O brilhante time lapse de nossa estrela

Normalmente, vídeos em time lapse registram paisagens, estrelas etc. Claro, filtros são usados além de sistemas que mantenham a câmera alinhada (e sim, um photoshopzinho básico ou um lightroom fazem parte da receita). Mas e que tal registrar o Sol, nosso amigo Sol, como estrela que é, perto do jeito que está? foi o que o astrofotógrafo Göran Strand fez.

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Sistema purifica água, remove sujeira e manda vírus pra vala

Lembram quando eu critiquei aquela palhaçada do WarkaWater? Aquela porcaria promete captar a umidade atmosférica e foi experimentada em Veneza, um lugar tão seco quanto o deserto de Atacama. E uma iniciativa idiota, criada por um designer e um arquiteto. Só podia dar naquilo, mesmo. Quando engenheiros de verdade entram em cena, sai um sistema que usa energia fotovoltaica e energia solar para filtragem e produzir água potável de alta qualidade a partir de uma água  imunda dos cafundós da Tanzânia.

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Os 360 graus de um belíssimo céu

Eu já postei vários time lapses. São muito legais e nos mostram a Natureza de uma forma que nós, seres rastejantes de cidades, não conseguimos ver. A miríade de estrelas, meteoros etc passando pelo céu dependem de um céu limpo, sem poluição (especialmente luminosa) para serem vistos. Por isso, ás fotos e vídeos que astrofotógrafos fazem são incrivelmente importantes.

Mas, claro, alguns podem dizer que acaba sendo a mesma coisa. Que tal variar?

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A supercelula de Satã formando um ciclone

Mãe Natureza é daquelas desnaturadas. Mamãe Natureza é uma bela duma sem-vergonha, pior que a Madrasta da Branca de Neve, só que mais eficiente. Se por um lado temos terremotos, vulcões, maremotos e, claro, não podemos deixar de lado os ciclones.

Uma supercélula é uma tempestade Chuck Norris. É algo feio, horroroso e se você for esperto vai fugir pra primeira montanha; o que não garantirá nada e você encontrara com Satã, de braços abertos, perguntando por que demorou tanto. Neste tipo de tempestade, temos uma corrente ascendente de ar, chamada de mesociclone, e o que ele faz é isso aqui:

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Fenômenos picaretológicos são confirmados pela (pseudo)ciência (ISSO a Globo mostra)

O Cardoso tem muitas manias. Uma delas é compartilhar coisas escabrosas, para este que vos fala fazer suas considerações. Normalmente, essas coisas me dão engulhos, e acabam revirando meu estomago, mas nem por isso deixo de aproveitá-las. Valeu, Cardosão!

A última foi obra e graça da querida estirpe dos jornaleiros, sempre ávidos em ter notícias, mesmo onde não é notícia. Eles aproveitaram aquela palhaçada acontecida no Rio Grande do Gasparzinho e convidaram “cientistas” para falar sobre isso. Claro, mencionaram Fisica Quântica.

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Cientistas usam Lumia 1020 para ver bactérias

Nossos celulares hoje são extremamente poderosos. Para vocês terem uma ideia, meu simples relógio de pulso tem mais poder computacional do que os computadores da Apolo 11. Meu smartphone é muito mais poderoso que meu primeiro PC, comprado em 1996. Por que não usar todos estes potenciais para transformar smartphones em microscópios e pequenas máquinas de exame de vista?

Se antes as câmeras dos celulares já viam muita coisa, com os atais smartphones da linha Lumia 1020, a coisa é extremamente boçal em termos de qualidade. Assim, por que não trabnsformá-los em microscópios cada vez melhores?

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Eppur si muove (mas para o Brasil não basta) ou Sobre o exoesqueleto da Copa que a Globo não mostrou

O Brasil tem sérios problemas. Um deles é exatamente ser o Brasil. Ontem foi inauguração da Copa do Mundo; e, cá pra nós, que LIXO! Meia dúzia de gato pingado parecendo alguma mostra pedagógica de colégio de periferia, com ents, garoto índio vestido como um maia (não perguntem) e ainda reclamam que gringo pensa que aqui é só mato, selva e bundas rebolantes. Pior! Nem passista de escola de samba tinha. Pelo menos, colocassem o Caprichoso.

O ponto alto é (ou deveria ser) o exoesqueleto que está sendo desenvolvido pelo dr. Miguel Nicolelis, um cientista sério que preferiu ralar peito daqui, ou estaria esperando a boa vontade do CNPq para comprar uma chave de fenda. Só que enquanto o Galvão tagarelava sobre o ônibus da Seleção (a qual não deu as caras na abertura), o chute foi dado e só. E a reação as pessoas só pode ser descrita como uma coisa:

ESTA É A SUA SEXTA INSANA!

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Um reino tão vasto cujo Sol nunca se põe

O título faz alusão ao mundo conquistado por Alexandre da Macedônia. Indo do Egito até quase chegar no Oriente Distante. Um império tão imenso (e fugaz, entretanto) que em algum ponto dele estava fazendo Sol, não importando em que momento fosse.

Nós abrimos mais horizontes que Alexandre, conquistamos outros mundos sem que um exército chegasse lá e mandasse tudo para a vala. Nossa última fronteira é o Espaço, mesmo tendo nos aventurado muito, muito pouco, conquistamos o inimaginável. Um reino onde realmente o Sol nunc se põe.

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Como voar sem gravidade (ou quase nada de gravidade)

Um dos artigos que mais gostei (dentre uma saraivada deles), é o da Kate Upton em microgravidade. Aliás, não foi só eu. Muita gente adorou o artigo, ao ponto até de "se inspirar" nele. O voo parabólico é uma das coisas mais maneiras que existem e não é coisa recente. Ele sempre foi usado para o treinamento de astronautas, mesmo quando ainda não havia efetivamente astronautas, mas sem ele não haveriam astronautas.

Imaginem o seguinte: se hoje o treinamento para um astronauta é rígido, como seria o treinamento para o início dos anos 1960, quando Kennedy lançou a corrida espacial (que, DE FATO, os EUA chegaram atrasados em tudo, e só foram primeiro à Lua, porque a URSS nunca teve intenção de mandar ninguém pra lá). Entre testes de paraquedas, quedas e ações centrífugas, como seria o comportamento de seres vivos em ambientes com microgravidade (NÃO É GRAVIDADE ZERO!!!!!)?

Só o LIVRO DOS PORQUÊS para nos explicar.

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O mais preciso termômetro do mundo entra em operação

A Ciência precisa de medidas precisas. Para tanto, é preciso equipamentos preciso, bem calibrados e cada vez mais sensíveis. Usamos relógios atômicos para medir o tempo com precisão e sempre nos dar a hora certa. Disparamos um laser para a Lua, não para destruí-la (that IS a moon!), mas para medir a distância entre ela e a Terra. Por que não temperaturas? A quantidade de energia cinética média de cada grau de liberdade de cada uma das partículas de um sistema em equilíbrio térmico precisa de uma grandeza. Chamamos isso de "temperatura". Mas como fazer isso? Como criar o termômetro mais preciso do mundo.

PARA QUE DIABOS EU QUERO SABER ISSO?

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