O Etna é um vulcão boladão que volta e meia dá uma sacudidela na Itália. Situado na Sicília e é um dos vulcões mais ativos do mundo, além de ser um dos mais altos, com 3322 metros de altura. Você não quer morar perto do Etna; ainda mais que em 2012 aquela bagaça entrou em erupção no dia 18 de março de 2012, liberando uma bela duma coluna de cinzas, que chegou a cerca de 7 mil metros acima do nível do mar. Hefestos não estava de bom humor nesse dia.
Mas nem tudo é cenário de destruição. Natureza está pouco se lixando para você, seu macaco pelado! A vida sempre está em eterna competição, e por increça que parível, as toneladas de cinzas vulcânicas expelidas pelo Etna, somado ao frio extremo do inverno anterior no local, criaram um autêntico paraíso na bacia de Ierapetra, com 4.430 metros de profundidade). O que antes era um dos ambientes marinhos menos produtivos do Mar Mediterrâneo Oriental, mudou radicalmente seu destino.
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Um vírus é uma criaturinha que nem se sabe ainda se é uma criatura ou uma PFDP (proteína fidaputa). Essas desgraças, desde aquele resfriado nojento que te deixa de cama até uma hepatite B, são capazes de ferrar com seu dia de várias maneiras. Junte isso ao fato de necessidades de transfusão de sangue, em muitos casos de forma emergencial, temos o prenúncio do desastre, em que as equipes médicas têm que analisar o sangue de maneira rápida, ou a emenda sairá pior que o soneto.
A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune que ocorre quando o seu sistema imunológico fica doido e começa a atacar você mesmo, como qualquer outra doença autoimune. Até parece que esta porcaria não foi divinamente planejada! A parte atacada é o sistema nervoso periférico, levando à inflamação dos nervos, o que provoca fraqueza muscular.
O resultado do PISA foi uma vergonha. No país que odeia Ciência, não seria outro resultado senão o fracasso. Mas quem se importa com isso? Nem os alunos, muito menos os pais. O Governo mascara resultados, políticos pouco se lixam, já que eles dão à população o que a população quer: maneiras de não se empenharem no colégio.
Fósseis são vestígios de seres vivos que viveram há muito, muito tempo. Desde um esqueletão de dinossauro até pegadas, passando por impressões “carimbadas” na rocha e até mesmo pinturas rupestres. São as verdadeiras amostras de vidas passadas que são analisadas pelo presente. Paleontólogos estudam fósseis e a sua primeira pergunta é “quando eles viveram”.
Produzir vacinas nem é muito problema. O problema é pesquisa-las, desenvolvê-las e, uma das piores partes, transportá-las. Sim, porque não basta você ter toneladas de vacinas se não tiver como leva-las até quem precisa. Seguindo o preceito que o artista tem que ir aonde o povo está, com vacinas não é diferente e é preciso achar um meio de leva-las até Piraporinha do Mato Dentro, no interior do Acre, ou para a Miserábia Setentrional, num daqueles rincões perdidos perto de Deusmelivrestão.
Homens e mulheres veem o mundo diferente, veem cores diferentes (elas insistem em aberrações tipo “rosa bebê”, “azul calcinha” e “fúcsia”). Mais do que isso, homens e mulheres processam informação visual realmente de forma diferente, isto é, se ambos virem um rosto, por exemplo, eles absorvem e processam as informações captadas, sugerindo que, sim, Tumblr que se dane, gêneros diferentes enxergam diferente, e não será seus chiliques que mudaram a biologia.
Sempre nos deparamos com algumas dúvidas, curiosidades e questões que vivem martelando nosso cérebro, ou que surge de uma hora pra outra. Planta respira gás carbônico de dia e oxigênio de noite? Há vida em outros planetas? É verdade que o vidro é líquido e, por isso, escorre com o passar do tempo?
Cientistas da Universidade de Hiroshima estão radiantes com o que encontraram. Foi identificada uma nova espécie de parasita que infecta um peixe de água doce invasivo na ilha subtropical de Okinawa, no Japão. Ou seja, o invasor que invade outro invasor tem 100 anos de perdão. Isso é muito legal! Além de me ajudar a fazer trocadilhos impróprios, nos ajuda a entender como parasitas saem parasitando por aí, indo parar em outros lugares que normalmente não deveriam estar lá.
Nada pior pro jornalismo científico que jornaleiro pseudocientífico. Esta raça ignorante não entende picas do que se propõe a escrever e, não-raro, sai um monte de besteiras insanas.