Você ficou maravilhado com a foto do buraco negro? Ótimo! Tem mais afro-buraco pra vocês. Já começa que em 2015 foi comprovada, por meio de detecção direta, ondas gravitacionais. Estes efeitos no Espaço-Tempo tinham sido teorizados pelo tio Einstein e, agora, pudemos ver os seus efeitos. Mas o que acontece quando dois afro-buracos se encontram?
As ondas gravitacionais detectadas pelo LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory – Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser) e o VIRGO detectaram outras fusões de sistemas massivos. As interações de dois buracos negros foram analisadas e o resultado é este vídeo.
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Marte, o Planeta-Guerreiro é a nossa atual fonte de inspiração. É a ele que almejamos ir. É ele que nos fascina. Não que a Lua tenha perdido seu charme. Essa ignomínia nunca acontecerá, mas Marte é a nossa próxima meta, a nossa próxima parada, o próximo passo da Aventura Humana, que começou desde que conseguimos ficar sobre dois pés e olhamos o horizonte perdido de uma savana e nos perguntamos o que havia ali, sem Shangri-la ou apenas mais um tigre de dentes de sabre para nos dar um “oi” antes da mordida final.

Lixo espacial é um problema. Desde foguetes até uma
Doce Juno, esposa de Júpiter, amada rainha dos deuses. Odiada por Calisto, a quem Juno transformou em ursa e Júpiter a transformara em constelação. Amada e terrível. Gravitando em volta do seu amado, adorando-o, protegendo-o, beijando-lhe a fronte, desvendando seus segredos.

Você já ouviu falar do corpo nomeado (486958) 2014 MU69? Ah, tá. Não, né? Você conhece mais pela forma (486958) 2014 MU69, não é mesmo? Também não? Oh, bem, talvez pelo antigo nome: PT1 e 1110113Y? Tá tudo bem, provavelmente você deve ter ouvido falar pelo apelido Ultima Thule, dado pela equipe da New Horizons. Ok, você não sabe nada, João das Neves. Ele é um objeto transnetuniano, pra lá pras bandas do Cinturão de Kuiper, a região do Sistema Solar que se estende desde a órbita de Netuno – a 30 UA do Sol até 50 UA do Sol (1 UA é a distância média entre a Terra e o Sol, aproximadamente 150 milhões de km). Os corpos lá pra depois de Netuno são, então, chamados corpos Transnetunianos, mas também são chamados de KBO (Kuiper belt object).