Brasil está ótimo, lindo, maravilhoso e nossa Educação está de vento em popa. O problema é que a Realidade insiste em demonstrar que não é bem assim. Nos preocupamos com besteiras ao invés de focar no que é realmente importante. O aprendizado de matemática está cada vez pior. O que temos nas universidades? Intensificação do ensino? Não, besteiras inúteis como exigir Afro-Matemática como disciplina obrigatória, o que não faz ninguém efetivamente saber matemática, mas ganha ponto nas redes sociais lacradoras. Aí, chegam os resultados dos rankings de Ensino que esfregam a Realidade na nossa cara.
Um exemplo disso são os conhecimentos de Inglês. A cada ano que passa a proficiência da língua cai a olhos vistos. Mas não tem nada de errado aí, não?
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Nada como o mundo mágico pedagoguiano, em que tudo é lindo e resolvido com umas aulinhas de capoeira, artes manuais ou alguma bobagem que acha que fará crianças convivendo com violência diária e muitas vezes sendo seduzidos por ela. Mas não, o problema da segurança e a boa formação moral já está sendo resolvido agora. As escolas municipais de São Paulo agora terão aula de Criatividade e Empatia no currículo.
Madre Teresa de Calcutá foi uma das figuras mais abomináveis do catolicismo do século XX, pertencendo a uma religião cheia de figuras abomináveis. Sobre ela,
Em agosto eu escrevi sobre como o YouTube anda sacaneando os produtores de conteúdo com pequena produção e baixo número de assinantes. Eu tomei na cabeça e perdi a monetização, fora os inúmeros flags sem sentido. Descrevi como youtubeiros como o PewDiePie foram afetados, mas estes botaram quente junto ao Tubo e ele mudou as regras. Eu não cheguei a escrever uma coisa que imaginei, mas esqueci de comentar: o YouTube ia acabar escalando isso para os donos de canais de médios a grandes, mas sem chegar (ainda) aos enormes canais. Bem, estou vendo agora.
Na década de 1960, Stanley Milgram, um psicólogo comportamental, queria saber o que levava pessoas boas a cometerem os mais horríveis atos. Sua ideia era que a simples presença de uma autoridade induz as pessoas a cometerem atrocidades como as dos nazistas. Como saber isso? Para tanto , ele idealizou um experimento que visava estudar o comportamento de alguém infringindo dor dor a outra pessoa, simplesmente por estímulo de uma outra pessoa na sala.
Saiu um
Lembrem-se, lembre-se do cinco de novembro. Não por causa daquela conspiração terrorista para derrubar um parlamento para instituir uma ditadura fundamentalista católica. Ontem foi a primeira prova do ENEM e já tem gente reclamando, o que não é novidade. Se virem vídeo de gatinho, é capaz de reclamarem também. O mimimi dessa vez foi porque um bando de imbecilóides que ainda não entenderam o ENEM se prepararam para escrever sobre o embate Estados Unidos x Coreia do Norte (aposto que até já tinha colinha na manga do casaco) e deram de cara com o tema: “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”.
Depois de duas décadas on-line, estou perplexo. Não é que eu não tive um bom tempo na internet. Conheci grandes pessoas e até peguei um hacker ou dois. Mas hoje, estou desconfortável com essa comunidade mais moderna e supervalorizada. Os visionários veem um futuro de trabalhadores fazendo home office, bibliotecas interativas e salas de aula multimídia. Eles falam de reuniões eletrônicas de cidades e comunidades virtuais. Comércio e negócios mudarão de escritórios e shoppings para redes e modems. E a liberdade das redes digitais tornará o governo mais democrático.
Há um problema sério hoje em dia. É uma coisa séria e as pessoas estão ignorando. O Tio Bem ensinou há muito tempo: grandes poderes trazem grandes responsabilidades, mas as pessoas estão ignorando isso. Acham que não devem ser responsabilizadas por quaisquer burradas que por ventura venham cometer. Afinal, inventaram que não devemos culpar a vítima. Mas em muitos casos, a culpa É, SIM, da vítima.