Jardins urbanos podem ser nocivos à saude humana

Nossas raízes evolutivas nos faz gostar de prados, savanas e uma ou outra arvorezinha. Gostamos de terrenos amplos, aconchegantes e do verde. Verde acalma, verde nos deixa em paz, verde é usado em semáforos e lousas por causa disso (até que algum idiota resolveu implantar quadro branco, e assim começou o declínio da Humanidade).

Inventamos a agricultura e isso facilitou a nossa vida. Criamos vilas,  cidades-estado, reinos e até impérios. Hoje, voltamos a essas raízes cultivando uma hortinha em casa e, em escala muito maior, agriculturas urbanas, isto é, bem no meio da cidade. Mas parece que isso tem o seu preço, também. Sempre tem um preço a se pagar.

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Para resolver tragédia do rio Doce, chamaremos cientistas, SQN!

A República Federativa de Banânia tem sérios problemas. Esses problemas começaram quando Cabral chegou aqui como emissário do Rei (não, ele não frequentou a Escola de Sagres nem poderia, já que ela não existiu) e Pero Vaz de Caminha pede um emprego pros parentes no final da sua famosa carta que falava das vergonhas de fora das índias. Com o passar do tempo, criamos medo,. aversão, raiva, ódio e caímos no sofrimento para com a Ciência. O Brasil é o país que odeia Ciência, cientistas e qualquer coisa que esteja minimamente ligado ao conhecimento.

Depois do desastre catastrófico que aconteceu no município de Mariana, MG, transformando a cidade e adjacências em algo digno de filme pós-apocalíptico que faria Mad Max parecer representar uma caixinha de areia num parquinho. Dessa forma, o que podemos fazer para resolver a situação? Chamar as maiores mentes científicas do país, como engenheiros (de todas as áreas) biólogos, botânicos, ecologistas (de verdade, com formação e não abraçadores de árvores), químicos, médicos e outros profissionais técnicos, certo?

Virose de algas pode penetrar o seu corpo (ops)

Todo médico incompetente que se preza sabe que viroses são um mal recorrente da humanidade. Mas o que pouco se sabe que até bactérias contraem vírus, esses safadinhos, Pior do que isso, algas TAMBÉM têm viroses e se você quer piorar ainda mais a situação, essas viroses “virosam” você também!

Fiz ou não fiz seu dia mais contente?

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Afinal, pode-se estocar vento?

Resposta TL;DR: Não, seu energúmeno!

Um monte de gente veio no e-mail encher o saco com esse negócio de “armazenar o vento” por causa do vídeo da Dilma, porque 1) São burras demais para não saberem algo que colégios ensinam; 2) Má vontade de prestar atenção, criando besteiras.

Não que eu seja eleitor de Dilma ou favorecido do Aécio. No máximo sou fã do Eduardo Jorge, nosso Gandalf. Afinal, essa baboseira de estocar e armazenar vento procede? De onde a Dilma tirou isso?

Aqui vai um Livro dos Porquês escrito com má vontade.

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Pesquisa estuda técnica de congelar gás carbônico para não mandá-lo para a atmosfera

Diferente do que ministros de Ciência e Tecnologia de países que odeiam a ciência pensam, aquecimento global existe, é fato, e não é porque você redigiu lei contra inovações tecnológicas que a verdade deixará de existir. Temos gases de efeito estufa sendo jogados às toneladas na atmosfera, além de solo permafrost recheadinho com gás metano, que também é agente de efeito estufa, e mesmo que não fosse, ao subir as camadas superiores ele acaba sendo detonado, virando CO2.

Mas e se invertêssemos o processo? E se nós congelássemos o gás carbônico produzido pelas indústrias, afim, não só removê-lo da atmosfera, mas para reaproveitá-lo, também.

