A síndrome de Wolfram é uma doença neurodegenerativa rara caracterizada por diabetes mellitus tipo I, diabetes insípida, atrofia óptica e sinais neurológicos, com sintomas clínicos incluindo surdez, atrofia óptica e transtornos psiquiátricos. Lindo não? Sua prevalência é de 1 para 160 mil pessoas, mas, para a ciência, 1 caso de doença em 1 bilhão de pessoas já é muito! Ela é causada por uma mutação no gene que codifica uma proteína chamada wolframina, que reside na membrana do retículo endoplasmático (procure no seu livro de Ciências do Ensino Fundamental).
É fato que as pessoas não se cuidam. Muitas das vezes, porque é complicado comer comida saudável, ainda mais se você trabalha fora. Má postura, descanso quase inexistente, longas horas esperando transporte, muitas horas NO transporte. Os horários em que trabalhamos deixa nosso corpo todo zoado por causa dos ciclos circadianos, muito bem estudados por
A doença de Parkinson, junto com o Alzheimer, é umas doenças neurológicas mais estudadas. Trata-se de uma doença degenerativa do sistema nervoso central. Ela é crônica, progressiva e causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, um neurotransmissor atua na realização dos movimentos voluntários do corpo de forma automática. Sem a dopamina estar ali nas quantidades necessárias, as pessoas começam a ter movimentos involuntários, muitas vezes em estado bem intenso.
Eu falei que isso ia acontecer, mas quem se importa com o que eu falo? Bem, o Sindicato dos farmacêuticos de São Paulo (o sindicato de gente que entende tanto de laboratório que têm que ser chefiados por um químico, para impedi-los de fazer besteira) convidou os sumo-sacerdotes da Igreja da Nossa Senhora Fosfetanolamina, Gilberto Chierice e convidados, para participar do Seminário Fosfoetanolamina em Debate. Adivinhem quantas pessoas de fora foram convidadas para o debate?
Que crianças e adolescentes já são uma dor de cabeça, ninguém contesta. Agora (ou não tão agora) pesquisas começam traçar a franca relação entre enxaquecas e deficiências vitamínicas. Em outras palavras, as criaturinhas se alimentam mal e porcamente, daí ficam com enxaquecas e acabam dando mais dor de cabeça ainda.