Talvez por culpa de nossos livros de ciência, pensamos que nossos ancestrais formaram uma escadinha evolutiva. Aquela fila não é bem a realidade; na verdade, os ancestrais estão em diversos galhos evolutivos, e muitos desses galhos cresceram juntos, um paralelo ao outro, e o mínimo que podemos esperar é que vários hominídeos tenham convivido.
Um grupo de pesquisadores dando um rolê lá pela África deram com o crânio mais antigo conhecido do Homo erectus, o primeiro de nossos ancestrais a ser quase humano. Mas calma.

A brutal extinção em massa no final do período Permiano, há 252 milhões de anos, mandou pra vala 95% de toda a vida na Terra. Pero dela, a extinção que aniquilou os dinos não foi nada. Mas tem um detalhe: evidências sugerem que esta extinção foi muito mais severa na terra seca do que nos ambientes aquáticos, de acordo com os novos leitos fósseis da África do Sul e Austrália.
Sim, todo mundo está dando a máxima atenção ao corona. Não implica, entretanto, que não noticiemos formas de detecção de outros agentes infeciosos. Um exemplo disso é um pequeno dispositivo que pode detectar rapidamente bactérias nocivas no sangue, permitindo que os profissionais de saúde identifiquem a causa de infecções potencialmente mortais e combatam-nas com medicação de forma a mandar aqueles seres do Inferno pra vala.
Não é que eu tenha me esquecido de postar ontem, é que veio artigo interessante e resolvi tocar, daí deixei o resumão pra hoje. Sim, isso que é bom ser dono do site: faço o que eu quero. RÁ!
Estamos num momento sério, mas não precisamos cair para o desespero. Não, não estou falando da “histeria” no sentido que a cavalgadura presidencial está dizendo, mas que está sentindo a água bater na bunda. Histeria de sair correndo comprando tudo e vendo os estoques de comida e álcool-gel acabando. Algumas pessoas realmente estão perdendo a noção.
Pessoal tem me pedido o máximo de atualizações sobre o Corona Virus. Eu faço o que eu posso, mas estou evitando de postar aqui por um motivo simples: essa não é minha área de expertise. Eu tenho que ler o trabalho, procurar as referências, lê-las, verificar se eu entendi corretamente, escrever um artigo de maneira de fácil compreensão e publicar. Isso consome tempo, enquanto a imprensa tem uma legião de repórteres en5trevistando especialistas como médicos, geneticistas, biólogos etc. Aceitem sempre a informação de primeira linha, que eu procuro repassar no Twitter na medida do possível.
Estamos aqui, ilhados, observando as loucuras do mundo, que está beirando filme do Mad Max. Enquanto o Coronga está ganhando dois continentes à sua escolha, mais a Oceania, eu busco informação de qualidade, ou nem tanto assim. Desde gente estudando andares esquisitos, até coo deter a propagação de vírus pelo ar. O que será que vimos esta semana?
Seres humanos são mamíferos. Ok, nada demais nisso. O nosso diferencial de outros mamíferos é que nós criamos gado leiteiro para nos suprir de leite. Não que criar outros seres vivos para a própria alimentação seja exclusividade humana, já que formigas também fazem isso. O problema é que não éramos para continuar ingerindo leite e seus derivados. Só conseguimos fazer isso graças a uma mutação que nos deu capacidade de quebrar a lactase em açúcares menores. Lá pro ano 10.000 A.E.C., uma mutação virou este jogo, e em algum lugar perto do que hoje é a Turquia, um grupo de pessoas desenvolveram a capacidade de digerir lactose mesmo depois de adulto (Evolução só acontece em populações, nunca em indivíduos isolados).
Como saber o que procurar em Marte? Como buscar sinais de vida lá? A resposta é simples e complicada ao mesmo tempo. Deve-se partir de algum parâmetro de comparação. Sendo assim, vamos tirar como exemplo aqui mesmo. Onde estão as mais antigas evidências de vida?
Saiu mais uma pesquisa que espécies estão ameaçadas pela chamada “pegada humana”, ou seja, pela simples presença de seres humanos, os quais deixaram marcas em todo o planeta. A rigor, não tem um só lugar do mundo que não tenha uma marca da passagem da humanidade, tendo o estudo avaliado 20 mil espécies terrestres, e descobrindo que 85% agora estão expostas a intensa pressão humana.