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A poluição plástica presente em nossos alimentos

Plásticos são uma das maiores invenções da humanidade. Sua facilidade de produção, modelagem e segurança o fizeram um produto campeão. Desde copos, até peças de automóveis. O problema do plástico é seu principal ponto positivo: a estabilidade química. Mesmo depois de ser jogado fora, ele ainda continuará por aí por um bom tempo. Outro problema é que ele volta até nós, seja nas praias, matando seres vivos, desequilibrando o eco-sistema ou até mesmo na corrente sanguínea de peixes que serão consumidos por nós, os espertões que adoram poluir o mundo.

Pesquisadores estudam como é este impacto e chegaram à conclusão de  cerca de um quarto dos peixes vendidos mercados de peixe na Califórnia e Indonésia continha detritos feitos pelo Homem. Valeu mesmo, gente!

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Mimetismo de ovelhas ajuda no pastoreio

Mimetismo é a arte e a técnica de simplesmente imitar os outros no mundo natural. Nosso querido bicho-pau. A vantagem de se parecer com um graveto ajuda a se esconder de predadores, que o confunde com o ambiente. Diferente da camuflagem, onde as padronagens de cor faz com que o ser vivo se confunda com o padrão de cores, mas não o formato, do que está ao seu redor.

Existem outros tipos de mimetismo, como o mimetismo comportamental, em que grupos coletivos acabam imitando uns aos outros, e isso foi evidenciado até mesmo em ovelhas.

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Bactérias (e não ONG) combatem a intolerância

Pesquisas recentes indicam um aumento da prevalência de intolerância à lactose. Mas se formos bem honestos, tolerância à lactose é algo bem recente. Até a cerca de 9000 anos, o único leite que tomávamos era o de nossas mães. Daí, apareceu mutações genéticas que nos deram os poderes X-Men de podermos ingerir leite de outros mamíferos. O poder nutricional do leite ajudou no assentamento de pessoas, já que bastava ter uma dona Mumu ali no estábulo (na verdade, nós praticamente “inventamos” as vacas, já que elas não existiam naturalmente) e tínhamos comida, diminuindo a necessidade de sair pra caçar, e virar caça, como efeito colateral. Povos que ser alimentavam muito de leite, por seleção natural, esta danada, têm menor tendência a ter intolerância à lactose. O Brasil, país marcado pela alta taxa de miscigenação, chega a 40% de intolerantes à lactose e países do extremo oriente, como Japão, chegam a ter 90% de intolerantes à lactose.

A Ciência nos deu a capacidade de extrairmos a lactose dos laticínios, mas será que temos a capacidade de fazer com que intolerantes à lactose possam mudar esta condição? Sim, podemos. Chupa, Mãe Natureza!

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Os mistérios da Primeira Grande Extinção

O algoz pairava sobre as cabeças, ante das cabeças sequer existirem. Todos os que estavam abaixo não sabiam do perigo nos céus. Seus destinos estavam selados; o mundo jamais seria o mesmo depois da grande chacina que ocorreria quase em seguidas. Milhões de seres quase começaram a gritar, mas já eram silenciosas já naquela época, quando o oxigênio, este pérfido assassino, seguiu desapaixonadamente as leis da Química.

Esta é a história da primeira grande extinção em massa, e sem nenhum vulcão ou meteoro. Apenas uma simples molécula diatômica. É o Livro dos Porquês!

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Suplemento alimentar faz flatulência de vaca ter menos metano

Uma das desculpas (idiotas) dos vegans para pelamordedeus não comer carne, é que vacas têm flatulência. Sim, isso mesmo, vacas peidam. E essa quantidade de vaca peidando enche a atmosfera de metano, que é um gás de efeito estufa, o que intensifica o aquecimento global. 7 bilhões de seres humanos peidando, não. Peido humano não tem problemas, pelo que vegans dizem.

De qualquer forma, sim, flatulências bovinas têm metano, mas isso poderá ser resolvido com um suplemento alimentar que promete redução e 30% das emissões. Calma, não ligue ainda. Leia o resto do artigo antes de ligar 1406.

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