Chegamos na Nova Era com ideias idiotas da Idade Média. Malucos profissionais alijam malucos amadores e tudo caminha pela estrada de tijolos amarelos da insânia, cantando "The hiiiiiiiiiiiiiills are aliiiiiiiiiiiiiiiive… by the sound of musiiiiiiiiiic" (sim, eu sei!)
Agora, para fazer meu Dia das Bruxas mais completo (EU SEI!), um grupo de "pesquisadores" procura usar o poder místico-científico da Física Quântica, passada pelo espírito de Niels Bohr incorporando os médiuns. Saravá, mizifeynman!

Uma das coisas que fez os seres humanos serem seres humanos é o tamanho do cérebro. Esta coisa grande, esponjosa e que consome 20% de toda a nossa energia fez a diferença no final das contas. Mas, como essa coisa que muitos insistem em não usar direito conseguiu esse tamanhão todo.
O chato de dialogar com pessoas com baixa escolaridade é ter que explicar milhões de vezes a mesma coisa. É tentar dizer que massa é uma coisa e peso é outra. É tentar dizer que vidro é uma coisa e petróleo é outra. É tentar dizer que seres humanos são uma coisa e um punhado de barro é outra. E mesmo assim a criatura de baixa escolaridade e sinapses faltando irá tentar dizer que maçã é alface, pois ambas são legumes.
Sempre sonhamos com a vida em Marte. Só para vocês terem uma ideia de como Marte é presente em nosso imaginário, até a exibição do filme E.T. – O Extraterrestre, a maioria das formas de vida alienígena era chamada de "marciano" (a única exceção que eu conheço é o National Kid, que criou o termo "Inca", que é um termo totalmente sem sentido no Japão, mas os tradutores preferiram colocar Inca Venuziano por causa do conhecido Império Inca. Hoje em dia, podiam chamar de Inca, Maia, Asteca etc. que 90% nunca ouviu falar). Uma das missões da Curiosity é buscar algum indício de vida, de encontrar marcianos, mesmo sem ser idiota o bastante para esperar ver algum homenzinho verde.
Você já teve dias em que nada dá certo? Já teve dias de revolta, aborrecimento extremo, raiva de tudo e mergulhou nas trevas da desesperança. Mesmo figuras famosas (e principalmente elas) têm dias assim; entre elas, Charles Darwin.
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Quando eu vejo certas coisas, eu acho que as pessoas andam lendo, ou melhor vendo, ficção científica demais. Como cientista de uma disciplina puramente experimental, olho atravessado pesquisas de campo puramente teóricas E, não. Não existe Química Teórica. Pesquisar um novo composto baseado em propriedades físicas e químicas não é química até comprovar que este composto pode existir. Mendeleyev fez um bom trabalho prevendo elementos que ainda não tinham sido descobertos, mas isso ainda não era Química.
Qualquer postagem sobre mudanças climáticas acarretam sempre em algum mané perguntando como seria possível nós mudarmos o clima, que o Homem não é isso tudo e blábláblá Molion blábláblá Felício diz que não existe camada de ozônio blábláblá Jô Soares é melhor fonte de pesquisa que a Nature blábláblá. A verdade é que não só temos essa capacidade como já a fizemos com a invenção da agricultura, onde já
Caminhando pelos caminhos tortuosos desse mundo esquecido por Hades, me deparei com um artigo que questionava o impacto que a reciclagem de latinhas de alumínio traria em termos de redução de poluição atmosférica. Será mesmo que reciclar aquela latinha de refri ajuda o ambiente? Ou o problema está no nosso modo de vida?
Diz-se que a Ciência é feita de fatos, assim como uma casa é feita de tijolos. Mas assim como um punhado de tijolos não são uma casa, a Ciência não é apenas um punhado de fatos. Entretanto, o mundo tem suas peculiaridades e tais podem ser um chamariz para entender o mundo em volta. Foi o que o Museu de Ciências no Canadá fez para divulgar o seu trabalho.