Olhe pra cima, veja o céu. As brancas nuvens passando pelo tapete azul, o entardecer e a miríade de estrelas pontilhando cada centímetro quadrado da abóbada celeste. Você pode até se cansar logo. As coisas não são muito rápidas, sabe? Nossa escala de percepção de tempo não acompanha fenômenos que parecem demorar por horas com poucas mudanças. Nosso planeta também é bem grande, não permitindo que possamos ver tudo em volta. Chega-se a ficar com inveja do solitário morador do asteroide B-612.
Por sorte, temos Ciência e Tecnologia para prover isso. Continuar lendo “Céus e Terra de um pequeno grande planeta”



Ó Perseu, filho de Dânae e Zeus, Senhor do Olimpo. Forte e poderoso, valente e destemido. Aquele que enfrentou a górgona chamada Medusa, aquele que brandiu a espada decepando-lhe, sem lhe olhar nos olhos, matando o monstro e cavalgou Pégaso. Ó Perseu, vindo ao mundo graças a uma chuva dourada de Zeus sobre Dânae, que a fecundou e ela condenada foi pelo pai Acrísio. Ó Perseu, guerreiro que as musas cantam, que os poetas declamam, por quem Andrômeda se apaixona. Elevado ao céu foi e de tempos em tempos visita a humanidade!
Estando na gloriosa República Florentina, aos 31 dias do mês de julho do ano de Nosso Senhor de 1490*, escrevo ao digníssimo excelso senhor Lorenzo, O Magnífico estas poucas letras, pedindo permissão para dirigir-me à Vossa Magnificência.
A Lua vem nascendo e se pondo desde que depois do porradão que Theia deu na Terra e os detritos se arranjaram formando nosso satélite natural. Tem sido um dos passatempos humanos desde que os humanos passaram a se dar conta da maravilha deste espetáculo. Hoje, mesmo com nossa vida agitada, sempre nos maravilhamos com este tipo de cena; mas nunca de uma forma como Daniel López captou nas Ilhas Canárias.
Em 19 de julho de 2012, Helios, que nas ilhas Hébridas é chamado de Belenos ne nas terras banhadas pelo Egeu é chamado de Apolo, mostrou a sua fúria quando ordenou uma imensa tempestade de plasma extremamente quente. Foi uma senhora Ejeção de Massa Coronal!
Astrobiologia é um ramo… interessante. Ele estuda algo que não se sabe se existe: vida em outros planetas, em outros sistemas, em algum lugar da galáxia. Sim, eu sei que parece coisa de maluco, mas há de se começar a pesquisa de alguma forma, e isso é feito achando lugares esquisitões aqui na Terra que sejam semelhantes a outros lugares em outros planetas. É aquele pensamento: “se encontrarmos algo vivo aqui, em Marte será fichinha”. Alguns desses lugares pesquisados são lagos vulcânicos, que são quentes, fedidos e tóxicos (não necessariamente nesta ordem).