Ötzi era um cara bem legal. Só não se sabe se ele gostava de mulher. Conhecido como o Homem do Gelo, Ötzi deixou-se para a posteridade, tendo hoje 5300 anos, mas com corpinho de 5280. Cientistas o estudam até hoje e, claro, você clicou no link acima apontando para o artigo em que eu falo sobre ele, né? Então vai lá, eu espero.
Foi? Muito bem, bom garoto! Agora, uma biópsia mostrou uma coisinha não tão legal. Ötzi estava com o bicho-ruim dentro do corpo. Não, não era Satanás, era um trecho de DNA que não pertencia a ele. Seriam os reptilianos vindo sorrateiramente para o nosso planeta? Os Invasores de Corpos? Não o que penetrou (Ui!) no corpo do Ötzi foi…

Eu amo a Austrália! O que eu mais gosto da Austrália é ela ser a Austrália, estando bem longe de mim. Documentos apócrifos dizem que ela não existia até o nascimento de H. P. Lovecraft. Lá tem de tudo… tudo o que você pode imaginar que possa acabar com você da maneira mais horrivelmente dolorosa possível (e impossível). Uma dessas coisas lindas é o peixe-pedra (Synanceia verrucosa), um troço feio, verruguento, bem aclimatado, com potencial bem legal para camuflagem e com veneninho básico que fatalmente será fatal para você de maneira fatídica.
Lembram quando eu critiquei aquela palhaçada do
A onda agora nem é mais mecânica quântica, e sim sua filhota: a nanociência. Tudo agora é nanociência, nanotecnologia, nanopartículas etc. Mas aqui é um blog de divulgação científica e não podemos deixar de noticiar que nanotecnologia existe até mesmo na produção de biocombustíveis. Pesquisadores estão desenvolvendo tecnologias para o refino de biocombustíveis, de forma mais eficiente e, caro, mais barata, pois ciência é legal, mas ter dinheiro para pagar as contas é melhor ainda.
O tomateiro é uma planta chata de cuidar. Quem teve hortinha em casa sabe a droga que é: mal está começando a amadurecer e já enche de insetos. A principal praga é a traça-do-tomateiro (Tuta absoluta). Os danos são causados pelas larvas, que formam minas nas folhas e se alimentam no interior destas, podendo destrui-las completamente, mas a Natureza é boazinha.
Há um grande problema em acompanhar o mundo natural. Ou ele é muito rápido, muito grande, muito pequeno ou é muito lento. Ou uma mistura dessas coisas, duas a duas. No caso da vida, é difícil acompanhar o que acontece, já que temos que ver as minúcias, os detalhes e, mais importante, a paciência de acompanhar tudo isso. O problema que muitos detalhes escapam já que há mínimas variações e só juntando tudo e acelerando o processo para termos noção.
O vírus é um dos meus seres vivos favoritos, pelo simples motivo que ainda não se decidiram se é ser vivo ou apenas uma PFDP (proteína fidaputa). São seres (?) tão sem ética que não guardam nenhum respeito para com seus colegas de classe, já que existem
A história da Vida na Terra é uma historia de assassinos, silenciosos ou não. Desde meteoros até inundações. De terremotos até ação humana. De vulcões até… algas? Sim, algas. E alguma coisa estava clara que não ia dar certo quando muitas baleias começaram a morrer.
Em 1979, estreou um seriado chamado Salvage 1 (em português ficou como Operação Resgate). O seriado – que só teve 20 episódios – era sobre um dono de ferro-velho que teve a magnífica ideia de construir um foguete e mandá-lo à Lua para recolher o lixo espacial de lá, trazê-lo para a Terra e vendê-lo. Para isso, ele contratou um ex-astronauta e uma cientista especializada em combustíveis.